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Deixa com o Beque !!

sábado, agosto 02, 2003



TESTE DE CENTRALIZAÇÃO CORTADA



*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:54 PM











Preso





Eixo
Impávido
Junco
Preso
Tronco


Negros
Banhados
Vermelhos
Presos


Profundas
Rachas
Pequenos
Vermelhos


Água
Pura
Rosa
Magnólias


Quebra
Encanto
Alice
Presos


Fantasia
à
Vida






Richner

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:47 PM



Dudi Maia Rosa

Eu sempre fico com o "chicletinho" no restaurante japonês.
No Rio de Janeiro o "Paz e Amor" em Ipanema faz um polvo com arroz e brólolis bem honesto.
O que é um prato honesto ?? É aquele que não lhe deixa com fome e tem um preço bem acessível...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:44 PM










sexta-feira, agosto 01, 2003



quinta-feira, julho 31, 2003




O ELOGIO DA LOUCURA


Embora os homens costumem ferir a minha reputação e eu saiba muito bem quanto o meu nome soa mal aos ouvidos dos mais tolos, orgulho-me de vos dizer que esta Loucura, sim, esta Loucura que estais vendo é a única capaz de alegrar os deuses e os mortais. A prova incontestável do que afirmo está em que não sei que súbita e desusada alegria brilhou no rosto de todos ao aparecer eu diante deste numerosíssimo auditório. Bastou a minha simples presença para eu obter o que valentes oradores mal teriam podido conseguir com um longo e longamente meditado discurso: expulsar a tristeza de vossa alma.

Se, agora, fazeis questão de saber por que motivo me agrada aparecer diante de vós com uma roupa tão extravagante, eu vo-lo direi: pretendo imitar os antigos, que, evitando o infame nome de filósofos, preferiram chamar-se sofistas, cuja principal cogitação consistia em elogiar os deuses e os heróis. Ireis, pois, ouvir o elogio, não de um Hércules ou de um Sólon, mas de mim mesma, isto é, da Loucura.

Para dizer a verdade, não nutro nenhuma simpatia pelos sábios que consideram tolo e impudente o auto-elogio. Poderão julgar que seja isso uma insensatez, mas deverão concordar que uma coisa muito decorosa é zelar pelo próprio nome.

De fato, que mais poderia convir à Loucura do que ser o arauto do próprio mérito e fazer ecoar por toda parte os seu próprios louvores? Quem poderá pintar-me com mais fidelidade do que eu mesma? Haverá, talvez, quem reconheça melhor em mim o que eu mesma não reconheço? De resto, esta minha conduta me parece muito mais modesta do que a que costuma ter a maior parte dos grandes e dos sábios do mundo. É que estes, calcando o pudor aos pés, subornam qualquer panegirista adulador, ou um poetastro tagarela, que, à custa do ouro, recita os seus elogios, que não passam, afinal, de uma rede de mentiras. E, enquanto o modestíssimo homem fica a escutá-lo, o adulador ostenta penas de pavão, levanta a crista, modula uma voz de timbre descarado comparando aos deuses o homenzinho de nada, apresentando-o como modelo absoluto de todas as virtudes, muito embora saiba estar ele muito longe disso, enfeitando com penas não suas a desprezível gralha, esforçando-se por alvejar as peles da Etiópia, e, finalmente, fazendo de uma mosca um elefante. Assim, pois, sigo aquele conhecido provérbio que diz: Não tens quem te elogie? Elogia-te a ti mesmo.

Não posso deixar, neste momento, de manifestar um grande desprezo, não sei se pela ingratidão ou pelo fingimento dos mortais. É certo que nutrem por mim uma veneração muito grande e apreciam bastante as minhas boas ações; mas, parece incrível, desde que o mundo é mundo, nunca houve um só homem que, manifestando o reconhecimento, fizesse o elogio da Loucura.

Não julgueis que assim vos fale por ostentação de engenho, como costuma fazer a maior parte dos oradores. Estes, como bem sabeis, depois de se esfalfarem bem uns trinta anos em cima de um discurso, talvez surrupiado de outrem, são tão impudentes que procuram impingir que o fizeram, por divertimento, em três dias, ou então que o ditaram. Eu, ao contrário, sempre gostei muito de dizer tudo o que me vem à boca.

Não existe em mim simulação alguma, mostrando-me eu por fora o que sou no coração. Sou sempre igual a mim mesma, de tal forma que, se alguns dos meus sequazes presumem não passar por tais, disfarçando-se sob a máscara e o nome de sábios, não serão eles mais do que macacos vestidos de púrpura, do que burros vestidos com pele de leão. Qualquer, pois, que seja o raciocínio feito para se mostrarem diferentes do que são, dois compridos orelhões descobrirão sempre o seu Midas.

