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Deixa com o Beque !!

quinta-feira, setembro 19, 2002

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:01 PM




"Ai bota aqui, ai bota ali o seu pezinho
O seu pezinho bem juntinho com o meu
E depois não vá dizer que você se arrependeu..."

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:58 PM




Há rumores de que o próximo Super-Homem no cinema seja o ator Keanu Reeves. Comentou-se hoje as coincidências que marcam o personagem: três atores com "Reeves/Reeve" no sobrenome - George Reeves (apesar do Reeves não ser sobrenome de batismo), Christopher Reeve e agora Keanu Reeves - e sobre os destinos trágicos dos dois primeiros: George cometeu suicídio e Christopher está paralítico desde que caiu de um cavalo em 1995. Eu até disse que se eu fosse o Keanu* teria muito medo dessa "maldição" e acabaria desistindo do papel. Minutos depois encontrei a notícia de que justamente por este motivo o Keanu Reeves declinou o suposto convite para participar do filme!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:51 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:43 PM




Não perca este site, é garantia de muito riso...

Não deixe de ler os "artigos"...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:41 PM


Guardadores de carros serão transferidos
para guardar celas de presídios


Resolver um problema social e outro de segurança pública ao mesmo tempo. Foi esse o motivo que levou à decisão tomada ontem em conjunto pelos governos das principais capitais brasileiras. Os guardadores de carros, ou riscadores, como alguns preferem chamar, serão transferidos das ruas para os presídios. E isso não se trata de nenhhuma decisão arbitrária e nem representa a prisão dos trabalhadores informais, ou riscadores, como alguns preferem chamar. A transferência tem como intuito prover um novo emprego aos flanelinhas, ou riscadores, como alguns preferem chamar. Enquanto não há motivos para que eles fiquem nas ruas achacando motoristas por dinheiro, nos presídios, a carência de mão-de-obra é clara, dada a deficiência de segurança.
Os riscadores, ou flanelinhas como alguns preferem chamar, não terão acesso às chaves das celas, ou às armas do presídio. Só ficarão do lado de fora olhando para os presos. E os idealizadores declaram não temer que os novos "guarda-celas" sejam subornados pelos condenados para auxiliar em fugas noturnas. Eles podem até receber o dinheiro adiantado. Mas, por hábito, irão para casa dormir.


*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:37 PM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:27 PM


Esclerose múltipla pode ser sexualmente transmissível

Estudo britânico divulgado nesta quarta-feira (19/09) indica que a esclerose múltipla é sexualmente transmissível.
Segundo Christopher Hawkes, autor da pesquisa e consultor do "Institute of Neurology in London" (Instituto de Neurologia de Londres), a doença é mais comum em sociedades sexualmente permissivas, e entre homens jovens e sexualmente ativos.
Um estudo anterior, feito na Dinamarca, apontou que a incidência da esclerose múltipla cresceu à medida que as mulheres adotaram os contraceptivos, e os homens deixaram de usar camisinhas. A incidência da doença teria dobrado após seis anos de uso de contraceptivo oral.
Para Hawkes, a incidência da doença entre jovens abaixo de 16 anos é de duas a três vezes maior em meninas do que em meninos. Ele atribui o fato à maior incidência de abuso sexual contra adolescentes.
A teoria de Christopher Hawkes foi criticada nesta quarta-feira (18/09) por outros especialistas, segundo divulgou o jornal Independent.
O professor Graeme Stewart, do "Institute for Immunology and Allergy Research" (Instituto de Imunologia e Alergia", em Sidney, Austrália, chamou o estudo de Hawkes de especulação.
A notícia foi publicada na edição desta quinta-feira (19/09) do Jornal britânico The Independent.
A esclerose múltipla é uma doença crônica que prejudica a transmissão de impulsos nervosos para algumas regiões do cérebro. A doença afeta o sistema nervoso central, a capacidade motora, a memória e a linguagem.
A esclerose múltipla não é uma doença fatal, e a perda total de movimentos é muito rara mesmo nos casos progressivos.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:22 PM


quarta-feira, setembro 18, 2002



Bangu 1 x 0 Liberdade
(TUTTY VASQUES)

O lugar mais seguro para um bandido carioca é a cadeia. Sem a incômoda vigilância da polícia – nem dirigível passa por lá – ou quadrilhas rivais para disputar pontos de venda de drogas, a vida nos presídios de segurança máxima de Bangu é tudo aquilo que Fernandinho Beira-Mar pediu a Deus.

