<body>

Deixa com o Beque !!

sábado, dezembro 08, 2001

Games e games...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:06 PM


Para quem ainda não se deu conta que o caçulinha dos Beatles se foi...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:53 PM


Tudo começou com o PONG, que vem a ser o primeiro video-game da face da terra. Eu mesmo sempre jogava em um da marca PHILCO que o Dr. Cantarelli comprou para o Márcio e o Marcelo...

Veja no que deu a evolução da coisa...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:49 PM






São 104 modelos, entre 10 e 30 centímetros de comprimento e nos mais variados calibres. Alguns imitam bananas e pepinos, mas a maioria é mesmo cópia fidedigna da realidade. A gama de cores é variadíssima: passa pela cor de pele branca, negra e morena, sem falar nos coloridos azul, amarelo, verde, vermelho e rosa. Custam entre 15 e 60 reais e são o que mais se vê na 6ª Erótika Fair de São Paulo: pênis aos borbotões.

O fabricante Wagner Pereira, da Magic Sex, ensina o funcionamento de alguns modelos aos interessados: “Este é o Plugue Anal, que vem com uma ventosa embaixo para você grudar no chão ou na geladeira”. Geladeira? “Isso mesmo. Ou no fogão, onde quiser”, tenta explicar. “Este outro é o Anel Companheiro, para dupla penetração, e esta é a Bomba Peniana, que, com exercícios diários de 10 a 15 minutos aumentam o pênis em cerca de dois centímetros no primeiro mês.” Seu supertrunfo, no entanto, é o Blush Vibrador. “Toda mulher carrega um pincel de maquiagem na bolsa. Pois este aqui tem um vibrador secreto acoplado. Ninguém desconfia”, diz Pereira, com indisfarçável orgulho. O equipamento vale R$ 130 na feira erótica.

Com 46 expositores e visitação esperada de 50 mil pessoas, a 6ª Erótika Fair começou ontem, 6, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, e vai até terça-feira, 11. Para quem já freqüenta sex shops, não há muito o que ver: fantasias às dezenas, pênis às centenas, óleos e cremes aos milhares. Mas é assim que funciona a Erótika Fair há cinco anos.

A intenção é exatamente atrair solteiros e casais que não freqüentam sex shops e que não se importam de passear numa feira que tenha estandes de lojas, revistas e sites eróticos. Como o casal Eduardo e Sônia de Castro, visivelmente espantados com a obra máxima da Magic Sex: um pênis de borracha de 30 centímetros, da grossura de um punho masculinho e cheio de veias dilatadas: “Não é possível”, dizia ele. “Caramba”, repicava a noiva.

Os de Castro não se interessaram em adquirir o produto, mas estavam bastante interessados num dos campeões de venda da edição anterior da feira: o creme para relação anal. A Menu dos Prazeres vende 4 mil potes por mês e a concorrente Pleasure Line apresenta o produto com leve aroma de laranja. “O nosso é melhor. Não fica aquele ‘schlep-schlep’ dos outros cremes”, gaba-se a fabricante Iris Cunha, da Pleasure Line. Em comum, os dois produtos garantem apenas uma semi-anestesia. Por que não uma anestesia completa? “Para não ficar sem graça”, ensina. Tentando sair do lugar comum, o que não é fácil nesse ramo, a Pleasure Line também investe em cremes com cicatrizantes (“para o caso de microfissuras”) e num lubrificante especial para sexo oral com sabor de acerola (“menos doce, sabe?”).

Falando em doce, não falta uma banquinha do Choco Erótico, presente preferido dos engraçadinhos nas festas de amigo secreto no fim de ano. Para não chocar espíritos mais moralistas, o vendedor apelidou o pênis grande, de chocolate, de “Cone” e a vagina de “Menininha”. O Cone, claro, vem recheado com leite condensado para garantir a desejada lambança. Já a parte superior da peça, conhecida como glande ou cabeça, ganha uma pincelada de chocolate com morango para ficar vermelha. A mesma sutileza se repete nos grandes lábios da Menininha. Tanto capricho sai por 12 reais. “E o produto é totalmente caseiro. Minha tia é quem faz”, avisa Manoel Caetano. Só para essa feira, a tia de Manoel fez 300 quilos.