Mas retomemos o fio do nosso raciocínio. Portanto, sabeis agora o meu nome, homens...

Acompanhada e servida fielmente por um séquito de criados, estendo o meu domínio sobre todas as coisas, e até os monarcas mais absolutos estão submetidos ao meu império. Observai, senhores, que, quanto mais o homem se afasta de mim, tanto menos goza dos bens da vida, avançando de tal maneira nesse sentido que logo chega à fastidiosa e incômoda velhice, tão insuportável para si como para os outros. Por conseguinte, por obra da minha bondade, o velho se torna criança, devendo-me a libertação de todas as fastidiosas aflições que atormentam o sábio. Além disso, o meu criançola não desagrada companhia, nem sente aversão pela vida dificilmente suportada na idade robusta.

Ora, se ele fosse um pouquinho sábio, não é certo que seria o mais infeliz dos mortais? Mas, por efeito da minha bondade, uma vez isento de todo aborrecimento e inquietação, recreia os amigos e é agradável na conversação.

Julgue-me, agora, quem quiser, e confronte o bom serviço que prestei aos homens com a metamorfose dos deuses. Se os mortais se abstivessem totalmente da sabedoria e só quisessem viver submetidos às minhas leis, é certo que não conheceriam a velhice e gozariam, felizes, de uma perpétua juventude.

Observai, por favor, aquelas fisionomias sombrias, aqueles rostos torturados e sem cor, mergulhados na contemplação da natureza ou em outras sérias e difíceis ocupações: parecem envelhecidos antes de terminada a juventude, e isso porque um trabalho mental assíduo, penoso, violento, profundo, faz com que aos poucos se esgotem os espíritos e a seiva da vida. Reparai, agora, um pouco, como os meus tolos são gordos, lúcidos e bem nutridos, ao ponto de parecerem verdadeiros porcos acarnânios. Esses felizes mortais não sentiriam nenhum incômodo na velhice, se nenhum contato tivessem com os sábios. Infelizmente, porém, isso acontece. Que fazer? Vê-se claramente que o homem não nasceu para gozar aqui na Terra de uma felicidade perfeita.

Tudo o que fazem os homens está cheio de loucura. São loucos tratando com loucos. Por conseguinte, se houver uma única cabeça que pretenda opor obstáculo à torrente da multidão, só lhe posso dar um conselho: que, a exemplo de Timão, se retire para um deserto, a fim de aí gozar à vontade dos frutos de sua sabedoria.

Todas as coisas humanas têm dois aspectos, à maneira dos Silenos de Alcibíades, que tinham duas caras completamente opostas. Por isso é que, muitas vezes, o que à primeira vista parece ser a morte, na realidade, observado com atenção, é a vida. E assim, muitas vezes, o que parece ser a vida é a morte; o que parece belo é disforme; o que parece rico é pobre; o que parece infame é glorioso; o que parece douto é ignorante; o que parece robusto é fraco; o que parece nobre é ignóbil; o que parece alegre é triste; o que parece favorável é contrário; o que parece amigo é inimigo; o que parece salutar é nocivo; em suma, virado o Sileno, logo muda a cena. Estarei falando filosoficamente?


Trechos de O Elogio da Loucura (Encomium Moriae), de Erasmo de Rotterdam (1465-1536) foi publicado em Paris em 1509; tradução de Paulo M. Oliveira, Atena Editora; eBookBrasil.com. - Circulando.com

*Publicado por Dhuvi-Luvio 5:46 PM




ALÉM DA LENDA

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem
muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o
primeiro momento se procurou um bode expiatório para acobertar o
verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento e o resultado: a
forca.

Ele sabia que tudo iria ser feito para condena-lo e que teria poucas
chances de sair vivo desta historia. O juiz, que também estava
combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um
julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua
inocência.

Disse o juiz: Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar
sua sorte nas mãos do Senhor; vou escrever em um
pedaço de papel a palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO.
Você sorteara um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O
Senhor decidira seu destino, determinou o juiz. Sem que o acusado
percebesse, o juiz repartiu os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de
maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do
acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o
pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o
acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a
vibração, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papeis e rapidamente
colocou na boca e o engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram
urpresos e indignados com a atitude do homem.

Mas o que você fez ? E agora ? Como vamos saber qual seu veredicto ?
É muito fácil, respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e
saberemos que acabei engolindo o seu contrario.
Imediatamente o homem foi libertado.