Tem baile funk, churrasco, pizza delivery, mulher, droga – tudo, enfim, que se pode encomendar por celular, na cadeia tem. De vez em quando, para quebrar a rotina, apela-se para o disque-chacina. Trabalho limpo, sem sangue à vista ou cadáveres a ocultar.

O celular na cadeia tem o poder de fogo de um Ak-47 no morro. Mata-se com ele e, em caso de flagrante de apreensão, o prejuízo é muito menor. Como o risco de ser preso para quem já está é zero, qual a vantagem de estar solto, perseguido, pulando de esconderijo em esconderijo para escapar da mira da polícia ou da "mineira"?

Compare a qualidade de vida de Fernandinho Beira-Mar com a de Elias Maluco. Não tem comparação. O facínora que comandou o assassinato de Tim Lopes, último do bando ainda vivo e em liberdade, está sendo caçado como animal. Deve estar arquitetando um plano para chegar vivo a Bangu 1, nem que, para isso, precise subornar policiais. Não lhe resta outra alternativa.

A cadeia era ruim na época em que os grandes bandidos só tinham direito a televisão, frigobar e ventilador na cela. Com a chegada do celular, a coisa melhorou muito. Nem assédio sexual entre presos rola mais depois que ficou possível encomendar mulher de fora. Dia de baile todo mundo tira o atraso em noitadas funks bem mais tranqüilas que as do Morro da Babilônia, sem polícia ou bandido solto para atrapalhar.

Os presídios de segurança máxima estão se transformando nos lugares mais seguros do Rio de Janeiro, o que é uma afronta à sociedade que vive intranqüila do lado de fora das grandes muralhas. O mais justo seria uma inversão de papéis. Prender os homens de bem e manter a bandidagem em liberdade é, no entanto, uma solução que dá forma a um novo problema de exclusão: onde entram os policiais nessa história? – eis a questão. Pense nisso!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:38 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:28 PM





*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:22 PM


terça-feira, setembro 17, 2002




Megapixel: inúteis especificações digitais
por Tom Taborda


Câmeras de 6 megapixels! Nova Canon 1DS de 11,1 Megapixels ! Acessório de 22 megapixels da Sinar para câmeras de médio-formato! E pensar que o colunista John C. Dvorak (PC Mag 05/dec/2001, pg 101) sonhava com o 'número mágico' de 8 megapixels para igualar a qualidade de um negativo de 35mm.

No entato, todas estas especificações são inúteis, para compararmos dados.

Minha primeira câmera digital, Olympus D-500L, oferecia 850 kilopixels. A nova câmera -- Fuji FinePix S1 -- tem um sensor de 3,4 megapixels Super CCD (equivalente a 6,13 megapixels), a área deste sensor é maior que a da Olympus, mas ainda menor que um negativo 35mm (36x24mm). E o tal acessório da Sinar preenche um negativo de tamanho médio (38,8x50 mm).

Assim, pura e simplesmente aumentando o tamanho (área) do sensor, vamos também aumentar o número de pixels, para preencher a nova área. Sem, no entanto, alterar o que quero convencionar como a 'Pixel Density'.

Precisamos urgentemente adotar um único padrão de especificações, correlacionando o número de pixels com a área do sensor, fornecendo um número do tipo '9,35 kiloPixel/mm²' (kPx/mm² - pixels por milímetro quadrado).

O sensor da Fujix tem 23,3x15,6 mm (363,48 mm² com 3,4 Mpixels na S1; e 6,5 Mpixels na S2); o da Canon EOS 1D 28,7x17,8mm (510,86mm²com 4,48 MPixels) e a nova Canon EOS 1DS tem finalmente os sonhados 36x24mm (864mm² com 11,1Mpixels).

