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Deixa com o Beque !!

sexta-feira, abril 05, 2002

Dicionário de Carioquês / Português

Aê -
1. Advérbio de lugar ("A parada está por aê). 2. Vocativo genérico ("Aê, tu
viu a parada?). 3. [p+ ] Partícula composta iniciadora de frase ("Pô aê, sei
lá, bro").

Arroz -
[do fenício aquele que só acompanha] Sujeito que vive rodeado de mulheres,
tem muitas amigas, é doido pra ficar com todas e não pega uma sequer. Sin.
Arame-liso (cerca mas não machuca); mestre-sala (dança em volta, apresenta
pra todo mundo mas não encosta e não deixa ninguém encostar).

Bagaray [adj.] -
v. Pacaraio.

Boiola -
Homossexual masculino; gay; bicha; baitôla, viadinho.

Bolado adj. -
Condição de incompreensão momentânea ou preocupação em qualquer nível.

Bonde -
1. Ônibus. 2. Galera, turma.

Bucha -
( Do sâncrito " Buh-chah") Indivíduo com marra de malandro mas que não passa
de um tremendo prego; malandro coca-cola (só dar um sacode que ele perde o
gás).

Caralho -
1. Interjeição ("Caralho!"). 2. [pa-] Advérbio de intensidade ("Em São
Leopoldo estava frio pracaraio.").

Chabí 1. [ttk] -
v. boiola

Chatuba -
Ato de esculhambar, avacalhar e perder a linha da forma mais sacana possível
("Eu vou chatubar nesse Enecom!").

Coé -
Aglutinação de qual é ("Coé, sangue?").

Conto -
Unidade monetária sem plural ("Essa parada custa10 conto").

Filé -
1. Mulher muito atraente, com um shape invejável. 2. Fisioterapeuta do
Romário e do Ronaldinho.

Filhadaputa -
1. Interjeição genérica de descontentamento. Pode ser usada após qualquer
acontecimento desagradável e/ou inesperado. 2. Adjetivo utitizado para
humilhar, xingar, ofender aqueles que merecem. Ver fura-olho e juiz de
futebol.

Foda -
1. Qualificação indicativa de dificuldade ("Aquela parada é foda!"). 2.
Qualificação positiva indicando algo muito bom ("Aquela parada é foda!"). 3.
Qualificação que indica algo impressionante ("Aquela parada é foda!").

Fura-olho -
Fala-se do indivíduo que incapaz de conseguir realizar o coito vive de
impedir o sucesso alheio. Ver filhodaputa.

Goiaba [adj.] -
Diz-se do indivíduo distraído, aéreo, que viaja sozinho, em goiabices.
Goiabar [verb. int.] Ato de ação de estar goiaba ("Estava lá sentado,
olhando para o céu, goiabando").

Irado -
1. Qualificação positiva relacionada a um fato, ocorrência ou objeto("O
Enecom na Unisinos foi irado!").

Lance -
1. V. parada. 2. Substância líquida usada como entorpecente, exclusive
bebida alcoólica.

Maluco -
Cara; sujeito; indivíduo ("Eu não conheço aquele maluco").

Mané -
Otário; vacilão; prego; sujeito que pisa na bola.

Massa -
Macarrão e similares. Não confundir com maneiro, paulista!

Mel -
1. Bebida alcoólica artesanal fabricada com cachaça e mel; melzinho. 2. [Ter
mel] Qualidade de atrair a atenção sentimental e/ou hormonal de fêmeas
("Aquele maluco tem mel"); v. pica-doce. 3. [malandrês] Sangue ("Levou um
soco nos córneos e começou a escorrer mel do nariz").

Mermão (masculino) -
1. Aglutinação de meu irmão ("Aí, mermão, que parada é essa?")

Mó -
Aglutinação de maior("Ih, coé? Mó otário. Aê!").

Parada -
Substantivo genérico ("Que parada é essa?", "Esqueci aquela parada em casa",
"Preciso fazer uma parada").

Paraíba -
Indivíduo nascido ou residente acima do paralelo que passa por Niterói.

Peidão -
Covarde, frouxo, borra-botas.

Péla-saco -
1. Pessoa chata; piegas. 2. Puxa-saco; baba-ovo; rabiola. 3. V. arroz.

Pica-doce [sin. Doce, pikachu] -
1. Cara pegador. 2. Sujeito pra quem muitas mulheres dão mole. 3. Cara que
arranja mulher sem tomar uma atitude, esperando que elas cheguem até ele.

Pipoqueiro -
Qualidade aplicada ao indivíduo que costuma pipocar, v. peidão.