[From Belair]

*Publicado por Dhuvi-Luvio 5:21 PM






Para quem comprar uma Câmera Digital

Sempre me perguntam como e qual câmera fotográfica digital comprar. Essa é uma pergunta difícil de responder pois depende do que você quer, ou melhor, do uso que você vai fazer da máquina. Se você é um fotógrafo de final-de-semana, qualquer modelo automático point-and-shoot serve. Se você é um profissional, óbvio, vai querer algo mais avançado. Estas diferenças vão influenciar diretamente no preço que varia entre 200 a 5000 reais ou de 150 a 2000 dólares. Alguns conselhos, independente do tipo de máquina que você procura, são essenciais você conhecer alguns aspectos para tomar a melhor decisão de compra :

Resolução - Quais são as resoluções máxima e mínima da câmera. Hoje é aconselhavel você comprar uma com pelo menos 3.0 Mega Pixels.

Memória - A maioria dos modelos vem hoje com um cartão de 8 Mb, vai por mim, é pouco. Na resolução máxima cabem apenas 24 imagens neste cartão. 64 Mb já está de bom tamanho. Ah! Existem vários formatos de memória : Compact Flash Cards (padrão aberto e por isso mais utilizado), Memory Stick (formato proprietário da Sony), SmartMedia ou MultiMedia Card. Fique atento qual formato utilizado em sua câmera.

Tamanho - Dê preferência a uma câmera pequena e compacta. É bem mais fácil e cômodo de carregar em uma viagem, passeio ou mesmo na bolsa.

Zoom - Fique atento ao zoom ótico e digital. O zoom ótico é aquele desempenhado pelas lentes da câmera, ou seja, o verdadeiro valor de aproximação máximo e mínimo das imagens. O zoom digital é uma enganação, funciona como se fosse a ferramenta de zoom de um software de edição de imagens como o Photoshop, sendo assim, há perda na qualidade da foto.

Luminosidade - Uma coisa é você bater uma foto linda em um dia de sol, a outra é em um show ou em uma boite com pouca iluminação. O flash sempre ajuda mas geralmente é fraco. Algumas câmeras como as da Sony tem um recurso denominado Nightshot, que aumenta a sensibilidade e o tempo de abertura do obturador. Geralmente nas especificações os fabricantes utilizam o padrão internacional ISO como nas câmeras analógicas, dê preferência a no mínimo uma com ISO 100.

Funções - Se você quer uma câmera simples o quanto mais automática melhor. Apontar, bater a foto e pronto. A câmera calcula o foco, abertura e velocidade. Caso você procure algo mais profissional e com maior controle as mais caras permitem o ajuste de velocidade, abertura do obturador, foco manual e troca de objetivas.

Tempo da Bateria - Este é um ponto muito importante. As câmeras digitais são conhecidas como devoradoras de energia. Procure aquelas com baterias recarregáveis ou você vai gastar uma baba com pilhas. Outro conselho, se possível compre uma bateria sobressalente para não ficar na mão durante algum passeio.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:16 PM





Parece que adivinhava alguma coisa muito triste que viria a acontecer.
A doença do seu avô agravava-se cada vez mais, a menina e o seu cão ficavam cada vez mais tristes.
Uma certa noite o seu cão uivava com desespero, a menina fazia-lhe festas mas o cão continuava a uivar, entre os seus uivos dirigia à menina um olhar triste e piedoso. A menina não podia imaginar que o seu cão adivinhasse um fenômeno tão triste e complexo que ela não compreendia, nem os adultos..
A sua mãe, dissera-lhe então que o seu avô estava muito doente e que iria partir para outro lugar mas que ao mesmo tempo ficaria com eles para sempre.
A menina, não podia compreender a complexidade resultante de perder qualquer coisa que no entanto nós teremos sempre.
Essa noite, a menina teve um sonho, um sonho lindo, num lugar bonito, colorido, onde só a alegria, a paz e a felicidade tinham lugar.
Voou pelo ar, guiada por uma estrela que lhe mostrou esse lugar maravilhoso ao mesmo tempo que ouvia uma voz angélica que lhe dizia:
- Anda, vem ver o teu avô.
Quando chegou a esse lugar fantástico onde tudo era lindo e viu o seu avô feliz, com o seu sorriso afável disse:
- Avô! Quero ficar contigo! Quero ficar contigo! Naquele momento acordou, não sabia o que dizer, não gostava da palavra morte e disse:
- Não, não é verdade, o meu avô só morre quando eu permitir e acreditar, e eu não permito nem acredito que isso tenha acontecido.
- Quero sonhar! Quero sonhar!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:24 PM





GRITO DE ALERTA
(Luiz Gonzaga Jr.)

