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Deixa com o Beque !!

sábado, novembro 22, 2003



"Quem observou o mundo em profundidade, percebe quanta sabedoria existe no fato de os homens serem superficiais".

"É com seu próprio deus que as pessoas são mais desonestas: não lhe é permitido pecar".

"A singular estreiteza da evolução humana, seu caráter hesitante, lento, com freqüência regressivo e tortuoso, deve-se a que o instinto gregário da obediência é transmitido mais facilmente como herança, em detrimento da arte de mandar".


Nietzsche

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:38 PM




Quer um conselho ? Procure no Kazaa:

Celluloid Heroes (live) - The Kinks

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:30 PM




Salmo 22 - de Davi

O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo. Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:25 PM





sexta-feira, novembro 21, 2003



-
Linha direta com Papai Noel
- Não dê o peixe, ensine a pescar
- Celebridades que você nem conhece
- Mil e tantas playmates da Playboy
- Kamasutra no automóvel - em desenhos
- Jogo da memória animado
- Nova Pocanga no pedaço

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:42 AM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:38 AM





*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:29 AM


quinta-feira, novembro 20, 2003


Google Cata-Corno
Fotos Kelly Key nua na Playboy , Kelly Key Pelada na Playboy e na VIP , fotos Syang nua Playboy , Daniella Cicarelli nua Playboy e VIP , fotos Catia Paganote paquita Miuxa nua na sexy , fotos Helen Roche nua Playboy , fotos Scheila Carvalho nua , foto Gisele Itié nua , fotos Fernanda Paes Leme nua, fotos Luciana Picorelli nua , fotos Karine Lemes nua , fotos ninja Tatiane Biscesto nua , fotos Karina Bacchi nua, fotos Manuela nua, fotos Daniela Sarahyba nua, fotos Luana Piovani nua , fotos Xuxa nua , fotos Fernanda Lima nua , fotos Angélica nua , fotos Pietra Ferrari nua , fotos Danielle Winits nua, foto Hellen Rocche nua , foto Sharon Stone nua , foto Daniela Freitas nua, fotos Ticiane Pinheiro nua, fotos Thaís Ventura BBB nua , fotos Taís Ventura nua , fotos Thais Ventura pelada Playboy , fotos Xaiane - BBB nua , Fotos Juliana Paes nua, fotos de Deborah Secco nua, fotos Luciana Gimenez nua , fotos Taty Meyer nua , fotos Luize Altenhofen nua , fotos Juliana Silveira nua. Esta foi a parte soft . Agora , tem a parte Hard : fotos ex-namorada nua , fotos travestis , fotos transexuais , fotos gays , fotos GLS , fotos festa FGV , mediCUzinhos , fotos de advogadas nuas e outras putarias...


*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:47 PM



Fafá de Belém - Ensaio na falecida revista Status

Você acha que seu blog não tem muita visita ? Que tal uma média de 200.000 (!!) acessos por dia ??
O quê ? Você acha isso um absurdo ? Pois o blog
pensamentos impuros tem essa média...
Foi onde achei essa foto da Fafá. É um blog especializado em... mulher pelada.
Ora, que novidade ! Todos estamos carecas de saber que o internauta macho gosta mesmo é de sacanagem.
Mas 200.000 page views ?? Caraca, é muito tarado acessando...


No mesmo impuros há o tão famoso vídeo da Juliana Paes nua na nova novela das oito.
Um strip-tease mais do que forçado para aumentar a audiência dos primeiros capítulos...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 5:04 PM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:04 AM






Palavras Brutas

Foi relatado que um funcionário da Ansett Austrália (Linhas Aéreas), cujo sobrenome era Gay, embarcou em um vôo recentemente utilizando o "Free Flight" operecido pela companhia para seus funcionários. Porém, quando o Sr. Gay tentou sentar em seu lugar, ele o encontrou ocupado por um passageiro comum.
Então, para não criar nenhum constrangimento, ele simplesmente escolheu outro assento. Sem que o Sr. Gay soubesse, outro vôo da Ansett no mesmo aeroporto estava tendo problemas mecânicos. E os passageiros desta aeronave estavam sendo transferidos para diversas outras aeronaves. Alguns foram transferidos para o vôo do Sr. Gay e, desta forma, todas as pessoas que estivessem viajando com o "Free Flight" teriam que desembarcar.
Funcionários da Ansett, munidos de uma lista dos portadores de "Free Flight" do avião, pediam que estes desembarcassem, como é costume, em favor dos passageiros que haviam comprado suas passagens. Como você deve lembrar, o Sr. Gay não estava sentado no assento marcado em seu nome.
Então, quando o funcionário da empresa se aproximou do assento onde o Sr. Gay deveria estar sentado, ele perguntou ao passageiro que lá estava: "Você é Gay?" E o homem envergonhado admitiu que sim, era gay. Então o funcionário da companhia disse: "Então você terá que sair do avião." O Sr. Gay, ouvindo o que estava acontecendo, tentou esclarecer a situação e disse: "Você escolheu o homem errado. Eu sou Gay!" Isto fez com que um terceiro passageiro, enfurecido, gritasse: "Inferno! Eu sou gay também! Eles não podem chutar todos nós para fora!" A confusão aumentou à medida que mais e mais passageiros começaram a gritar que a Ansett não tinha o direito de remover os gays dos seus vôos.
Foi reportado que a Ansett se recusou a comentar o incidente.