Popozuda [ adj.] -
Fala-se da mulher que possui uma região glútea avantajada e/ou
excessivamente acolchoada.

Porra -
1. Interjeição ("Porra!"). 2. Advérbio de intensidade ("Em São Leopoldo
estava um frio da porra!"). 3. Substantivo indefinido ("Que porra é essa?").
4. Em biologia, saporra é a mulher do sapo.

Porrada -
1. Coletivo genérico (multidão - uma porrada de gente; matilha - uma porrada
de cachorros) 2. Sin. pacaraio.

Prego [adj.] -
ver mané.

Puto -
1[adj.] qualifica um sujeito extremamente vacilão. 2. Unidade monetária ("Só
eu que não ganho um puto" - Bingo da Amizade; Hermes e Renato).

Sacode -
Ato caracterizado por várias pessoas se juntando para encher de porrada uma
única.

Sangue -
Redução de sangue-bom; pessoa legal; gente boa; agradável; maneira.

Tchola (tchôla) -
ver boiola.

Tu -
Terceira pessoa do singular dos pronomes pessoais do caso reto ("Tu viu",
"Tu faz", "Tu é").

Zero-bala -
Renovado; pronto pra outra ("Tava de porre ontem, mas agora estou
zero-bala.").

Termos compostos


Perdeu a linha -
Fala-se do indivíduo que cometeu um ato inconseqüente/insensato ("Perdeu a
linha e virou seis doses de tequila em meia hora").

Na mão do palhaço -
Diz-se da condição das pessoas entorpecidas, não importa com qual
substâncias ("Virou dez copos de pinga e agora está na mão do palhaço").

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:50 PM




Acidente Indecente

O sujeito está sozinho em casa, assistindo futebol e tomando sorvete, quando de repente toca o telefone:
- Alô! O senhor é o marido da Helena?
- Sou eu mesmo! Por quê?
- Tenho uma notícia um tanto desagradável para lhe dar: ela estava no banco de passageiro de uma Ferrari conversível que capotou três vezes na Avenida Central!
- Meu Deus! - grita o marido, desesperado - Ela morreu?
- Não... O motorista morreu... Mas a sua esposa foi jogada para fora da Ferrari, caiu em cima de um arbusto e acabou escapando ilesa!
- Ufa, que alívio! - desabafou o marido - Então eu não tenho razão para me preocupar...
- Tem sim! - continuou o informante - Você nem imagina o que ficou preso na boca dela!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:49 PM




O Banco do Brasil possui um departamento chamado "Carteira de Crédito
Agrícola", que tem como uma de suas responsabilidades, fiscalizar a
utilização dos empréstimos feitos para a agricultura e pecuária.
Esta fiscalização é feita por funcionários do banco, que visitam as
propriedades rurais onde foram utilizados os empréstimos e fazem
relatórios técnicos da situação encontrada.
Abaixo, alguns trechos destes "relatórios", pinçados dos arquivos do
Banco do Brasil, transcritos exatamente conforme os originais e que são
verdadeiras "pérolas rurais".

* Visitamos o açude nos fundos da fazenda e depois de longos e demorados
estudos constatamos que o mesmo estava vazio.

* Era uma ribanceira tão ribanceada que se estivesse chovendo e eu
andasse a cavalo e o cavalo escorregasse, adeus fiscal.

* Na minha opinião, acho bom o banco suspender o negócio do cliente para
não ter aborrecimentos futuros.

* O sol castigou o mandiocal. Se não fosse esse gigante astro, as safras
seriam de acordo com as chuvas que não vieram.

* "Cobra" - Comunico que faltei ao expediente do dia 14 em virtude de
ter sido mordido pela peçonhenta epigrafada.

* Os anexos seguem em separado.

* Se não fosse o sol, tudo indicava que a chuva aumentasse a safra.

* Cliente aguarda a capilaridade pluviométrica da zona para plantar a
mandioca em local mais macio e úmido.

* A casa de farinha nunca foi para a frente porque o mutuário que fez o
empréstimo deu para trás e nunca mais se levantou.

* Fui atendido na fazenda pela mulher do mutuário. Segundo fiquei
sabendo,ninguém quer comprá-la e sim explorá-la.

* Imóvel de difícil acesso. O mato tomou conta de tudo, deixando passagem
só para animal rasteiro. Próxima vistoria deve ser feita por fiscal
baixinho.

* A máquina elétrica financiada é toda manual e velha. Fazendeiro
financiou a máquina elétrica mas fez todo o trabalho braçalmente e
animalmente.

* Gado está gordo e forte, mas não é financiado e sim emprestado somente
para fins de vistoria. O filho do fazendeiro está passando férias na
Disney.