Primeiro você me alucina
Me entorta a cabeça
E me bota na boca um gosto amargo de fel
Depois vem chorando desculpas
Assim, meio pedindo
Querendo ganhar um bocado de mel
Não vê que então eu me rasgo
Engasgo, engulo, reflito e estendo a mão
E assim nova vida é um rio secando
As pedras cortando e eu vou perguntando
"Até quando?"
São tantas coisinhas miúdas
Roendo, comendo, arrasando
Aos poucos com o nosso ideal
São frases perdidas num mundo
De gritos e gestos
Num jogo de culpa que faz tanto mal
Não quero a razão pois eu sei o quanto estou errado
E o quanto já fiz destruir
Só sinto no ar o momento em que o copo está cheio
E que já não dá mais pra engolir
Veja bem,
Nosso caso é uma porta entreaberta
E eu busquei a palavra mais certa
Vê se entende o meu grito de alerta
Veja bem,
É o amor agitando o meu coração
Há um lado carente dizendo que sim
E essa vida da gente gritando que não

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:06 PM







quarta-feira, julho 30, 2003

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:58 PM




PSIQUIATRIA

Afora a psiquiatria (e a psicologia mesmo) parece que existe uma certa capacidade de volume, se posso chamar assim, em nosso cérebro e espírito a suportar problemas. Não ousaria entrar aqui na conceituação de problema, do que é um enorme problema para uns e pouco importante para outros. Imagino que, cada um, saiba exatamente o que é, para ele, um problema e saiba a dimensão exata do que ele representa.
Imagino mesmo que muitas pessoas vejam as situações de maneira mais ou menos distorcida, atribuindo mais importância (quase sempre negativa) a determinados fatos que se nos apresentam do que outras pessoas. Mas aí é uma questão de ponto de vista. Se, para uma pessoa, aquilo é pesado demais, é. Ponto. Mais ou menos como um camarada que chega no pronto socorro literalmente berrando de dor por causa de uma topada no dedo mindinho e o médico lembra que, no andar de cima, tem gente com dores lancinantes causadas por um câncer determinado, por exemplo. Claro que, olhando de fora, a topada do dedinho não é nada. Mas o paciente com câncer talvez já tenha gritado na juventude pela dor da topada e assim por diante. Não estamos, portanto, diante de comparações. Eu conheço a dor da depressão ou da ansiedade e que não podem ser absolutamente mensuradas e que devem parecer absurdas para um outro que está com uma fratura exposta. Portanto, não é nada disso.
O que eu estou falando é da gota d'água, do quanto nossa mente e espírito suportam o cúmulo de dores.
Os exemplos são os mais comezinhos: um dia você bate com o carro e ele vai para a oficina, no dia seguinte sua mulher quebra o braço, um mês depois você perde o emprego, nove meses depois seu casamento acaba, três dias depois você ganha uma bolada na loteria, mas uma semana depois seu filho cai doente e por aí vai. O que é um casamento desfeito e um carro batido? Nada. Acontecimentos claramente previsíveis da vida. O que representa ganhar algum dinheiro a mais e o filho adoecer? Nada: outros acontecimentos perfeitamente possíveis da vida. E do que, afinal, está-se falando? Do acúmulo. Do quanto conseguimos resistir. Quantos acontecimentos podem ocorrer de uma forma mais ou menos seguida até a hora em que a gente simplesmente não suporta mais.
Talvez aí esteja a grande questão, o grande desafio do suicídio, filosoficamente falando.
O suicídio bem pensado, a determinação de parar, de dar um fim, distanciado do desespero e da situação de estresse, creio, está relacionada a uma espécie de capacidade de algo como um tanque, um botijão.
O gás só entra no botijão enquanto ele suporta, enquanto ele tem capacidade física disponível para suportar mais gás. Um tanque de gasolina só recebe o líquido até um ponto. Depois tudo cai, se esvai.
E não existe como mensurar o que é essa capacidade no homem. Eis a questão.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:46 PM




E o primogênito da Volkswagen sai de linha e entra para a história. Conhecido como Fusca, Beetle e por uma série apelidos carinhosos por todo o mundo, o "carro do povo" teve a última unidade produzida hoje (30), no México, depois de quase 70 anos de estrada. Foram mais de 20 milhões de unidades vendidas no planeta. O início da produção no Brasil foi em 1959 e, até 1996, ano que deixou de ser fabricado em São Bernardo do Campo (SP), 3,2 milhões de unidades saíram da linha de montagem paulista.

A primeira versão do Beetle tinha praticamente o mesmo formato de besouro da "Última Edición" mexicana, mas o motor era de 985 cm³ e gerava apenas 22,8 cavalos. Logo em seguida veio o propulsor de 1.1 litro de cilindrada e 25 cv. Foi depois da Segunda Guerra Mundial, em 1945, que o simpático carrinho entrou em processo de evolução mais acelerado. Algumas peças do motor passaram a ser feitas de liga de magnésio, a capacidade cúbica do motor chegava a 1.192 cm³ e os cilindros foram retrabalhados. Com isso, a potência atingiu 34 cv, o que era suficiente para a aceleração de 0 a 100 km/h ser feita em 35 segundos.