Se você quiser ver o original em inglês, scanneado,
olhe aqui.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:58 AM




LOS OLIVOS, Estados Unidos (Reuters) - Policiais passaram a noite de terça-feira vasculhando o rancho Neverland (Terra do Nunca), de Michael Jackson, na região central da Califórnia. Segundo informações de TV divulgadas na manhã desta quarta, os agentes teriam não apenas um mandado de busca como também um de prisão contra o cantor. O canal a cabo Court TV citou fontes não identificadas que disseram haver uma nova acusação de abuso sexual apresentada por um menino de 12 anos contra o músico.

A agência mundial de notícias,
Cumasca News, acaba de revelar a relação dos objetos que foram encontrados na casa do camaleão.

Veja a lista:

- 7 bonecos infláveis tamanho garoto de 9 anos e outros 3 tamanho 12 anos.
- 29 Vibradores tamanho infantil, tamanhos 3, 5 e 7 centimetros.
- 1 coleção de cuecas tamanho "pp" usadas, contendo 387 exemplares. (nenhum pentelho foi encontrado, autoridades desconfiam que foram usadas por crianças)
- 6 fantasias de estivador tamanho infantil.
- 1 uniforme colegial feminino tamanho "M". (que provavelmente era usado por michael)
- 168 exemplares da revista de nu infantil, Sexy kids.
- 32 fronhas babadas e com marcas de dente.
- 3 pregas de cu. (que teriam sido encontradas ao lado da cama de Michael)
- 987.000 filipetas com a foto do cantor Prince de 4.
- 1 manual prático do agricultor em 2 módulos: Como plantar pepinos em conserva e Como plantar baby cariot bem durinhas.
- 3 exemplares do livro: "Como fazer amiguinhos e erotizar crianças".
- 20 kits "aumente seu pênis em até 7cm para crianças".
- 5 toneladas do preservativo "Fuck and Love childrens".
- 1 DVD com o filme Branca de vitiligo e os 7 anões, pornô.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:57 AM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:52 AM




McLaren confima Montoya para 2005

A McLaren anunciou hoje oficialmente que o colombiano Juan Pablo Montoya será piloto da equipe na temporada de 2005. A transferência já era dada como certa nos bastidores da F-1 desde a metade do ano.

"Estou empolgado por ingressar na McLaren", disse Montoya. "A equipe é consistentemente uma forte candidata ao título mundial e tem uma herança fantástica. É uma grande oportunidade para mim e estou realmente ansioso para guiar um carro deles pela primeira vez. Juntar-se a eles é um desafio e uma experiência que eu aprecio completamente".

"No entanto, meu objetivo a curto prazo é se concentrar para vencer o campeonato de 2004".

O chefe da equipe, Ron Dennis, se mostrou entusiasmado com o anúncio: "Queremos vencer corridas e campeonatos e, para isso, precisamos planejar o futuro enquanto nos esforçamos no presente. A oportunidade de contratar um talento como Montoya era muito boa para se perder. Já existe uma grande quantidade de antecipação da nossa equipe para 2005".

"Juan Pablo já conseguiu um sucesso considerável em sua carreira e estamos certos que ele continuará assim na McLaren. Estamos ansiosos para ver o que ele pode fazer em nossos carros e acho que esta perspectiva deve entusiasmar os fãs da F-1 no mundo todo. No entanto, até que isso aconteça, estaremos concentrados no nosso desafio do campeonato de 2004".

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:34 AM


quarta-feira, novembro 19, 2003






*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:01 AM



terça-feira, novembro 18, 2003



O HINO NACIONAL, FINALMENTE TRADUZIDO PRO PORTUGUÊS!!!
(Nelson Moraes)

Por ocasião do 15 de novembro, fiz uma enquete junto à galera aqui da Praia pra aferir quem realmente assimilava todo o significado da letra do Hino Nacional. O Mirandinha achou que fosse uma homenagem à Elvira, uma frentista do posto Ipiranga, que ele conheceu. O filósofo Olívio de Curvello veio falando de Comte, Maçonaria e esses babados. O chef Claude Troglô disse que perto da La Marseillaise nosso Hino era pinto. Já a patroa do Mirandinha, confessando não entender realmente muita coisa da letra, afirmou adorar as partes em que se fala de "Se ergue da Justiça a clava forte", "Gigante pela própria natureza" e quejandos. Por aí.