* Trajeto feito a pé porque não havia animal por perto, só o burro do
fazendeiro. Despesa de locomoção grátis.

* Contrato permanece na mesma situação da vistoria anterior, isto é,
faltando fazer as cercas que não ficaram prontas.

* Mutuário adquiriu aparelhagem para inseminação artificial mas um dos
touros holandeses morreu. Sugerimos treinamento de uma pessoa para tal
função.

* Tempo castigou a região. O sol acabou com a farinha e a chuva com o
feijão.

* As garantias permanecem em perfeito estado de abandono. Cliente vive
devidamente bêbado e devendo aos bares e a Deus e ao mundo.

* A euforbiácea foi substituída pela musácea sem o consentimento e
autorização de nosso querido banco.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:45 PM



quinta-feira, abril 04, 2002




GRAVIDEZ NA OCEANIA
entre os arapesh, da oceania, a relação sexual é proibida a partir do momento em que a gravidez se torna visível. acredita-se que, assim, a criança pode dormir tranqüila e absorver placidamente sua alimentação. A grávida faz uma dieta para prevenir um parto difícil. a expressão "dar à luz" é usada indiscriminadamente para mulheres e homens, e tanto o homem quanto a mulher têm um papel maternal, com uma função nutritiva e orientada para fora do eu. os dois se unem para não deixar que falte alimento para a criança. assim, o pai compartilha com a esposa a tarefa de cuidar do recém-nascido. dorme toda noite com a mãe e o bebê e não deve manter relações sexuais, nem com uma outra esposa, se tiver, até que a criança dê seus primeiros passos; caso contrário, será prejudicial para ela. a mãe ama-menta o filho dedicadamente até os 3 ou 4 anos de idade, se não engravidar outra vez. quando pára de amamentar, o marido não precisa mais dormir junto e já pode manter relações com outra esposa. se a mãe se ausenta, o pai, com muito prazer, fica em casa cuidando do bebê. os pais travam com os filhos uma relação suave, cordial e confiante, tanto para acariciar quanto para disciplinar e punir. não existem brincadeiras de agressividade e competição entre as crianças.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:18 PM


QUE VIAGEM

Nelson Rodrigues nunca saiu do Brasil por opção. Dizia que não tinha nenhum interesse no exterior. Deve ser verdade. No máximo um factóide.
Fico pensando em como tenho pouca vivência, como consegui passar 50 anos sem conhecer praticamente nada, ao contrário dessa minoria selecta à qual pretendo me igualar. Bem verdade que tive outras experiências, outras possibilidades se apresentaram e eu as aproveitei ao máximo.
Penso também nas experiências com o relacionamento humano, com as tentativas de encontrar parceiros de vida, pessoas que meio que 'dividissem a vida'. Hoje, olhando em volta, vejo gente que teve um número menor de parceiros, mas teve uma vida muito mais atrente, muito mais vivida, se me entendem...
Pessoas que conheceram milhões de lugares, outras tantas pessoas, amigos, casos para contar...
Nem sempre a vida acadêmica ou a do autodidata [que estuda exaustivamente] traz qualquer valor na categoria 'bagagem de vida'.
Mas o que fazer? Não se pode jogar meio século fora, como se não tivessem passado tantos anos. Muito menos a ilusão de começar de novo. O que resta é continuar vivendo e abrindo-se para novas experiências, novas descobertas. Carpe diem.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:11 PM


Coitus Ininterruptus

- Basicamente porque você fica me torturando...
- Como assim?
- Tortura. Fica me torturando...
- Explica.
- Não tem explicação pra isso. Tortura e pronto!
- Legal. Agora eu sou um torturador de menininhas.
- Tá vendo? Você joga demais... Joga o tempo inteiro.
- Mas você também não joga?
- Jogo, mas você sabe quando eu estou jogando. Com você não... Eu nunca sei quando você está jogando ou não. Parece que você nunca ficou a realmente à vontade... Parece que você nunca se entregou. Isso é muito triste.
- Nunca me entreguei?!
- Nunca. Esse lance de você ficar mais de duas horas de pau duro e não conseguir gozar.... Você não percebe? Você nunca foi realmente você...
- Nunca fui eu? Como você pode dizer isso? Você não me conhece.
- É o que eu sinto.
- Você não me conhece.
- Não. Eu te conheço mais do que você pensa... E menos do que eu penso.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:03 PM