O rápido desenvolvimento do período pós-guerra fez aumentar a demanda por motores mais potentes e detalhes mais sofisticados. Em 1952 os pneus de lona passaram a ter nova medida (5.60 - 15), os pára-choques foram reestilizados e as luzes de freio combinavam com os "olhos de gato" instalados na traseira. No ano seguinte, o vidro traseiro deixou de ser bipartido para ter formato oval. Foi em 1955 que o escapamento ganhou saídas duplas, os freios foram redimensionados e começou a ser oferecido o teto solar de PVC.

Em 1965 o Beetle já podia ser equipado com motor 1.5 (no mercado europeu), capaz de levá-lo a 125 km/h graças aos 44 cavalos extraídos com ajuda do carburador Solex 30 PICT com afogador automático. Nesse modelo, a traseira era mais larga e havia novas fechaduras nas portas. O próximo ponto importante foi a chegada da versão conversível, em 1970. Vinha equipada com motor de 50 cv. Em 1976, o carrinho ficava mais confortável com encostos de altura regulável nos bancos, cintos de três pontos e aquecimento para os passageiros de trás.

Na década de 80, o Beetle tornou-se mais sofisticado, com ênfase à melhoria do acabamento interno, que recebeu detalhes como volante espumado, bancos mais largos e viseira do passageiro articulada. A série de itens de proteção antifurto veio em 1985. Três anos depois, o motor 1.6 passava a ser equipado com sistema de ignição eletrônica. Mas o maior avanço para reduzir o nível de emissão de gases poluentes foi em 1990, quando começou a ser empregado o catalisador. A injeção eletrônica de combustível do Beetle veio em 1993, ano em que as válvulas passaram a ser acionadas por tuchos hidráulicos.

Nos últimos dez anos, o carrinho da marca alemã manteve-se o mesmo, tendo como novidades apenas novas cores e acabamentos. Durante todo o tempo em que foi produzido foi visto com ar de admiração e se tornou um dos modelos mais carismáticos da história do automóvel. Para os fãs do Fusca, resta apenas a esperança de poder (pelo menos) ver de perto uma das 3.000 últimas unidades que foram produzidas no México. Já é certo que algumas delas (poucas) serão importadas para o Brasil e devem ser arrematadas por colecionadores.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:12 PM




TIPOS DE CAGADAS

Defende-se uma teoria, a de que todo mundo quando vai ao banheiro, "passar um fax", dá uma olhadinha enquanto puxa a descarga. Se essa teoria se aplica a sua pessoa,de quais dos exemplos abaixo você já participou?

"FANTASMA" - Você sente sair, vê o bicho no papel, mas não tem nada na privada.

"CLEAN" - Você sente sair, o bicho tá lá na privada, mas o papel tá limpinho.

"MONTINHO" - Depois de limpar a bunda umas cinqüenta vezes ainda parece que não tá limpo. Então você embola papel higiênico entre a bunda e a cueca pra não borrar.

"QUERO MAIS" - Acabou de puxar a descarga, já puxou as calças até o joelho e de repente tem que começar tudo de novo.

"HEMORRAGIA CEREBRAL" - Aquele que requer tanta força que você fica todo roxo e quase tem um derrame.

"TORPEDO" - Tão grande que dá medo de puxar a descargasem antes quebrar no meio com o cabo de uma escova de dentes.

"EMBORA EU QUEIRA" - Quando você fica sentado com uma baita dor de barriga mas só sai vento. Particularmente frustrante em banheiros públicos.

"CAMINHÃO BASCULANTE" - Sai tão rápido que mal da tempode sentar.

"AERÓGRAFO" - Versão diarréia do "Caminhão Basculante".Antes mesmo de você sentar, BUM! Uma carga explosiva recobre todo o interior do vaso de uma camada mais ou menos uniforme de respingos. A água continua limpinha.

"ILHA" - Uma massa marrom e disforme saindo pra fora da água.

"CHAMA O ENCANADOR" - Tão grande que entope o vaso e a água transborda. Você deveria ter seguido a dica do"Torpedo".

"HÉRNIA DE DISCO" - Requer tanta força que você acha que tá saindo de lado.

"ESTOU PARINDO" - Um cruzamento do torpedo" com o "Hérnia de Disco". O produto assemelha-se, em tamanho e formato, a uma lata de batatinhas Pringle's. Depois que sai você sente um vazio interior.

"RABO DE MACACO" - Não para de sair: Você tem duas escolhas, ou ir
puxando a descarga e continuar mandando brasa, ou arriscar-se a ver o bicho ir empilhando até chegar na sua bunda.