Pois bem, depois de mais de um século de interpretações sem pé nem cabeça, por conta dos rococós parnasianos, inversões sintáticas e adjetivos neolíticos (quem não se lembra de cantar o hino na escola quebrando a cabeça com figuras de linguagem do tipo "Mais garrida", "Lábaro estrelado" e "De amor e de esperança à terra desce"?), a Praia resolveu dar uma repaginada nesta hermética porém ainda assim bela ode ao Bananão. Repare o leitor que, apesar de uma ou outra rima se perder, nenhum termo foi trocado -- preservou-se fielmente o vocabulário, mas a sintaxe recebeu a devida adaptação pro século XXI. Afinal, ao contrário das músicas do Zé Ramalho, Hino Nacional a gente tem que cantar entendendo o que diz. Ou quase.

Em primeiríssima mão, portanto, a letra traduzida pro Português. Mão no peito aí, chegado:


As margens plácidas do Ipiranga ouviram
o brado retumbante de um povo heróico.
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
brilhou no céu da Pátria neste instante.

Se conseguimos conquistar com braço forte
o penhor desta igualdade,
o nosso peito desafia a própria Morte em teu seio,
ó Liberdade!

Salve, salve,
ó Pátria amada,
idolatrada!

Brasil, se a imagem do Cruzeiro resplandece
em teu formoso céu, risonho e límpido,
um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança
desce à Terra!

Gigante pela própria natureza,
és belo, és forte, impávido colosso,
e o teu futuro espelha essa grandeza,
ó Pátria amada!

Brasil, entre outras mil, tu és terra adorada!
És mãe gentil dos filhos deste solo!
Brasil, pátria amada!

Deitado eternamente em berço esplêndido,
ao som do mar e à luz do céu profundo,
ó, Brasil, florão da América,
fulguras Iluminado, ao sol do Novo Mundo!

Teus risonhos, lindos campos têm mais flores
do que a terra mais garrida!
Nossos bosques têm mais vida,
nossa vida, em teu seio, mais amores!

Salve, salve,
ó Pátria amada,
Idolatrada!

Brasil, o lábaro que ostentas estrelado
seja símbolo de amor eterno!
E diga ao verde-louro desta flâmula:
"Paz no futuro e glória no passado"!

Mas, se ergues a clava forte da justiça,
verás que o filho teu não foge à luta!
Quem te adora não teme a própria morte,
Ó Pátria amada!

Brasil, entre outras mil, tu és terra adorada!
És mãe gentil dos filhos deste solo!
Brasil, pátria amada!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:58 PM




Paulo Francis (1930-1997)
(by Paulo Polzonoff Jr)

Quando dei por mim, Paulo Francis estava morto.

Lembro-me muito bem: estava almoçando, assistindo ao telejornal do meio-dia, como de costume. Eis que, enquanto cortava o bife à milanesa, escuto a apresentadora dizer que Paulo Francis havia morrido, vítima de um ataque cardíaco, em Nova York. Não acreditei. Deixei o bife à milanesa de lado. Não chorei, como era de se esperar, mas levantei o volume da televisão, na expectativa de conseguir enfim acreditar no que ouvia. Paulo Francis estava morto naquele fevereiro de 1997.

Não era possível porque eu o assistira no Manhattan Connection do domingo anterior. E rira à beça de uma de suas declarações. Dizia o Paulo Francis que quando fumava maconha (o que não fazia há muito tempo) tinha ganas de escutar Wagner. Houve quem reclamasse do volume das minhas gargalhadas naquele fim de noite de domingo.

Minha admiração por Paulo Francis, porém, era antiga. Criança ainda, aos 12 anos, eu lia sua coluna Diário da Corte. Não entendia patavina, mas quando entendia, ria. Na escola, um pouco maior, eu levava recortes de jornais para a professora de português me explicar. E súbito me vi sendo repreendido pela experiente professora Olinda por estar usando frases sem verbo na redação. Segundo a professora com nome de cidade nordestina, não podia usar aquilo porque no vestibular seria considerado um erro.

Hoje, curiosamente, vejo-me com o fantasma de Francis às minhas costas. A título de insulto, várias pessoas vêm dizer que eu quero ser o Paulo Francis de Curitiba. Doce ilusão. Lembro-me até de um professor universitário aqui da Cidade Sorriso, que num arroubo altruísta me mandou um e-mail cheio de insultos que culminavam com a sábia observação de que eu queria ser Paulo Francis, mas não tinha cacife para tanto. Acertou em cheio.