Fazendo as contas (número de sensores dividido por área) descobrimos que:
- a Fujix S1 tem 9.354 pixels por milímetro quadrado
- a Canon 1D tem 8.769 pixels por milímetro quadrado
- a Sinar tem 11,34 kPixels/mm²
e a novíssima
- Canon 1DS tem 12.847 sensores por milímetro quadrado, ou 12,85 kPx/mm²

Caramba: mais de dez mil sensores espremidos num milímetro quadrado... Imagino qual será o limite teórico para a Pixel Density (falando nisso, quantos cristais fotossensíveis, por milímetro quadrado, existem num slide convencional de 35mm?)

Mas, fazendo as mesmas contas, descobrimos que a Fuji FinePix S2 Pro tem impressionantes 17,88 Kpixel/mm², num sensor menor.

Fazendo uma projeção matemática (multiplicando a Pixel Density pela área desejada), portanto, se a Fujix apenas aumentar o tamanho do sensor, para equivaler um negativo de 35mm, teremos uma câmera de 15,5 Megapixels; mas, como a tecnologia dos sensores hexagonais Super CCD da Fuji dobra a resolução efetiva, produzirá imagens equivalentes a 31 MegaPixels!

Eis uma bela corrida para acompanharmos. Os fotógrafos agradecem.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 7:27 PM






TUDO DO VELA

* Presos plantavam maconha no Bangu I. Pé de maconha em presídio é nonsense puro! Pelo menos, como a maconha era para consumo próprio, eles estariam preconizando uma música do Planet Hemp, “Não compre, plante”, dando assim um belo exemplo não financiando o tráfico de drogas. Palmas para eles!

* Agora, isso sim é notícia importante: Chiquinha, do seriado Chaves, sofre princípio de infarto.

* Novidade entre os manés motorizados aqui do Rio: uma luz colorida debaixo do carro. Já vi luz verde e luz azul. A malandragem é completada com vidro fumê. O carro fica parecendo um OVNI de longe. Mas perto, em vez de Objeto Voador Não Identificado, o que se vê é um OAVI, Otário Ao Volante Idiota.

* Muito bom o comercial do guaraná Antarctica do Cascão zoando o corte “xavasca de puta gorda” do Ronaldinho. É um alento no meio de tanta propaganda mongolóide. Fica a dúvida: será que os publicitários acham que os consumidores são débeis mentais ou os consumidores são mesmo débeis mentais?

* Um casal de repórteres do JB provou os pratos do cozinheiro Tyrso. O repórter, que teria a incumbência de provar a Manuela, não fez o serviço. Poxa vida, isso não é jornalismo! Se eu fosse o editor mandava voltar pra complentar a matéria!

* Cenas do centro da cidade. 1a) Um vendedor de rua faz a demonstração de um boneco de corda que dança sozinho. Ele canta uma música da Xuxa e avisa pras pessoas que se amontoam em volta que “não é macumba, é segredo que eu só conto pra quem comprar”. 2a) Entrada do metrô Carioca. Um grupo de garotas grita efuzivamente na sacada da escada. Em baixo, num palco, um garoto faz cover do Ricky Martin. A cada passo caliente, as meninas vão à loucura, num sentimento tão verdadeiro quanto o “cantor”.

* O bozo se superou ontem no programa neuronio da MTV... levou uma surra da Rita Cadillac.... e o cara insiste em fazer essas aparições na mídia com aquela roupa ridícula, mesmo querendo ser eleito a deputado, como já foi postado aqui antes....será que ele vai querer ir pro planalto vestido de palhaço?!?! e ainda fazia declarações emocionadas à bozolina, sua esposa, e ao filho, não-sei-o-quê Bidu... lamentável...
Destaque também para a participação da Sra Cadillac, que teve direito a dancinha empinando a bunda e tudo mais... mundo bizarro é isso aí...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 7:13 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 7:09 PM