Há um estande com centenas de filmes pornô, a 15 reais cada um, e, com algum garimpo, podem-se encontrar clássicos brasileiros e internacionais dos anos 80. Destaque para “A Poupança Tá Rendendo” e “Alice no País da Pornografia”. A fita “Para Cima, Para Baixo” traz um interessante aviso ao comprador: “Este filme se diferencia dos demais devido ao seu enredo bem estruturado: uma história com começo, meio e fim”.

No quesito fantasia, a novidade é a Mamãe Noel safada. Precisa dizer que é uma saia vermelha transparente e um chapéu vermelho de pompom? Sai por 15 reais na Amor & Sedução. “Mas estamos apostando mesmo é na fantasia da Copa”, diz a gerente. Nada demais, na verdade: uma camiseta azul transparente (é o uniforme reserva) e uma minissaia branca transparente. Um dos raros lançamentos na feira, da Sex Brasil, é o conjunto de sofá-pênis (a 1.100 reais) e poltrona-vagina (700 reais), com clitóris servindo de almofadinha. Ficaria ótimo no consultório de um psicanalista freudiano.

Caminhando pela feira erótica, esbarra-se em garotas de lingerie distribuindo folhetos e em homens de sunguinha fazendo propaganda de seus estandes. A primeira visão é um espanto. A segunda, nem tanto. E na terceira garota seminua que passa na sua frente, você já acha a coisa mais normal do mundo. Mas quem faz mais sucesso na feira são os travestis e drag queens. “Rubilita Furacão, uma Paixão Nordestina” é a drag oficial da 6ª Erótika Fair. Faz brincadeiras no palco, corre atrás de homens nos corredores e de vez em quando, se veste de Mulher Maravilha, madame, empregada doméstica ou Xuxa. “Faço também a Angélica, com pinta na perna e tudo. Sou uma paixão nordestina porque os nordestinos me amam e eu amo o Nordeste”, explica a drag.

Por trás do pancake, Rubilita é Robson Lee, figura conhecida no circuito homossexual paulistano e editor do “World G News”, jornal gay de distribuição gratuita na cidade. O jornal promove, todo dia 1º de janeiro, a corrida São Silvestre Gay, na Avenida Paulista, com um percurso não maior que 300 metros, já que as drags correm todas maquiadas, montadas e de salto alto. “Aliás, não sou mais Robson Lee. Fui a um numerólogo ótimo há oito meses e ele me sugeriu colocar um ‘o’ a mais. Mudei para Robsoon Lee. Tudo melhorou.”

Outro sucesso nos corredores da Erótika Fair é o travesti Danielle di Biagio, um cover perfeito da Feiticeira Joana Prado, exceto evidentemente por um detalhe. “Você é a Joana Prado mesmo?”, perguntam os que passam. Vaidosa, Danielle não pára de circular, entregando folhetos do site que traz suas fotos e seu número de telefone para os interessados. “Muitos acham que sou mulher, mas quando descobrem que não sou, querem me encontrar do mesmo jeito. Esse negócio de site é muito bom. Um francês me viu, telefonou e mandou uma passagem. Passei uma semana em Paris na casa dele”, suspira Danielle, cujo namorado, Fabio di Biagio, também oferece seus serviços no site.

Pode-se participar de diversas brincadeiras na feira, todas elas em torno do tema “gente pelada no escuro”. Como tudo é muito parecido, ninguém sabe bem o que vai encontrar no final da fila, mas faz alguma idéia. “É putaria. Agora, o que é exatamente, eu não sei”, disse Sérgio Carvalho, que esperava para entrar no “Templo da Maldição” com seu grupo de amigos. O tal templo maldito é uma mistura de mulheres peladas com monstros maquiados, no qual o visitante toma alguns sustos andando entre os atores. Os gritos se alternam: ora gemidos de prazer, ora urros de dor. Mais trash, impossível.

Outra brincadeira consistia em meter a mão em um buraco e apalpar o(a) modelo(a) que estivesse do outro lado. O suspense consistia no fato de o organizador jamais revelar se o(a) apalpado(a) era homem ou mulher. Carlos Silva apalpou e gostou. “Era mulher, sim. Tenho certeza absoluta. Dá para tatear em detalhes e está só com a parte de baixo do biquini. E tem mais, se você for bem gentil no começo, ela te dá vantagens”, ensinou, sem revelar quais foram as vantagens que recebeu.