"COELHINHO" - Um monte de cocozinhos redondos que parecem bolinhas de gude e que fazem barulhinho ao cair na água.

"CABUM" - Desce de uma vez, em MRU (Movimento Retilíneo Uniforme).

"PROMETO MASTIGAR MELHOR" - Quando o pacote de Doritos da noite passada parece vidro moído ao descer.

"MORREU UM BICHO AQUI DENTRO" - Também conhecido como "LIXO ATÔMICO" ou "CACHORRO MORTO". É claro que você não avisa ninguém do odor infecto. Em vez disso, você fica disfarçadamente perto da porta do banheiro fazendo força pra não dar risada enquanto as pessoas saem correndo e engasgando ali de dentro.

"AINDA TEM UM PENDURADO" - Tem que esperar pacientemente o último pedaço cair, porque se você tentar limpar agora, vai borrar tudo.

"LANÇA CHAMAS" - Chamusca os pelinhos. Faz você jurar nunca mais chegar perto de acarajé.

"PRIMOGÊNITO" - Tão perfeito, marrom e saudável que dá pena de puxar a descarga.

"MIGUEL" - Poderia muito bem ser um "Primogênito", mas se esconde no vão da privada antes que você possa apreciar.

"LAGARTIXA" - Mesmo com mais de 10 descargas, ele continua grudado na porcelana do vaso.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:29 PM




Aposte em um atentado terrorista

Faça as suas apostas. Invista dinheiro em um atentato terrorista ou em um importante acontecimento do seu país. É o que a agência de pesquisas militar americana quer que usuários do Oriente Médio façam. A DARPA criou um website que funciona como uma bolsa de mercados futuros somente para previsões do gênero. A Policy Analysis Market (PAM) é a nova arma do órgão filiado ao Pentágono para combater o terrorismo.
O website receberá apostas de usuários mantidos no anonimato. As ações da nova bolsa podem prever de tudo. Os "contratos" abordam desde a morte de um primeiro ministro até um atentado biológico. A DARPA ainda não confirmou se a iniciativa envolverá dinheiro. Cogita-se que o retorno ao palpite certeiro será de US$ 1 por negócio. A única certeza é que as inscrições serão abertas no primeiro dia de agosto. O endereço afirma que serão disponibilizadas mil vagas para apostadores.
A intenção do Pentágono é se informar sobre atentados com antecipação através dos indicadores da bolsa. "Pesquisas indicam que o mercado é extremamente eficiente e certeiro", afirma trecho de comunicado da DARPA. "Mercados futuros provaram precisão em prever este tipo de coisas; Eles geralmente são melhores que a opinião de especialistas", menciona o documento.
Dois senadores democratas já organizam oposição à idéia do Pentágono. Byron L. Dorgan e Ron Wyden afirmaram a Bloomberg que o projeto "é moralmente errado". Os dois políticos sugeriram a agência de notícias americana que a administração Bush é conivente com "uma coisa bizantina". A DARPA teve boa parte dos seus investimentos cortados pelo senado pouco tempo atrás. A Casa Branca anulou o veto e repassou US$ 8 milhões para o PAM até 2005.
Boa parte da oposição afirma que os US$ 8 milhões serão perdidos em mais um projeto "experimental" da DARPA. O argumento de democratas é quanto ao futuro das apostas. Eles reclamam que as ações tendem ao fracasso porque ninguém irá apostar em um atentado em alta. O Pentágono certamente irá agir quando notar a real possibilidade de perigo.
Serão aceitas apostas somente com referência à países do Oriente Médio. Egito, Jordânia, Irã, Iraque, Israel, Arábia Saudita, Síria e Turquia serão os alvos dos membros da PAM. Os primeiros contratos serão negociados no início de outubro.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:14 AM


terça-feira, julho 29, 2003







Filho da Puta

Uma mulher foi-se confessar a um padre muito safado e foi começou logo a dizer:
- Padre, o meu marido é o maior filho da puta!
O padre respondeu:
- Minha filha, não diga isso do seu marido!
- É que ontem eu estava vendo TV quando ele chegou e pôs a mão nas minhas pernas.
- Mas eu também estou pondo e não sou filho da puta.
- É, mas ele tirou a minha saia também.
- Eu também estou tirando a sua saia e não sou filho da puta.
- Além disso ele tirou a minha calcinha e pegou na minha bucetinha.
- Eu estou fazendo isso também e não sou filho da puta.
- Mas depois ele começou a me comer, padre.
- E eu também estou a comê-la e continuo sem ser filho da puta.
- Padre, mas aquele filho da puta foi me dizer só depois que estava com AIDS.
- Filho da puta!!!!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 7:39 PM