O Joaquinzinho se casou com a Maria, a mulher mais bonita da aldeia.
E foram para a lua-de- mel. Joaquim era virgem, e ficou deslumbrado
quando descobriu a Maria nua, aquela boca linda, aqueles peitinhos e
aquela xoxotinha maravilhosa. Ele e morreu. Passou a noite toda
beijando a Maria, comendo a Maria, deve ter-lhe dado umas vinte. Alta
madrugada, um caiu para o lado, outro caiu para o outro, mortos de
cansaco. La pelas tantas, Joaquim acordou, deu com a Maria do seu
lado, peladinha, toda linda. Ele ficou olhando aquele corpo novinho
ali na sua frente, embevecido, louco de paixao. Nisto a Maria comeca a
acordar, espreguica, levanta os dois bracos e o Joaquim descobre os
dois sovacos cabeludinhos da Maria. Ele olha para aquilo, espantado,
arregala os olhos, esfrega as maos e grita:
- Meu Deus, que maravilha... mais duas!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:54 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:43 PM


O filho do Ronaldo
(Veríssimo)
A convocação do Ronaldo foi um lance inteligente. Era o único que podia ser convocado em vez do Romário sem dar protesto. É verdade que não convocaram o Ronaldo, convocaram uma perspectiva de Ronaldo. Não um centroavante mas uma presunção de centroavante. Uma esperança, uma torcida. Ninguém sabe se o joelho do Ronaldo não vai estourar no primeiro choque com um turco, ou antes. Deve ser a primeira vez na história em que convocam um convalescente, e é como se tivessem convocado um filho do Ronaldo. A linhagem é impecável, do pai todo o mundo se lembra, mas esse desconhecido, como será? Não importa. Mesmo um Ronaldo hipotético é preferível a qualquer outra alternativa. Ou é a única alternativa ao Romário que não significa guerra civil. Grande lance.
De certa maneira, o futuro do Romário na seleção depende do joelho do Ronaldo. Pode-se imaginar a cena. Véspera da partida para a Copa, último treino, Ronaldo confessa:
— Não dá.
Felipão fecha os olhos, morde o bigode e chuta o chão. Não há mais tempo para experiências, não há mais tempo para outras apostas, não há mais tempo para desculpas. Suspira e sucumbe:
— Chamem o Romário.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:43 PM




Ser avesso do avesso nem sempre resolve

Não sei se por defeito genético, herança de rebeldia, vício de criação ou por doença qualquer sou avesso a tudo que é disciplina, não me pauto por agenda, fico puto com rotinas e tudo que é método me engasga. Pois que pra mim, toda lógica tem ardil, tudo que é sólido tem uma parte movediça, tudo no mundo se move, todo mundo é diferente, todo rio tem um leito mas a água que nele hoje passa não é a mesma de ontem, nenhum caminho de ida é igual ao de voltar. Todo senso é conformista, seja comum, seja único.
Daí que por conceber dessa forma essas e outras coisas cheguei quase a conclusão que não alcançarei, nunquinha, o supremo prazer de ser assim uma criatura disciplinada, líquida e certa, feito essas que conseguem ser.
Pode ser que isso seja mesmo é um tremendo escudo pra me desobrigar da chatice do cotidiano, e, de quebra, livrar minha alma dessas culpas escrotas que azucrinam a gente todo dia. Tem dia que livra, mas... tem outros que não.

(Epifanias)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:26 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:23 PM



Escolha já o seu.......

Ontem, ao fazer compras no supermercado, fiquei estupefato com a
variedade da linha de papéis higiênicos Neve, aquele mesmo que era
anunciado antigamente pelo mordomo Alfredo. Segundo seu fabricante,
Neve é um produto sofisticado, destinado às Classes A e B.
Percebe-se pelas frescuras de cada modelo. Como o Neve Ultra, que já vem
com alguns opcionais: relevo de flores, perfume e uma microtextura, que
segundo o texto da embalagem proporciona a seus felizes usuários a
"suavidade de uma pétala de rosa" (perguntar não ofende: alguém já
limpou a bunda com uma pétala de rosa?).
Depois, tem o Ultra Soft Color (mais caro e mais metido a besta): é
laranja e vem com extrato de pêssego.
Mas demais mesmo é o Neve Ultra Protection, o top de linha. Este Rolls
Royce dos papéis higiênicos, além de conter óleo de amêndoas ("garante
maciez superior e um cuidado maior com a sua pele") em sua delicada
fórmula, vem com Vitamina E !!!.
Não é o máximo ? Agora você pode cagar e sair com o cu vitaminado !!!!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:10 PM