O fato é que jamais almejei ser Paulo Francis. Eu ria das declarações daquele homem, mas aos poucos comecei a pensar o quão amarga devia ser a vida dele. Claro que, depois de sua morte, li dezenas de depoimentos de pessoas que atestavam que Paulo Francis era um homem feliz. Para mim, contudo, ficará sempre a imagem de um homem que compreendia o mundo mas que não conseguia expor tamanha compreensão e que ao mesmo tempo não entendia como é que o resto da Humanidade podia ignorar coisas tão essenciais na vida, como ver uma boa montagem de Faustaff. Esta incapacidade de expor a compreensão do mundo aparece nos seus livros Cabeça de Papel e Cabeça de Negro, motivos deste texto.

A inteligência de Paulo Francis, claro, sempre me fascinou. Eu ficava admirado com a sem-cerimônia com que citava nomes para mim ainda misteriosos. E ficava pasmo com a capacidade de ter uma opinião certeira sobre tudo. Claro que Paulo Francis errava, errava muito. Dizem que às vezes inventava números e estatísticas só para ter algo que corroborasse sua opinião. Era, no entanto, divertido ler este jornalismo ficcional. Quem tiver boca de rir que ria.

Duas coisas me chamaram a atenção em Paulo Francis: a ojeriza por rock e a incapacidade de admirar Jorge Luís Borges. Eu era um adolescente que gostava de rock, claro. Quanto pior o rock (hoje acho que isso é um pleonasmo indiscutível), mais eu gostava. Paulo Francis, porém, era o responsável por ministrar neste espírito em formação que vos fala pílulas de bom gosto. Foi graças a ele (não escondo a fonte) que comecei a ouvir algumas óperas. As populares, somente. Foi graças a ele que atentei para a voz de Maria Callas. O jazz também me foi ensinado por Paulo Francis. Nomes como Ella Fitzgeradl, Billie Holiday, Cole Porter e Charlie Parker ouvi-os primeiro na dicção caricatural de Paulo Francis. E o rock foi, aos poucos, me sendo insuportável. A não ser, claro, para fins meramente nostálgicos, de um tempo em que não tinha maiores preocupações que não dar um beijo na segunda menina da terceira fila à direita: Simone.

Não só era um adolescente que gostava de rock como era também um adolescente que gostava de rock em busca de informação. E nisso foi lá me deparar com um Borges. O primeiro livro que li do escritor argentino foi Ficções. Arrepiei-me. Perguntava aos outros. E pensava que tinha algo mesmo errado comigo. Eis que Paulo Francis me redime, não me ensinando, mas me explicando, somente, por que Borges não me descia. Simples: um escritor feito para os acadêmicos amarem. Sob medida para semiotas (mistura de semiólogos com idiotas).

É claro que discordávamos muito, eu no meu medíocre anonimato, ele lá nas alturas da Big Apple. Posso dizer, contudo, que parte da minha base intelectual provém de citações de Paulo Francis que eu quis conhecer a fundo.

Curiosamente, quando Paulo Francis morreu eu dele não tinha lido nada. Nenhum romance, nenhuma coletânea de artigos. Alguns dias depois de sua morte, lá fui eu seguir o ritual de um bom necrófilo: na Biblioteca Pública emprestei uma edição em capa dura, do Círculo do Livro, das novelas de As Filhas do Segundo Sexo. Até hoje me pergunto se o mesmo Paulo Francis que eu admirava era mesmo o autor daquele livro absolutamente primário. Das nuas novelas nele contidas, li apenas a primeira. Uma besteira sem tamanho, uma crítica aos bons costumes burgueses, uma denúncia da hipocrisia contida no discurso sexista, etc., etc. Francis não faz senão reproduzir lugares-comuns, numa tentativa frustrada de ser um retratista de costume. Soou panfletário, tão-somente.

Insisto, porém. E depois de entregar o volume de As Filhas do Segundo Sexo, emprestei a coletânea de artigos Paulo Francis Nu e Cru. Ali estava o bom e velho Francis, em seu estilo jocoso, que os idiotas de plantão (sempre estão de plantão os idiotas) insistem em levar a sério. Ri aos borbotões. Ao mesmo tempo em que me pesava a falta de Paulo Francis semanalmente, no jornal. Por sorte eu havia guardado o recorde de anos e anos de colunas (não adianta me pedirem porque na última mudança joguei tudo fora). A má impressão causada pelas novelas de As Filhas do Segundo Sexo se dissipou. E eis que resolvi dar uma chance ao romancista Paulo Francis.

Li, então, seus romances que deveriam compor uma trilogia, Cabeça de Papel e Cabeça de Negro. Livros que releio agora, por ocasião de seu lançamento pela editora W11, dirigido por Wagner Carelli e pela viúva de Paulo Francis, a também jornalista Sonia Nolasco. Daqui do alto de um pinheiro araucária tenho o privilégio de ver as pessoas se coçarem à menção do nome de Paulo Francis, ainda mais do Francis romancista. As pessoas que o odiaram em vida e depois de morto vêem no relançamento de seus romances uma oportunidade para achincalhá-lo e ressaltar suas deficiências; já os que o admiravam não perdem a oportunidade para elevar o nome do jornalista à condição de santo.