(Arnaldo Jabor)

A depressão de Lula pode quebrar o país

Na História do Brasil, somos determinados por detalhes casuais, como o porre de Jânio, o golpe militar de Mourão Filho em 64, o micróbio na barriga de Tancredo em 85 ou o Fiat Elba de Collor. Que Deus me perdoe, mas como seria o governo de Lula se Celso Daniel não tivesse morrido? Suas posições sobre economia eram diferentes das de Palocci. Será que Celso Daniel faria uma “ruptura” com o modelo anterior? Será que o PT-Governo teria adotado a prudência social-democrata? Vivemos em suspense, pois o pensamento petista é, sem duvida, ambivalente e, apesar da base pragmática de Lula no ABC, contém em seu corpo a idéia de “confronto”, de “luta de classes”. Apesar de o governo tentar aprofundar a herança de FHC, com a reforma do Estado e o respeito à democracia, qualquer marola faz aparecer o maniqueísmo subjacente.

O governo tenta reformar a estrutura oligárquica e corporativa do país, mas seus militantes anseiam por uma ação radical, até violenta, pois vêem Lula como uma “terceira via” nova, vinda de baixo, ao contrário de FHC ou Blair.

Lula é mesmo uma contradição encarnada: operário e presidente, excluído e incluído, ex-revolucionário e reformista. Suportar essa contradição é o maior desafio do governo no Brasil de hoje. O governo Lula é tão inusitado, tão atípico que gera uma dificuldade conceitual e terminológica para ser descrito ou para ter seu futuro previsto. Tudo fica muito experimental, pois nosso vocabulário político, nosso repertório e código teóricos não dão conta desse ineditismo. Ainda pensamos e trabalhamos com conceitos revolucionários ou deterministas que caducaram. Num debate entre “monetaristas” e “desenvolvimentistas” ninguém tem certeza de nada, fica tudo numa zona cinzenta de “achismos” e profecias emocionais.

A dúvida assola a reflexão política brasileira: paciência X voluntarismo, processo X solução, continuidade X ruptura. Lula está bem no meio desta esquizofrenia ideológica. E, de certa forma, tanto os radicais malucos como os “maoístas cristãos”, como Stédile, consideram-se o “desejo reprimido” de Lula, o inconsciente renegado pelas injunções do Poder. Stédile e outros fantasmas desse “inconsciente” estão explodindo de todos os lados. Querem fazer surgir o “verdadeiro Lula”: será o Lula de “direita”, baixando o pau na tigrada ou o de “esquerda”, tolerando invasões e ataques?

Ninguém suporta o “mistério Lula”, essa estranha dualidade, esse centauro político-cavalo anticapitalista com cabeça liberal. No entanto, sua novidade é essa ambivalência. Por isso, creio que a maior missão de Lula é justamente suportar essa esquizofrenia, debaixo de todas as provocações voluntaristas ou simplistas.

Isso porque os velhos “sonhadores do absoluto”, os filhos “revolucionários” dos bispos idealistas da Pastoral da Terra, ignorantes e apressados, não toleram a lentidão da democracia, não agüentam a complexidade dos problemas, a ausência de luz no fim do túnel e começam a pulular de todos os lados, querendo a “radicalização” imediata. E, com isso, estão recriando um clima politico que lembra o período do Janguismo pré-64 (como apontou o Zuenir Ventura) — o mais desastroso momento de nossa História no século XX, o delírio populista e trágico que nos jogou em 20 anos de ditadura, além das seqüelas que foram culminar em Sarney e Collor. Nossa velha esquerda é campeã de batalhas sem condições objetivas, é mestra em provocar intervenções da direita oligárquica. No momento, não há clima para ditadura militar, mas uma grande crise de badernas pode nos levar a um “chavismo” caótico que seria pretexto para se desfazer a democracia institucional e dar poder a uma direita entreguista, essa sim, brutalmente “neoliberal”. Depois de terem sabotado FHC, poderão repetir a estupidez com Lula que, ao invés de chegar a praticar até um simpático “getulismo” pós-moderno, poderá cair num janguismo impotente que inviabilizará seu governo.

Os ingênuos achavam que, com Lula no poder, os radicais lhe dariam trégua, por cooperação ou crédito de confiança. Mas, ao contrário, os malucos do absoluto vêem apenas o caminho aberto para bravatas “revolucionárias” como fizeram, em 63, as Ligas do Julião, que tanto ajudaram a CIA e milicos a armar o golpe de 64. Acham que Lula não “terá peito” para reprimir ações e invasões, com sentimento de culpa por seu passado “carbonário” — o que é falso, pois Lula sempre defendeu negociações possíveis contra aventureirismos. Nossos ignorantes radicais não abrem mão da ideia de “invadir”, de “tomar” o poder pela força, como se isso fosse possível no século XXI. Nossos “revolucionários” lutam pela idéia de “totalidade”, de limpeza anticapitalista, de “purificação” pela simplicidade solidária do “povo”, que seria mais “puro” porque mais pobre, mais “sábio” porque mais ignorante. Nossos toscos ideólogos nunca suportaram as idéias que FHC trouxe para o repertório politico: a idéia de “aceitação crítica” do Brasil real contra a idéia de “ruptura”; a idéia de “processo” contra “solução”, a responsabilidade da sociedade civil contra o salvacionismo personalista.