PALAVRAS DE GORE VIDAL

Não acho que nós, o povo americano, merecêssemos o que aconteceu. Tampouco merecemos o tipo de governo que temos tido nos últimos 40 anos. Nossos governos atraíram esses fatos para nós com as ações que empreenderam em todo o mundo. Infelizmente só recebemos desinformação do "New York Times" e outros meios oficiais. Os americanos não fazem idéia da extensão dos danos causados por seu governo. Desde 1947-48, já lançamos mais de 250 ataques militares contra outros países, sem provocação anterior. Trata-se de grandes ataques em toda parte, do Panamá ao Irã. E essa nem sequer é uma lista completa. Ela não inclui lugares como o Chile, já que aquela [a deposição de Salvador Allende em 11 de setembro de 1973] foi uma operação da CIA. Incluí na lista apenas os ataques das Forças Armadas. Ou essas coisas não são ditas aos americanos ou lhes é informado que atacamos porque, digamos, [o ex-ditador panamenho Manuel] Noriega era o ponto nevrálgico de todo o tráfico mundial de drogas, e precisávamos nos livrar dele. Então, no processo de nos livrarmos dele, matamos alguns panamenhos. O governo se aproveita da relativa inocência dos americanos ou, para ser mais preciso, de sua ignorância. É provavelmente por isso que não se ensina geografia, de verdade, desde a Segunda Guerra Mundial -para manter as pessoas na ignorância sobre onde estamos detonando tudo, sobre por que a Enron [empresa de energia que quebrou em dezembro passado] quer explodir tudo ou por que a Unocal, uma grande empresa que constrói oleodutos, quer que uma guerra comece em determinado lugar. E as pessoas dos países que recebem nossas bombas ficam iradas. Os afegãos não tinham nada a ver com o que aconteceu ao nosso país em 11 de setembro. Mas a Arábia Saudita, sim. Parece que Bin Laden está envolvido, mas não sabemos ao certo. Quero dizer, quando fomos ao Afeganistão para tomar conta do país e detonar tudo, nosso general em comando, indagado sobre quanto tempo levaria para encontrar Bin Laden, fez cara de surpreso e disse: "Bem, não é para isso que estamos aqui".

*Publicado por Dhuvi-Luvio 7:03 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 7:00 PM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:51 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:47 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:46 PM


A opção de querer trabalhar no tráfico é tomada porque as crianças vêem pouca perspectiva de ter acesso a bens... que qualquer jovem de classe média consegue comprar... Eles buscam também status... temor, respeito e admiração


Soldados do morro: "O número de mortes de menores vítimas de armas de fogo no Rio é maior do que as mortes de menores em países que passam ou passaram por situações de guerra, como Israel, Angola, Colômbia ou Iugoslávia.
Entre 1998 e 2000, morreram 7.465 menores, vítimas de arma de fogo, na cidade do Rio; no mesmo período, morreram de 2.000 a 5.000 menores na Iugoslávia, no Conflito de Kosovo.
Entre 1979 e 2000, morreram 48.813 menores, vítimas de arma de fogo, na cidade do Rio; em Israel, no mesmo período, morreram 13.000 menores nos conflitos entre israelenses e palestinos.
De 1978 a 2000, morreram 49.913 menores na cidade do Rio, vítimas de arma de fogo, enquanto, na Colômbia, 39.000 menores morreram por causa das guerrilhas, com as Farc.
Os menores e adolescentes que trabalham para o tráfico no Rio têm características semelhantes às de crianças e jovens soldados em países que passam por guerras. Desde os 12 anos, já começam a querer trabalhar no tráfico. Dependendo da confiança do traficante superior, podem até receber armas, salários e funções mais importantes.
A opção de querer trabalhar no tráfico é tomada porque as crianças vêem pouca perspectiva de ter acesso a bens como tênis, roupas de grife e outros objetos que, normalmente, qualquer jovem de classe média consegue comprar e que, naturalmente, são também objetos de desejo dos pobres.
Eles buscam também status, pois o fato de carregarem armas faz com que sejam temidos, respeitados e até admirados por uma parte dos adolescentes da favela e de fora dela.
Setenta e nove por cento dos jovens não se identificam com nenhuma facção criminosa; mesmo assim, metade dos adolescentes não entra em favelas controladas por facções rivais da organização que comanda o local onde moram. Mesmo que não tenha nada a ver com uma das facções, isso faz com que um jovem que more no complexo do Alemão, controlado pelo Comando Vermelho, não visite um colega do complexo da Maré, comandado pelo Terceiro Comando."