Ambos cometem um erro primário em literatura: deixam o autor invadir a obra. A personalidade de Paulo Francis e suas opiniões sobre rock ou Borges não invalidam, a priori, seus romances. As deficiências das duas ?Cabeças? nada têm a ver com a dicção que lhe foi tão característica e imitada ad nauseam por comediantes dos mais diversos calibres. Esqueça, portanto, o Paulo Francis do Diário da Corte quando for comprar e ler seus romances agora reeditados.

Tanto Cabeça de Papel quanto Cabeça de Negro são notadamente obras de transição. O então trotskista Francis estava atentando para a falência do comunismo. Criou, pois, um personagem que é foi comunista e agora se vê cooptado pelo sistema. Nada mais clichê para os dias de hoje. Fazia, no entanto, bastante barulho numa época (remota) em que os termos ?direita? e ?esquerda? ainda faziam algum sentido.

Em suas ?Cabeças? Paulo Francis parece ter muito a dizer. E diz, mas de uma forma torrencial, verborrágica, que não chega a se definir como um romance de idéias. Há tantas referências numa frase de Paulo Francis que é necessário respirar muito fundo a cada vírgula. Já os ponto-e-vírgulas ali parecem estar para que você possa fazer uma consulta a esta ou aquela citação de Paulo Francis.

Nada que assuste o leitor, claro. Quem lia a coluna semanal de Francis estava acostumado a esta verdadeira catástrofe de referências culturais.

No romance, contudo, isso não funciona. Porque Paulo Hesse, o protagonista dos romances, é um homem que parece não saber reduzir sua erudição ao cotidiano. E basta que um veja um cego atravessando a rua para soltar expressões e nomes e teorias da cultura ocidental.

Entende-se esta opção de Paulo Francis, claro. Dela gostar, contudo, fica complicado. O escritor, ao que parece, tinha muito o que falar, mas não soube diluir tamanho conhecimento e socou-os dentro da cabeça de seus personagens, que pensam todos como intelectuais cheios de notas de rodapé no bolso. É aquela compreensão toda de que falei sendo jogada no papel sem ser devidamente depurada.

Interessante isso, porque Paulo Francis ele mesmo era contra o academicismo e contra o jargão ininteligível das universidades. Contraditoriamente, Francis precisa do aval de cinco ou seis nomes de peso para escrever simplesmente que Ivo viu a uva. Só mesmo um fenômeno paranormal, pois, pode justificar os inúmeros elogios dirigidos aos romances de Francis, seis anos depois de sua morte. O próprio escritor havia dado os romances como enterrados, como um grande fracasso em sua carreira. Paulo Francis queria escrever pelo mais nobre dos motivos: existir. Seus ?Cabeças?, contudo, não cumprem este papel. À época do lançamento, por sinal, um dos poucos que ousaram dizer a verdade ao contundente (este adjetivo parece se ter grudado à pele de Paulo Francis) jornalista foi Wilson Martins. Ele e Francis brigaram por causa das críticas negativas aos livros, mas depois, mais maduro, Francis acatou as observações definitivas de Wilson Martins às suas tentativas de ser um literato. Os elogios de agora, pois, podem ser entendidos como uma sincera e equivocada homenagem. Creio que Francis se sentiria muito mais confortável com os apontamentos sinceros de falhas estruturais graves contidas em seus romances e de um estilo apressado demais do que com elogios feitos à beira do caixão, a título de flor que enfeita uma cova que mais mereceria o silêncio inteligente.

Longe de mim achar que Paulo Francis merece algum tipo de desprezo por conta destes livros. A literatura foi um acidente em sua carreira. Melhor é pegar o volume de Waaal, uma compilação de opiniões curtas organizado por Daniel Piza.

E se deliciar com um Francis muito mais à vontade com o efêmero que há de torná-lo duradouro.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:55 PM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:38 PM





Real é a moeda mais instável do mundo, revela pesquisa

Apesar das promessas de estabilidade tanto do governo Lula quanto na era FHC, o real deve completar seus dez primeiros anos de existência como a moeda mais volátil do mundo.

Segundo estudo da consultoria Global Invest, nos últimos cinco anos, o real teve uma volatilidade (variação) anual de 17,7%, o que colocou a moeda nacional no topo do ranking das mais instáveis da economia mundial.

Desde a desvalorização de 1999, quando o governo adotou o câmbio flutuante, o real passou apenas um ano tendo uma relativa estabilidade, em 2000. Consequentemente, esse foi o único ano que apresentou um crescimento expressivo da economia (4,4%).

"Analisando o comportamento do real frente ao dólar nos últimos 5 anos, apenas no ano de 2000 vimos uma volatilidade média inferior a 10%. Isso indica que o mercado de câmbio brasileiro continua muito suscetível ao humor do mercado financeiro", diz o estudo.