No final, a barraca mais estranha da feira é a de massagens. Não porque façam massagens alucinantes, mas exatamente porque não fazem nada disso. “Fazemos massagens terapêuticas, tratamos de dores nas colunas, tensão, torcicolos. Somos a única barraca não erótica da feira. Mas a cada cinco que passam, três perguntam se fazemos massagem tailandesa”, lamentava a massagista, ops, a massoterapeuta Cláudia de Oliveira. “Mesmo a palavra massoterapeuta já está sendo vulgarizada. Tudo que a gente coloca, o pessoal copia, fazer o quê?”

Mas afinal, o que uma barraca como essa faz na Erótika Fair? “Vamos em todas as feiras para divulgar o trabalho, mas aqui realmente está estranho. As pessoas entram, perguntam e, quando descobrem que não tem nada de erótico, ficam constrangidas. Ficam mais constrangidas aqui do que no meio do pessoal pelado.” Isso é que é feira erótica.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:05 PM


sexta-feira, dezembro 07, 2001

PAGAR O PAU
Pagar pau é bom. Só os paulistas sabem, mas é bom e não roça em qualquer libidinagem. "Eu pago pau pra você", disse Supla. E Barbara Paz respondeu, no episódio de terça-feira de Casa dos Artistas. "Eu também pago pau pra você e não pago pra mais ninguém aqui."

O Brasil boiou. Desde que a MTV divulgou o xaveco como sinônimo de paquera e balada como equivalente a badalação, não se fazia uma paulistês tão radical na televisão. Pagar pau é paixão ou próximo disso. Equivale ao carioquês do "eu me amarro em você". É na medida e nada mais para esses tempos sem envolvimentos sentimentais.

Supla não quer com a menina nada além disso. Pagar o tal pau. Ela, como já se viu, quer mais – mas, apaixonada, topa pegar qualquer coisa que o rapaz lhe ofereça. Sem essa de "eu te amo" ou "estou apaixonado por você". É menos. Mas para a geração que vai nas festas, vai nos acampamentos e quer da vida nada mais que o mela-mela de um amasso radical, declarar que está pagando pau representa uma espécie de iniciação sentimental.

É mais que o simples beijo e bolinação. É uma maneira desajeitada de abrir o coração. Há quem se choque, mas o reality show do SBT também serve para isso. Vamos mal de língua. O pagar pau é a cara do que constatou o Exame Nacional do Ensino Médio em 2001, divulgado quarta-feira pelo Ministério da Educação. O país levou pau. A escola piorou. Lê-se menos. Fala-se não o português dos gramáticos, mas dos rappers e outros novos educadores.

O pagar pau é mais um indício, impressionante no horário nobre, de que o sotaque paulista é a nova voz do Brasil. Ratinho, Hebe, Gabi, Galisteu, Supla, Mion, Gilberto Barros, Amaury Jr., Raul Gil, Soninha, Milton Neves, Kajuru. Todos paulistas. Antes que os e-mails entupam o terminal do editor: nada contra, nada a favor. Aos domingos, ninguém mais ouve os chiados da Glória Maria. Sem nostalgia também. O Rio perdeu o poder político, econômico e até mesmo a música brasileira deixou de sair daqui, dominada pelos sertanejos, timbaleiros, forrozeiros e neopagodeiros.

O Ibope mudou de endereço e, medido em Sampa, dá preferência a quem canta o xaveco certo na orelha da Augusta, da Angélica e da Consolação. O Brasil mudou o eixo. Chega ao fim do ano sem o CD do Roberto e sem os aviões da Transbrasil. No futebol, quem está reinventando a bola são os caipiras do São Caetano e na contramão do que sempre foi a índole nacional: sem presepada. Nas novelas, a Globo percebeu que é preciso agradar ao novo padrão nacional e só fala carioquês em Malhação. Sem exagero. Nos fins de semana, a juventude da casa é comandada por Luciano Huck e Sergio Groissman, ex-demônios da garoa.