Nossos toscos ideólogos não agüentam o “desencantamento” do mundo e têm uma insaciável saudade da “ilusão”. Não suportam a ausência da apoteose, da esperança de “plenitude” que o socialismo prometia. Por isso, o grande perigo é a busca de certezas a qualquer preço, pois essa gente têm uma fascinação secreta pelo caos, essa gente tem o estranho desejo de conhecer a catástrofe, pois acham que ali, no fragor da uma grave crise, haveria a aparição da “realidade”, finalmente a revelação de uma “verdade”.

O perigo máximo que corremos é de Lula não suportar a ferida narcísica de ser vaiado por antigos seguidores. Lula precisa da assessoria de um psicanalista no Planalto, pois uma grave depressão de Lula pode quebrar o país.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 7:01 PM




segunda-feira, julho 28, 2003







*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:26 PM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:22 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:11 PM




*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:11 PM





Estudo americano desvenda o sentido da vida


O sentido da vida, que durante séculos pensadores, filósofos e, em geral, os seres humanos buscaram, foi finalmente desvendado: "A vida é para ser desfrutada", conclui um estudo acadêmico.
A revista britânica Journal of Humanistic Psychology publica esta semana um relatório de um grupo de psicólogos, dirigidos por Richard Kinnier, da Universidade do Arizona (EUA), que se dedicou a analisar as palavras de 200 pensadores, do escritor Oscar Wilde ao imperador Napoleão. A conclusão do estudo é que "é preciso desfrutar a vida enquanto for possível".

Pelo menos isso era o que pensavam 17% dos analisados, entre eles, personalidades tão díspares como o ex-presidente norte-americano Thomas Jefferson e a cantora Janis Joplin, que morreu aos 27 anos de overdose, mas não sem antes cantar "aproveite enquanto puder".

No extremo oposto, entretanto, figuram personalidades mais pessimistas, como Sigmund Freud, criador da psicanálise, e os escritores Frank Kafka, Jean-Paul Sartre e Joseph Conrad, parte de um grupo que representa 11% dos estudados. Para todos eles, como ficou claro em seus escritos, a vida simplesmente não tem sentido.

Por sua vez, outros pensadores, como o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau e o físico Albert Einstein, autor da teoria da relatividade, achavam que o sentido da vida é "amar, ajudar e prestar serviços aos demais".

Esta foi a segunda opção de resposta que mais apareceu nas análises feitas e é também a escolhida pelo líder pacifista indiano Mahatma Gandhi, que afirmava: "Encontro meu consolo e minha felicidade me colocando a serviço de todas as vidas".

Para outro grupo de pensadores, a vida é simplesmente um mistério, como estava convencido Napoleão e também está o físico britânico Stephen Hawking, famoso por seu livro Uma breve história do tempo.

Finalmente, um menor número de estudados opinou que a vida é, simplesmente, "uma piada", entre estes, estão o cantor Bob Dylan e o escritor Oscar Wilde.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 5:57 PM



Use seu mouse perto desse gato !!






*Publicado por Dhuvi-Luvio 5:48 PM


Câncer pode morrer. De fome !!

Enquanto os cientistas procuravam a cura do câncer dentro das células doentes, o jovem cirurgião Judah Folkman começou a pensar em outra saída. Realizando uma pesquisa sobre a reutilização de hemoglobina desidratada para as Forças Armadas Americanas, ele observou que células cancerosas precisavam se ligar a vasos sangüíneos para crescer. Em 40 anos de pesquisa, o Dr. Folkman descobriu que essas células "atraem" novos vasos sangïíneos em sua direção, para alimentar-se e para espalhar pequenas células cancerosas pelo corpo, durante a metástase.
Inicialmente ridicularizado pelos seus estudos da angiogênese (processo de criação e crescimento dos vasos sangüíneos), depois reconhecido pelo valor de seu trabalho científico, o Dr. Folkman e sua equipe descobriram substâncias como a angiostatina e a endostatina e têm pesquisado a sua utilização em seres humanos.
Um jeito diferente de pensar sobre o problema pode vir a ser o caminho para a solução.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 5:39 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:24 PM




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