Entre 1999 e 2003, o câmbio sofreria com o nervosismo do mercado em pelo menos mais quatro ocasiões: o racionamento de energia, os atentados de 11 de Setembro, a crise argentina e a tensão pré-eleitoral do ano passado. Mesmo neste ano, o real apresentou grande oscilação frente ao dólar, mas desta vez com uma valorização.

Em 2003, a moeda norte-americana chegou a ser vendida por mais de R$ 3,60, e recuou para cerca de R$ 2,80, passando nos últimos dias para o patamar de R$ 2,90. Em 2002, ano de maior volatilidade, o dólar saiu da casa dos R$ 2,30 para chegar a R$ 4 no auge da crise.

Na comparação com outros países emergentes as oscilações do real só se aproximam das registradas pelo peso argentino e pela lira turca, além das moedas da África do Sul (rande) e da Indonésia (rúpia). Essas moedas chegaram a ter uma desvalorização bem maior que a alcançada pelo real. Mas na média dos últimos anos, a moeda brasileira acabou se consolidando como a mais instável.

Futuro incerto

Segundo a Global Invest, a previsão para os próximos anos também não é otimista pois o Brasil precisará continuar contando com a estabilidade da economia mundial e a entrada de capital estrangeiro, que pode "fugir" para outros países ao primeiro sinal de crise.

"Apesar de estarmos vivenciando uma das mais baixas volatilidades em relação às outras moedas no período, nenhuma mudança efetiva para amenizar uma futura volatilidade ocorreu", diz a consultoria.

"O problema do Brasil tem início pela taxa de câmbio. Porém, nada de concreto foi realmente elaborado para se controlar essa volatilidade. Atualmente vemos uma continuidade de um ciclo vicioso, no qual o BC tornou-se refém de suas próprias ações."

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:18 PM





A violência desmoraliza a luta de classes

Ontem vi um documentário incrível sobre os motoboys . Chama-se “Moto boys — Vida Loca”, dirigido por Caito Ortiz e produzido por Francisco e Adriano Civita, mostrando o horror cotidiano dessa profissão que mata dois por dia em São Paulo. Depois, eu vi a edição de “A Revista” da Takano, feita por Marcos Weinstock, sobre os 20 anos da CUT, onde há cenas em CD sobre as greves do ABC nos anos 80, mixadas ao filme “Eles não usam black-tie”, de Leon Hirszman.

Não quero bancar o “emocionalzinho” por causas sociais mas, vendo o Lula falar para milhares de metalúrgicos, editado com a morte do operário no filme de ficção, vendo a mistura de fantasia com realidade, chorei. Em seguida, pensei, “pós-modernamente”: “Mas, afinal, por que estou chorando?” Não era pena dos operários. Eu estava com pena de mim, claro, porque só choramos por nós mesmos. Mas eu chorava também por outra coisa — eu chorava por saudades da “simplicidade”. Explico: as coisas pareciam possíveis, fáceis de realizar, quando eu era jovem cineasta do Cinema Novo, quando Leon fez esse filme, quando o Lula comandou essa greve. Eu chorava pelo tempo das “possibilidades”, ilusórias ou não.

E hoje? Somos assaltados pelo sentimento de que nada mais tem solução. Tão intrincada está nossa vida política e social que ninguém sabe que caminho tomar. Vendo esse filme dos motoboys , sinto que os fatos estão além das interpretações. Os problemas sociais se ampliaram em problemas urbanos, em um só “grande enigma”, como se fossem questões que assolassem “a todos”, criando também um caldo de cultura de uma certa “democracia da desgraça”, em que todos se “danassem” juntos. Não é verdade. Há problemas burgueses e problemas proletários (essa palavra devia ser reposta em circulação). Há uma diferença em analisar a questão da violência de dentro dos “Jardins” e de dentro da favela. Há uma grande diferença entre estar a favor dos motoboys e ser um motoboy . Há problemas, sim, específicos dos mal pagos e juntá-los numa grande cesta comum a todas as classes é uma maneira malandra de escamotear a injustiça e a exploração do trabalho. A análise crítica dos bodes pretos atuais é feita por uma reflexão de classe média que contamina até os próprios pobres; senti isso quando vi um motoboy dizendo bobamente que “ganha bem”: R$ 450 por mês.

Entre 64-74, quando já nascia uma consciência dos erros da esquerda nas derrotas para os militares, o chamado “milagre” brasileiro, às custas da dívida que pagamos até hoje, mascarou a clareza que surgia. Com aquele “progresso” torto, confundidos pela tragédia suicida da guerrilha urbana, perdemos qualquer sensatez política, caindo numa espécie de misticismo niilista e contracultural.