Alguma coisa acontece e não só quando se cruza a Ipiranga e a Av. São João. Quando se liga a televisão também. Há um outro país no ar. Diferente daquele que a Globo exportava diretamente da Pacheco Leão. Cai a Vênus Platinada do Jardim Botânico. Cresce a Casa dos Artistas do Morumbi. O carioca mais célebre do momento é uma excentricidade no zoológico humano do SBT. Alexandre Frota, eternamente de sunga, morou?, ensina ao país o que sobrou da mística do carioca ixxxperto e bom de cama: sexo com a posição do cotovelo na pia. Nada que a família Scarpa já não soubesse e, discretamente quatrocentona, pagasse pau. (JFS - no.com)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:59 AM


quinta-feira, dezembro 06, 2001



Você sabe o que é um MUSSUMANO ??

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:12 PM






Entrevista com a "Soninha maconheira" sobre o episódio fatídico de sua demissão na TV Cultura...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:51 PM



Como a internet modificou a minha vida!

Testemunho de um crédulo!

Estive fazendo um levantamento de todas as baboseiras que me enviaram pela
Internet e observei como elas mudaram a minha vida:

Primeiro deixei de ir a bares e bailes com medo de me envolver com alguma
mulher ligada a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me roubem as
córneas , me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma deixando-me
estirado dentro de uma banheira cheia de gelo com
uma mensagem: "Chame a emergência ou morrerá".

Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para
digitar *9 e minha linha ser clonada e eu ter de pagar uma conta telefônica
astronômica.

Acabei dando o meu celular porque iriam me presentear com um modelo mais
novo da Ericson que nunca chegou. Então tive de comprar outro mas
abandonei-o em um canto com medo que as microondas me dessem câncer no
cérebro.

Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenos. Parei de comer
galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de monstros
horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em um laboratório.

Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos furados
que me contagiem com alguma doença venérea

Aproveitei e abandonei o hábito de tomar qualquer coisa em lata para não
morrer pela urina de rato.

Deixei de ir aos shoppings com medo que seqüestrem a minha mulher e a
obriguem a gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem alguém
morto no porta malas do automóvel dela.

Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino doente
que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.

Eu participei arduamente em uma campanha contra a tortura de alguns ursos
asiáticos que tinham a bílis extraída, e contra o desmatamento da floresta
amazônica.

Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os
antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser invadisse
o meu micro ou que os teletubies se apoderassem do meu protetor de tela.

Deixei de fazer, tomar e comer tantas coisas que quase morro desnutrido.

Cansei de esperar junto a minha caixa de correio os US$ 150.000 que a
Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails
enviados. Nem tampouco chegou o telefone Ericson muito menos a passagem
para a Disneylândia.

Quis fazer o meu testamento e entrega-lo ao meu advogado para doar os meus
bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar por cada
pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da independência das
mulheres no Paquistão, mas não pude entregar
porque tive medo de passar a língua sobre a cola na borda do envelope e me
contaminar com as baratas incubadas nela, segundo me haviam me informado
por e-mail.

Também não ganhei um milhão de dólares, um porshe e nem fiz sexo com a
Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando
recebi e encaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.

E como se não bastasse acabei acreditando que tudo de ruim e de injusto que
me aconteceu é porque quebrei todas as correntes ridículas que me enviaram
e acabei sendo amaldiçoado.

Resultado: me fodi todo...TOOOOOMMAAAAA!!!!!!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:19 PM


POLÊMICA NA TV

Sempre fui fã de Sílvio Santos. Como tantos brasileiros, fui conquistado pela garra, profissionalismo e simpatia daquele apresentador que atravessava os domingos na telinha, sem demonstrar cansaço. Aprendi até a perdoar seus pecados mais freqüentes - pois mesmo quando humilhava gente humilde diante das câmeras ou explorava sem pudor a miséria alheia, parecia cruel como são cruéis as crianças, em sua inocência.

Ao me tornar profissional de televisão, meu respeito por SS só cresceu. Eis um homem que não repousou sobre a grande benção divina que recebeu, a sorte. Não, mesmo virado para a lua, SS sempre se expôs ao sol, nunca deixou de correr riscos e trocar a certeza do conquistado pelo imponderável do empreendimento.