Trechos de Soldados do morro são iguais aos das guerras: morte de jovens por armas no Rio é maior que a de países em guerra, de Antônio Góis, Folha de S. Paulo, a partir de pesquisa coordenada pelo antropólogo inglês Luke Dowdney e divulgada pelo ISER, divulgada no Seminário sobre Crianças Afetadas pela Violência Armada Organizada

*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:45 PM


segunda-feira, setembro 16, 2002


Um professor de química queria ensinar aos seus alunos do Primeiro Grau
os males causados pelas bebidas alcoólicas e elaborou uma experiência que
envolvia um copo com água, outro com cerveja e dois vermes.
- Agora alunos, atenção ! Observem os vermes - disse o professor, colocando
um deles dentro da água.
A criatura nadou agilmente no copo, como se estivesse feliz e brincando.
Depois, o mestre colocou o outro verme no segundo copo, contendo cerveja. O
bicho se contorceu todo, desesperadamente, como se estivesse louco para
sair do liquido e depois afundou como uma pedra, absolutamente morto.
Satisfeito com os resultados, o professor perguntou aos alunos:
- "E então, que lição podemos aprender desta experiência?"
O pequeno Juquinha levantou a mão, pedindo para falar, e sabiamente
respondeu:
- "Beba muita cerveja e você nunca terá vermes."

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:49 PM


Dez anos depois, Chico Anysio se reconcilia com os cassetas
MARCELO BORTOLOTI
free-lance para a Folha de S. Paulo

DEIXANDO as mágoas para trás, o pessoal do Casseta & Planeta e o humorista Chico Anysio se reconciliaram na última terça-feira, quando os personagens Bozó e Alberto Roberto contracenaram com Reinaldo, Hélio de La Peña e Maria Paula. As cenas deverão ir ao ar depois de amanhã e põem fim às rusgas surgidas há cerca de dez anos, quando os cassetas iniciavam a carreira na TV e foram duramente criticados por Chico.

"O Chico nos soltou algumas farpas, mas a personalidade dele é assim mesmo, não foi uma exclusividade nossa", diz o casseta Cláudio Manoel, que teve a iniciativa de convidar o veterano humorista para uma participação especial.

"Sua participação tem essa coisa legal de causar um ruído. Agora que o programa completa dez anos, é interessante receber um convidado que não teria espaço há algum tempo atrás porque não gostava muito da gente", afirma Manoel.

Os próprios cassetas escreveram as falas de Chico Anysio como Bozó e Alberto Roberto. No caso deste último, o quadro faz uma pequena alusão à antiga desavença.

"O cara [Chico" é uma lenda na TV brasileira, dispensa elogios, todo mundo sabe. Ele marcou a história do humorismo no Brasil com tipos absolutamente geniais, que orgulhariam qualquer criador de humor", enaltece Manoel, que interpreta o marombeiro Massaranduba e "seu" Creysson.

Chico afirma ter ficado satisfeito com o resultado e elogia o trabalho de redação dos cassetas. Segundo ele, também em termos de representação dramática -a principal crítica feita por ele aos cassetas no passado-, o grupo evoluiu bastante.

"Não há como comparar o trabalho de hoje com o do começo. Eles não eram atores, se escoravam num texto muito bom, e assim vieram. Hoje já sabem como a coisa deve ser feita. Já sabem compor um tipo sem escorregões", avalia Chico Anysio.