Depois, no fim da ditadura, cultivamos a esperança de que a volta da liberdade nos salvaria. E descobrimos que a democracia formal, a zona do período Sarney-Collor, só nos trouxe o caos e a inflação de até 80% ao mês. Tínhamos democracia mas não tínhamos República. Entendemos que era preciso desconstruir o grande bode geral das instituições e do Estado. FH se arrogou essa tarefa, indo além da velha agenda da esquerda que só pensava em luta de classes. FH ampliou essa agenda para a crítica da endemia social do país, da estrutura patrimonialista e oligárquica que tinha se ser modificada. Isso provocou o ódio de velhos combatentes leninistas. Mas FH fez um grande arejamento no socialismo canônico e colocou-o de lado, taticamente, para poder reformar e modernizar as estruturas do Estado. FH fez uma crítica prática da mitologia da esquerda, que aliás o próprio Lula já tinha começado 15 anos antes, no ABC. O período FH foi de “outras palavras”, um parênteses na linguagem ideológica tradicional. Foi muito útil, pois o Brasil , antes de ser um país injusto, é uma terra aprisionada numa estrutura antiga que torna a luta por direitos sociais impossível de ser travada com êxito, pois qualquer vitória popular será tragada pelo Sistema excludente.

Lula, agora, está tentando continuar as reformas inevitáveis que FH não conseguiu terminar (inclusive por culpa do PT), para em seguida “aprofundar” com sua autoridade de operário, com o “brasão” dos miseráveis, uma social-democracia de baixo para cima, não “do alto” do desejo de cientistas sociais, mas a partir de uma vivência concreta, com sua mão de operário sem dedo.

Até agora, Lula prometeu mudanças sociais com crescimento, mas a verdade é que ele também não sabe o que fazer, nesse enigma de “terceira via”. Ninguém resolveu esse teorema. E é duvidoso que um Estado conseguirá impor um crescimento econômico — quem cresce são as empresas. Nem impor uma justiça social — quem sofre são os trabalhadores.

Por isso, acho que, assim como temos de propiciar condições para o crescimento da iniciativa privada, temos também de criar políticas de estímulo para que a luta de classes possa ocorrer. O Estado não distribui justiça, mas tem de abrir espaço para as reivindicações sociais. Democracia liberal não é privilégio de empresários e financistas do status quo . Liberalismo também é para os trabalhadores poderem exigir direitos.

Se olharmos a extensão da pobreza dos operários do país, mal pagos, abandonados, sem poder de reivindicação, vemos que crescimento econômico puro nunca acabará com má distribuição de renda. As lutas sociais ficaram esquecidas e desmoralizadas como antigas e caretas. A complexidade do capitalismo global e tecnológico desarmou a velha política sindical. Movimentos alienados e dominados por incendiários como o MST, alimentados por bispos ignorantes também descaracterizaram a luta no campo, com “líderes” oportunistas querendo influir até na OMC.

Até mesmo a violência do tráfico está desmoralizando a idéia de “luta de classes” como coisa perigosa, de favelados e assaltantes, como se fosse uma guerra suja e criminosa. De modo que, para além dos mitos e contramitos da época, a boa e velha luta de classes vai ter de ser restaurada. Sem luta social não há ganho contra a usura.

Não bastará o espetáculo do crescimento; será necessário o espetáculo da distribuição de renda. E não se trata de dar presentinhos aos pobres nem, como um novo Jango, peleguizar o movimento sindical (que aliás está sendo até inibido pela presença de Lula no poder); depois de reformas essenciais do Estado, trata-se de deixar a arena livre para as lutas entre empregados e patrões. A democracia não é somente para garantir direitos aos já instituídos com seus privilégios seculares. Democracia também é para dar direitos de luta, luta de classes, sim, pois o mundo pode ter mudado, mas a única maneira de se combater o egoísmo será com sindicatos fortes, com greves, com os velhos instrumentos do século XIX. Pobres e excluídos também fazem parte da “complexidade” do Sistema.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:59 PM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:10 PM





TRÉPLICAS

Homem: Sabia que você é linda?
Mulher: Pena que não posso dizer o mesmo...
Homem: Faça como eu, minta!!!

Homem: Eu queria te ligar. Qual e o seu telefone?
Mulher: Está na lista.
Homem: Mas qual é o anuncio?

Homem: Este lugar está vago?
Mulher: Está, e este aqui onde estou, também vai ficar se você se sentar aí.
Homem: Obrigado, estava mesmo precisando de dois lugares, minha noiva já está chegando!

Homem: Então, o que você faz da sua vida?
Mulher : Eu sou travesti.
Homem: Já percebi! Você esqueceu de fazer o bigode!

Homem: Será que eu já não te vi em algum lugar?
Mulher: Claro! Eu sou a recepcionista da clínica especializada em doenças venéreas, não se lembra?
Homem: É isso mesmo! Já conseguiu pagar o tratamento com o seu trabalho?

