<body>

Deixa com o Beque !!

quinta-feira, maio 01, 2003



O que você vai ler a seguir são frases colhidas de formulários de companhias de seguros, nas quais motoristas tentam descrever os detalhes de seus acidentes com os comentários mais breves possíveis. O português não foi nem corrigido para garantir a veracidade das declarações.


O pedestre não tinha idéia para onde ir, então eu o atropelei.

Eu vi um velho mole, de cara triste, quando ele caiu do teto do meu carro.

A causa indireta do acidente foi um rapazinho num carrinho pequeno com uma boca enorme.

Eu tinha certeza que o velho não conseguiria chegar ao outro lado da estrada, então eu o atropelei.

Eu disse à polícia que não estava machucado, mas quando tirei o chapéu, percebi que havia fraturado o crânio.

Eu fui atirado para fora do meu carro quando ele saiu da estrada. Mais tarde, fui encontrado numa vala por vacas perdidas.

Eu pensei que a minha janela estava aberta, mas descobri que estava fechada quando botei a cabeça para fora.

Eu bati contra um carro parado que vinha em direção contrária.

Um caminhão deu ré pelo meu pára-brisa, direto na cabeça da minha mulher.

Eu saí do acostamento, olhei para a cara da minha sogra e caí pela montanha abaixo.

O cara estava por tudo quanto era lado da estrada. Eu tive que desviar uma porção de vezes antes de atropelá-lo.

Eu vinha dirigindo já há 40 anos quando dormi no volante e sofri o acidente.

Um carro invisível veio de não sei onde, bateu no meu carro e desapareceu.

Meu carro estava estacionado legalmente, quando ele foi de ré no outro carro.

Eu estava a caminho do médico com um problema na traseira, quando a minha junta universal caiu, causando o acidente.

De volta para casa eu entrei com o meu carro na casa errada e bati numa árvore que não é minha.”

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:00 PM



Interior da catedral de São Sebastião - Rio de Janeiro

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:50 AM




“Não estamos mentindo”, disse um funcionário do governo Bush à ABC News. “Era apenas uma questão de ênfase.” Ele se referia ao modo como o governo propagandeou a ameaça que Saddam Hussein representava aos Estados Unidos. De acordo com a reportagem, a verdadeira razão para a guerra era porque o governo “desejava passar uma mensagem”. E por que o Iraque? “Fontes reconhecem que Saddam tinha todos os requisitos para fazer dele o alvo perfeito.”
Um jornal britânico, “The Independent”, informa que “serviços de inteligência dos dois lados do Atlântico estavam furiosos porque informações que forneceram a líderes políticos foram distorcidas”. Uma fonte disse ao jornal que “eles ignoraram avaliações de inteligência que diziam que o Iraque não era uma ameaça.”
Ainda não achamos qualquer arma de destruição em massa. É difícil acreditar que não encontraremos algum gás venenoso ou armas biológicas. Mas não verdadeiramente armas de destruição em massa, do tipo que poderia fazer de um pequeno e pobre país uma ameaça à maior potência que o mundo já conheceu. O presidente Bush baseou seu caso alertando sobre um “cogumelo atômico”. O Iraque, claramente, nada tinha a ver com isso — e Bush devia saber.
Importa que tenhamos sido conduzidos a uma guerra? Algumas pessoas dirão que não: nós vencemos, e os iraquianos foram libertados. Mas deveríamos fazer algumas perguntas sérias.
Por que a nossa compaixão é tão seletiva? Em 2001, a Organização Mundial de Saúde queria um programa para combater doenças infecciosas em países pobres, que salvaria milhões de vidas por ano. A parte dos EUA seria cerca de US$ 10 bilhões por ano — uma fração dos gastos com a guerra e a ocupação. Mas o governo recusou.
Parece que nossa profunda preocupação com os iraquianos não se estende a outros povos. Imagino que seja uma questão de ênfase. Um cínico pode destacar que salvar vidas pacificamente não oferece a oportunidade do desfile da vitória.
Alguns se perguntam se a maioria do público saberá que a razão original para a guerra se revelou falsa. Meu palpite é que a maioria acha que encontramos as armas. Cada achado era alardeado pela TV; mas quantos viram os anúncios de que era um alarme falso? É verdade que a guerra removeu um tirano. Mas decisões numa democracia são tomadas com o consentimento de seus cidadãos. Isso não aconteceu desta vez. E somos uma democracia — não somos?