O humorista diz, no entanto, que nunca teve qualquer desavença com os cassetas: "Isso é lenda. Eu sempre gostei do humor deles, e sempre fui seu leitor no tempo da revista". Cláudio Manoel concorda em parte, dizendo que realmente não havia um clima pessoal, porque não existia convívio para isto. "Foi meio um disse-que-disse. Mas foi bom para gerar reportagens."

"Cara justo"

Apontado como artista polêmico, Chico Anysio já entrou em desacordo com alguns colegas de profissão. Há dois anos, chegou a irritar a direção da Rede Globo ao disparar críticas severas à condução da emissora.

"Minha personalidade não é polêmica. Eu sou um cara justo, luto por mais empregos para meus colegas comediantes, por mais programas de humor, e por um respeito maior aos que pertencem a essa classe", afirma Chico.

Ele se diz discriminado. "O fato de eu atuar na televisão faz com que se cometa a barbaridade de editarem um livro, "Cem Melhores Contos Brasileiros" (Ed. Objetiva), e não incluírem nenhum meu. Minhas músicas são quase renegadas, minha pintura é desqualificada, meus comentários de futebol são considerados idiotas, minhas poesias nem chegam a ser lidas...", reclama.

Atualmente, Chico está envolvido na elaboração de novos programas que pretende apresentar à emissora. "Neste ano, já entreguei 11, e espero, até dezembro, entregar mais quatro. O aproveitamento ou não dos projetos, e nem todos são para mim, depende da TV Globo", diz.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:47 PM


domingo, setembro 15, 2002




Iraquianos poderão invadir
casas de norte-americanos


Que campo de refugiados que nada. O Conselho de Segurança das Nações Unidas tomou uma surpreendente decisão em relação ao propenso ataque dos Estados Unidos ao Iraque. Se ele de fato acontecer, toda a população civil iraquiana será removida do país e enviada aos EUA. Chegando em seu destino, os iraquianos poderão escolher a casa ou apartamento que lhes aprouver para instalar moradia. Se o imóvel estiver ocupado, eles têm o direito de decidir se querem dividi-lo com os antigos proprietários ou se preferem expulsar os mesmos. O governo norte-americano será obrigado a providenciar alimentação, educação e emprego aos imigrantes. E, depois da destruição que certamente será feita em seu país de origem, os soldados ianques serão obrigados a reconstruir tudo, pedra sobre pedra. Até que o retorno dos iraquianos expatriados seja de alguma forma viável.
Depois dessa decisão, o vice-presidente dos EUA e pilar da estupidez, Dick Cheney, estranhamente resolveu se calar e abster seu apoio à arbitrária invasão ao território iraquiano.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:25 AM






Todos estão surdos
Roberto Carlos - Erasmo Carlos

Desde o começo do mundo
Que o homem sonha com a paz
Ela está dentro dele mesmo
Ele tem a paz e não sabe
É só fechar os olhos e olhar pra dentro de si mesmo
Tanta gente se esqueceu
Que a verdade não mudou
Quando a paz foi ensinada
Pouca gente escutou
Meu Amigo volte logo
Venha ensinar meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo

Outro dia, um cabeludo falou:
“Não importam os motivos da guerra
A paz ainda é mais importante que eles.
”Esta frase vive nos cabelos encaracolados
Das cucas maravilhosas
Mas se perdeu no labirinto
Dos pensamentos poluídos pela falta de amor.
Muita gente não ouviu porque não quis ouvir
Eles estão surdos !

Tanta gente se esqueceu
Que o amor só traz o bem
Que a covardia é surda
E só ouve o que convém
Mas meu Amigo volte logo
Vem olhar pelo meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo

Um dia o ar se encheu de amor
E em todo o seu esplendor as vozes cantaram.
Seu canto ecoou pelos campos
Subiu as montanhas e chegou ao universo
E uma estrela brilhou mostrando o caminho
“Glória a Deus nas alturas
E paz na Terra aos homens de boa vontade”

Tanta gente se afastou
Do caminho que é de luz
Pouca gente se lembrou
Da mensagem que há na cruz
Meu Amigo volte logo
Venha ensinar meu povo
Que o amor é importante
Vem dizer tudo de novo

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:58 AM






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