O camelô, que aproveitava o intervalo do almoço da polícia para vender em uma hora mais do que os concorrentes conseguiam durante todo o dia, é um exemplo saboroso da melhor malandragem carioca. Jogava dentro das regras do jogo mas sobrava na turma. SS não parou por aí: logo estava ele a caminho de Niterói para emprestar sua inconfundível voz à Rádio Nacional. Na Cantareira, mais um lance de gênio: com um modesto equipamento de som, passou a entreter os passageiros e fazer mais dinheiro na travessia da baía do que no emprego que o aguardava no outro lado. Logo, passou a faturar mais do que trocados, começando a vender refrigerantes aos sedentos passageiros da árida barca.

Talento, este sempre fora o pseudônimo de SS. Mais: ao se tornar empresário, revelou-se outra virtude, a de saber reconhecer o talento alheio e fazer questão de pagar bem por ele. Homem de negócios da diversão, artista dos negócios, SS foi construindo, merecidamente, o seu império. Valeu-se do amadurecimento de nosso mercado e conseguiu implantar uma concorrência que, para qualquer profissional de televisão, só poderia ser bem-vinda.

Agora o mercado é outro: está globalizado. SS precisa seguir obedecendo a regras cada vez mais claras e justas. O reconhecimento da propriedade intelectual é o reconhecimento a profissionais como SS. O direito autoral é a consagração do valor de uma idéia, do fruto da inteligência de um indivíduo. O samba deixa de ser o passarinho do provérbio e passa a ser produto que reverte a favor do sambista. Uma vitória da civilização contra a bárbarie do capitalismo primitivo. A celebração do talento, a remuneração do talento.

Por isso, SS, pergunto: a quem interessa a esperteza acima dos direitos dos outros? Interessa àqueles que querem ver de volta a lei da selva. Interessa àqueles que não se interessam por um Brasil mais rico e mais justo, que não se importam se vamos ter diante do mundo a imagem de larápios selvagens, se vamos ser sempre encarados como parceiros não confiáveis. Interessa àqueles que querem a moratória da credibilidade. Eu acreditava, como tantos brasileiros, que SS, o grande contribuinte, não pode desejar ser incluído entre estes traidores da classe e da pátria. Usando descaradamente um produto que tentou comprar e que sabe que foi comprado pela concorrência, SS, talvez sem perceber, proclamou seu desejo pelo retorno à selvageria, seu desprezo pelo talento que o trouxe tão longe. Um tiro no próprio pé.

Por tudo isso, hoje me sinto autorizado a perguntar: "SS, está certo disso?". Está certo isso?

O programa "Big Brother" foi concepção brilhante de um SS holandês que exportou sua cria, com altos lucros, para todo o mundo. "A casa dos artistas" é uma vergonha para qualquer artista. Se o precedente criminoso não for exemplarmente punido, logo não haverá casa nenhuma para artista algum. O talento será expropiado, vilipendiado, jogado na sarjeta do mau oportunismo.

Na vala comum do vácuo da lei, todos perdem: patrões e empregados, produtores e consumidores, palco e platéia.

Tínhamos uma coisa em comum, SS. Desejávamos um Brasil maior e melhor, e trabalhávamos para que este ideal se tornasse mais próximo. Acreditávamos na competição leal e na criação de oportunidades iguais para todos. Você virou casaca, SS, passou para o outro lado, o time dos aventureiros sem escrúpulos. Mudando de trincheira, SS, você se juntou aos que estão fadados à derrota, pois a Justiça vai triunfar. E aí, será tarde mais, SS: você não só terá cuspido no prato que o alimentou como também terá cavado a própria cova e manchado irremediavelmente sua até então bela biografia.

Vou repetir, SS, é isso que você quer? Está certo disso? Posso perguntar?
(Pedro Bial, rede Globo)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:55 PM


segunda-feira, dezembro 03, 2001



Esta coisa aí é a tão esperada "A Coisa" que foi alarmada alguns meses antes como a mais revolucionária invenção das últimas décadas, comparada até a invenção da Televisão. Não deixa de ser um patinete metido a besta, que ainda por cima precisa ser recarregado de tempos em tempos...
A revolução, segundo o inventor, está no mecanismo de equilíbrio, feitos por giroscópios, fazendo "A Coisa" se mover com o movimento do corpo do passageiro.
Legal !! Vamos botar os membros da "FAT FAMILY" para testá-lo...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:39 PM







Nome : Dhuvi-Lúvio
Local: Batel-Pr
Email para mim


EM CURITIBA

Links
Antigos

Powered by Blogger
Site Meter