domingo, março 31, 2002







*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:59 AM






Veja! Cuecas! Você está precisando de cuecas. Você está mesmo precisando de cuecas. Se alguém te ver com as que você tá usando, vai achar que você é um mendigo. Estão uns farrapos. Nem prá pano de chão servem mais. Se for para um hospital ou tiver que fazer uns exames vai passar vergonha. Venha aqui. Vamos ver estes modelos.
A mesma senhora que os estava atendendo voltou com o pacote e, sorrindo, perguntou:
- Os senhores desejam mais alguma coisa? Cuecas para o senhor, talvez?
Os dois examinaram uma série de marcas diferentes. Sungas.
- Veja, meu bem, estas ficam bonitinhas em você. De que cor você prefere?
Copessini desabafa:
- Voxê xabe que xó goxto de branco. Max dextax nun goxto. Me apertam o xaco.
- Mas Cezar! Nossa! Que coisa! Quanto mais velho, mais mal educado. A moça está aqui atendendo você com o maior prazer, mostrando tudo quanto é tipo de roupa e você fica fazendo grosseria. Peça já desculpa para a moça!
Ele, recuando um passo, arregalando os olhos e abrindo os braços, atira:
- Ma que... ixto é uma cueca! Quer que eu diga que me aperta a orelha?

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:44 AM





A revista SET DVD CINEMATECA, da Editora Peixes (nas bancas de São Paulo e Rio de Janeiro) está trazendo de brinde o DVD do filme O Selvagem da Motocicleta para a sua coleção! Além de ficar por dentro de toda a história você poderá curtir esta obra-prima e conferir todos os detalhes! Francis Ford Coppola descobre talentos como toma água. Além de ter jogado Al Pacino para o estrelato depois dos dois primeiros O Poderoso Chefão, o diretor ítalo-americano colocou em campo nada menos que três candidatos a astro em O Selvagem da Motocicleta, um de seus melhores filmes dos anos 80.
Depois desse clássico de 1983, a vida de Nicolas Cage, Mickey Rourke e Matt Dillon não foi a mesma. Prestes a comemorar 20 anos de existência, o filme recebe pela primeira vez no Brasil uma nova aparência, no formato DVD, para colecionador nenhum deixar de ter na estante. Os extras incluem legendas em português e inglês e as biografias do diretor e elenco.
O disco acompanha grátis o especial SET DVD CINEMATECA, que traz tudo sobre a produção, uma biografia especial de Coppola e notas sobre todo o elenco de O Selvagem da Motocicleta. Afinal, não temos somente Dillon, Cage e Rourke.
O filme ainda é estrelado por Diane Lane, uma das atrizes preferidas do cineasta; Laurence Fishburne, ainda sem a aparência sinistra que o consagrou como o enigmático Morpheus, em Matrix; e Chris Penn, irmão menos conhecido de Sean Penn, mas dono de papéis importantes em Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino, e A Hora do Rush.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:38 AM


FUNCIONALISMO PÚBLICO
Um caboclo do interior, bem interior mesmo, tinha um touro que era o melhor da região. O touro era seu único patrimônio.
Os fazendeiros da redondeza descobriram que o tal touro era o melhor animal reprodutor e começarama alugar o bicho para ferrar suas vacas. Sempre nasciam os melhores bezerros. Era só colocar uma vaca perto dele e o touro não perdoava uma. O caboclo estava ganhando muito dinheiro com isso, o que era seu sustento.
Os fazendeiros se reuníram e decidiram comprar o touro. Um representante deles foi até a casa do caboclo e foi logo falando:
- Põe preço no seu bicho que vamos comprá-lo.
O caboclo, aproveitando da situação, falou um preço absurdo.
Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram se queixar com o prefeito da cidade. Este, sensibilizado com o problema, comprou o animal com o dinheiro da prefeitura e o registrou como patrimônio da cidade. E resolveu fazer uma festa para apresentar o touro para a cidade.
No dia da festa, os fazendeiros trouxeram suas vacas para o touro cobrir, seria tudo de graça.
Na hora da primeira vaca, o touro esbravejou, pulou, cheirou a vaca e nada.
- Deve ser culpa da vaca, disse um fazendeiro, Ela é muito magra.
Trouxeram uma vaca holandesa, amais bonita da região. O touro esbravejou, pulou, cheirou a vaca e nada.
O prefeito, puto da vida, chamou o ex-dono do animal e lhe preguntou o que estava acontecendo.
- Não sei... - disse o caboclo - Ele nunca fez isso antes! deixa que eu vou conversar com o touro.
Então o caboclo, aproximando-se do bicho, foi logo perguntando:
- O que há com você? Não tá mais a fim de trabalhar?
E o touro, dando uma espreguiçada, respondeu:
- Não me enche o saco. Agora eu sou funcionário público!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:32 AM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:28 AM





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