*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:47 AM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:29 AM


Senadores arquivam relatório que pede processo de cassação contra ACM
FELIPE FREIRE
da Folha Online, em Brasília

A Mesa Diretora do Senado engavetou no início da noite desta quarta-feira, por cinco votos contra dois, o relatório que pede a cassação de ACM por suposto envolvimento nos caso dos grampos ilegais na Bahia.
Votaram a favor do relatório os senadores Heráclito Forte (PFL-PI), Alberto Silva (PMDB-PI), Romeu Tuma (PFL-SP), José Sarney (PFL-AP) e Eduardo Siqueira a Campos (PSDB-TO). Sérgio Zambiasi (PTB-RS) e Paulo Paim (PT-RS) votaram contra.
Na prática, a Mesa Diretora abrandou a decisão do Conselho de Ética do Senado que aprovou ontem, por oito votos contra sete, relatório que pede abertura de processo de cassação contra ACM.
Segundo o presidente do Senado, José Sarney, o relatório do Conselho pode voltar ao plenário se qualquer um dos senadores da Casa entrar com recurso.
O senador petista Paulo Paim disse que seu partido vai entrar com recurso contra o arquivamento do relatório.
"Assim, com essa decisão, acho que cumprimos com o nosso dever com o Regimento e com a Constituição", disse Sarney.
Segundo Sarney, a decisão da Mesa não minimiza o relatório aprovado ontem no Conselho. "Cada um exerce a sua competência e a Mesa tomou as decisões que tinha de tomar."
O presidente do Senado disse ainda que a opinião pública não a ver mal a decisão da Mesa porque as leis foram respeitadas.
Depois de arquivado, a Mesa Diretora enviou o caso para O STF (Supremo Tribunal Federal), classificando-o como "notícia crime" contra ACM.



O que que o PT espera com essa aliança com o ex-presidente Sarney? Perdeu a santa oportunidade de enterrar de vez esse cabeça de burro do "Toninho Malvadeza"...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:25 AM


Clique aqui para fazer o seguinte teste: através da expressão facial é possível dizer que uma pessoa está transando ??

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:33 AM




Chame o marido


27.Abr.2003 | O estado do Rio de Janeiro está sob intervenção conjugal. A dupla Garotinho se antecipou às “vozes ocultas” que conjuravam a intervenção federal e reconheceu que a governadora não pode cuidar sozinha da crise na segurança pública. Em outras palavras – as palavras adocicadas que oficializaram a nomeação – ela entregou seu maior problema ao que tem de mais precioso na vida. “A responsabilidade agora é minha, deixa comigo”, declarou à imprensa o Garotinho-macho. Justiça seja feita: o casal é valente. Não teme nem o ridículo.

Antes mesmo de assumir o cargo, o novo secretário mostrou a que veio. Foi ao Ministério da Justiça e, debaixo das manchetes que anunciavam a súbita adesão do Rio de Janeiro ao Sistema Único de Segurança, revogou todas as disposições da mulher em contrário. Disse que ela havia criticado a proposta por só conhecer suas “linhas gerais”. De leve, assim como quem não quer nada, ele acusou a governadora de leviandade, por malhar publicamente um projeto que ainda não estudou.

Mas isso eles que resolvam em casa. Para a vida pública, o que interessa é o cachê de R$ 40 milhões que o ex-governador Anthony Garotinho ganhou com sua performance em Brasília. Não é pouco para uma primeira viagem. Quando ele saiu do Rio, havia a ameaça de uma intervenção federal. Quando voltou, o que trazia de federal em sua bagagem era a promessa de uma verba da União para sua polícia. Ele sequer entrou em campo e já virou o jogo.