Homem: A gente vai para a sua casa ou para a minha?
Mulher: Os dois. Você vai para a sua casa e eu vou para a minha.
Homem: Que pena! É que minha empregada foi embora e eu pensei que você pudesse ir lá em casa fazer uma faxina.

Homem: Ora, vamos parar com isso: Nós dois estamos aqui nesta boate pelo mesmo motivo.
Mulher: É, pra pegar mulher...
Homem: Então, apresenta logo a sua amiga aí do lado!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:19 AM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:10 AM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:42 AM






Cartão de memória de plástico custa menos e tem mais capacidade

Engenheiros da Princeton University (EUA) e dos laboratórios de pesquisas da HP desenvolveram um dispositivo de memória a partir de plástico condutor e silício. A combinação dos materiais resultou em um cartão de memória barato e supercompacto, mais rápido e simples de usar do que os tradicionais CDs.

Os especialistas detalharam a invenção na edição desta quinta-feira (13) da Nature (www.nature.com). Eles explicam que a mídia pode ter medidas muito pequenas porque não implica no uso de partes móveis para a sua leitura, como o laser e drive exigidos pelo CD.

Stephen Forrest, professor de engenharia elétrica da Princeton University, disse que a criação se trata de algo híbrido. "Produzimos um dispositivo orgânico (o polímero de plástico) e ao mesmo tempo inorgânico (uma fina camada de silício)", contou.

O novo equipamento funciona como um CD na hora de gravar os dados. Até mesmo porque a gravação dos dados envolve mudanças físicas permanentes --e pode ser feita apenas uma vez. No entanto, ele também se pareceria com um chip de memória convencional, pois pode ser conectado diretamente a um circuito eletrônico e não se movimenta.

O dispositivo pode ser produzido a um custo tão baixo que não é prejuízo usa-lo apenas uma vez, diz Forrest.

Os circuitos de memória são tão pequenos que, de acordo com os testes feitos pelos engenheiros, conseguem armazenar 1 megabit de dados em um dispositivo de 1 mm2, com a espessura de uma folha de papel. Se usar os circuitos montados em bloco --um sobre o outro-- o dispositivo é capaz de gravar mais de 1 GByte --ou cerca de mil imagens de alta definição, num espaço de 1 cm 3 (algo semelhante à medida da ponta de um dedo).

Forrest diz que transformar a invenção em um produto comercial exige mais trabalho --envolve a criação de um processo de produção em larga escala, além de testes de compatibilidade com os eletrônicos existentes atualmente no mercado. Segundo o engenheiro, isso levaria cerca de cinco anos.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:15 AM


segunda-feira, novembro 17, 2003



Qual é a diferença entre margarina e manteiga?

Ambas têm a mesma quantidade de calorias. A manteiga tem um pouquinho mais de gorduras saturadas - 8 gramas contra 5 gramas. Comer margarina pode aumentar em 53% a incidência de doenças cardíacas em mulheres, quando consumida na mesma quantidade que manteiga, segundo um estudo recente da universidade de Harvard. Comer manteiga aumenta a absorção de muitos nutrientes presentes em outros alimentos. A manteiga traz mais benefícios nutricionais, enquanto o pouco que a margarina traz lhe foi adicionado! A manteiga é muito mais gostosa que a margarina e pode melhorar o sabor de
outros alimentos. A manteiga existe há séculos e a margarina há menos de 100 anos.

Agora, sobre a margarina:
Tem teor altíssimo de ácidos graxos tipo trans - triplica o risco de doenças coronarianas. Aumenta o nível de colesterol total e o de LDL (o "mau" colesterol) Reduz o nível de colesterol HDL (o "bom" colesterol) .... Aumenta em cinco vezes o risco de câncer. Reduz a qualidade do leite materno ... Deprime a resposta imunológica... Reduz a reação insulínica. E eis o fato mais perturbador....AQUI É QUE FICA INTERESSANTE! A diferença entre o plástico e a margarina é de UMA MOLÉCULA... Basta isso para evitar por toda a vida a margarina e tudo o que for hidrogenado (isto significa que acrescentaram hidrogênio, mudando a estrutura molecular da substância). Você pode experimentar por si mesmo. Compre uma embalagem de margarina e deixe-a aberta em sua garagem ou algum lugar sombreado. Em poucos dias você vai notar duas coisas: nenhuma mosca (nem aquelas terríveis mosquinhas das frutas) vai chegar perto dela (isso deveria lhe dizer alguma coisa) ... não vai apodrecer nem ficar com cheiro esquisito.. Como não tem nenhum valor nutritivo, nada crescerá nela, nem mesmo aqueles microrganismos minúsculos encontrarão ali um lar para viver.. Por quê? Porque é quase plástico. Você derreteria seus potes de plástico para passar no pão?

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:52 AM






Diário de um soldado no Iraque: enquanto ele ainda está vivo!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:51 AM




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