Mas o que seriam as tais “linhas gerais” que a governadora ignora? São a “letra morta” do Sistema Único de Segurança, como ele esclareceu aos jornais, como se fosse natural o futuro secretário adotar em sua administração um projeto que, de cara, ele mesmo chama de caduco. Ele certamente sabe o que quer dizer letra morta. É uma “coisa que passou a não ter significação ou valor, que já não produz mais efeito”, segundo o dicionário Houaiss. Ou um “preceito escrito que não se cumpriu, ou que já não tem autoridade nem valia”, segundo o Aurélio.

Outro político menos esperto e tarimbado do que ele poderia se enganar sobre o sentido de suas palavras. Mas o ex-governador Anthony Garotinho, não. Enganar não é um verbo que ele use sem mais nem menos na forma pronominal. Ele estava era avisando, com todas as letras, que pretende abraçar o Sistema Único da mesma maneira que adotou em 1998 o programa do antropólogo Luiz Eduardo Soares para a segurança no Rio de Janeiro.

Para quem não ouviu o escândalo, a história está no livro “Meu Casaco de General”, da editora Cia. das Letras. Para contá-la, Soares se refugiou numa bolsa acadêmica em Nova York por vários meses. Temia sofrer atentados se ficasse no Rio de Janeiro, depois que Garotinho o demitiu. Soares, que o governo Lula transformou em secretário nacional de Segurança, foi o coordenador de um programa de reforma da polícia no Rio de Janeiro que o governador sabotou antes mesmo de assumir o mandato.

Soares fez um projeto baseado em quase duas décadas de pesquisa. Na campanha, Garotinho o chamava de “nosso livro”. Depois da briga, passou a chamá-lo de seu. Mas, eleito, no dia em que saíram os resultados das urnas, ele anunciou ao coordenador da reforma que entregaria a secretaria de Segurança a José Siqueira, um general que achava as estatísticas da violência no Rio de Janeiro mais do que razoáveis porque na Bíblia, quando Caim matou Abel, a taxa de criminalidade bateu em 50%.

Na primeira reunião da equipe, o general avisou que o programa de Soares era, como se diz atualmente em Brasília, letra morta: “Todo mundo me traz um projeto diferente para a Polícia Civil, Luiz Eduardo. O que não faltam são projetos. Vamos deixar os projetos e fazer o que podemos fazer. Carlos Alberto, anota aí: procura umas delegacias que estejam precisando de uma reforma. Vamos pintar e melhorar uma duas ou três. E veja se não estão precisando de uns computadores”.

Dali para a frente, foram catorze meses de briga. Siqueira acabou demitido por Garotinho em conversa telefônica. Soares, em entrevista a um telejornal, como acontecia com seus secretários na prefeitura de Campos. Fora do governo, Siqueira e Soares se reconciliaram. E, conversando, descobriram que ambos cumpriam, sem saber, ordens contraditórias do governador, quando se engalfinhavam na sua frente. É esse o secretário que a partir de agora fará a unificação da polícia civil e militar no Rio de Janeiro, como manda o Sistema Único de Segurança Pública.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:28 AM


segunda-feira, abril 28, 2003



Uma mulher foi levada às pressas para a UTI de um hospital. Ficou em pré-coma e, neste estado, encontrou-se com Deus.

- Que é isso? - perguntou ao Criador - Eu morri?
- Não. Pelo meus cálculos, você morrerá daqui há 43 anos, 8 meses, 9 dias e 16 horas, respondeu o Senhor.

Ao voltar a si, sabendo quanto tempo ainda tinha de vida, resolveu dar uma geral. Colocou silicone, fez lipo, plástica nos olhos, operou o nariz, pintou o cabelo de louro, ficou linda e teve alta uma semana depois.
No dia seguinte, ao atravessar uma rua, veio um ônibus em alta velocidade e a atropelou, matando-a na hora. Ao encontrar-se de novo com Deus, ela perguntou:

- Puxa, Senhor, eu achei que tinha mais 43 anos de vida. Por que morri? Logo depois de ter gastado uma nota com as cirurgias!

Deus aproximou-se dela e, olhando-a diretamente nos olhos, respondeu:

- Juro que eu não te reconheci!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:07 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:04 PM




Nome : Dhuvi-Lúvio
Local: Batel-Pr
Email para mim


EM CURITIBA

Links
Antigos

Powered by Blogger
Site Meter