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Deixa com o Beque !!

quarta-feira, março 03, 2004

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:00 AM


terça-feira, março 02, 2004



Momento machista

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:31 PM




Tudo indica que as mortes no Zoológico de São Paulo são queimas de arquivo comandadas pelo Zé Dirceu, que não tolera mais nenhuma vírgula no assunto "jogo do bicho".

Mr. Manson - Cocadaboa

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:24 PM




- Março ?? Ué, o que fizeram com Janeiro e Fevereiro ??
- Seis quilos acima do ideal, antes eram apenas dois...
- Baixar via Bit torrents é extremamente viciante !!
- Windows - Memória virtual mínima muito baixa.
- Depois dos 40 o custo aumenta...
- Enfim o mico preto resolve ir à frente.
- As mulheres já dominam o mundo. Os homens é que não percebem !
- De cada 5 barrigas conhecidas 5 são fêmeas chegando.
- Alguém já fez uma projeção matemática ?
- Espermas férteis estão cada dia mais raros...
- Vem aí a Partenogênese humana - via genética !!
- E eu ainda estudando eletrônica. Mas que teimosia...
- Queijos, vinhos, pães e azeites. Não era para ser europeu este cara ??
- Mais um móvel, e Deus criou Adão.
- Persianas e blindex. E a casa vai que vai ...
- O Rapá está liberado. O espaço ainda não.
- Vivo sonhando em formas de filme. Sou protagonista e espectador.
- Por que não escrevo mais poesias ? Falta maresia ?
- Enquanto vôo a música me sustenta no ar. Já está em 86%...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:19 PM




Tenho loucura para conhecer a Ilha do Mel. Você poderia publicar as dicas ?

Raph Opio responde:

Ir para a Ilha do Mel é ter consciência de que você viverá alguns dias sem carro, sem ruas, sem estradas e com um pouco de conforto. Irá andar como um beduíno e desfrutará de paisagens selvagens e intocadas. Seguem algumas dicas farofeiras:

— A Ilha do Mel fica na baía de Paranaguá, 100km de Curitiba. E apesar de ser em Paranaguá, O acesso mais rápido e fácil pode ser feito a partir de Pontal do Sul, onde tem terminal de embarque, estacionamentos mil para seu carro (diárias de R$10) e cadastro de turismo. A travessia custa em torno de R$17 por pessoa, ida e volta. Se você é ricão, esqueça o helicóptero, é proibido;
— Tempo hábil, todos os integrantes do Opio foram unânimes: dois dias no mínimo;.
— Existem duas opções de estadia: camping e pousadas. A diária dos campings custa em média cinco mangos por pessoa. As pousadas, R$50,00 por casal (sentiu a dica?);
— Existem dois lugares diferentes para ficar: praia de Brasilia e Encantadas. Encantadas tem uma concentração maior de nativos, pousadas boas e diversas praias ao redor. Brasilia é onde ferve o ki-suco: surfistas, mulherada uriçada e barezinhos, os folguedos e as algazarras e as serenatas dos violeiros;
— Rotas obrigatórias de trilhas: Farol das conchas a partir da Praia de Brasilia, Forte apache e o morro da baleia, gruta das encantadas, trilha do belo entre encantadas e brasilia, tomar água mágica na bica do norinho e andar pelas pedras das praias de fora para achar polvos que ficam nas poças de agua salgada. Conheça a praia do Miguel, que é uma das mais isoladas e preservadas. Alugue uma "voadeira" (pequenina lancha) e passe o dia na ilha de palmas, uma pequena ilha em frente ao farol das conchas;
— A vegetação predominante no preamar de sizígia é constituída de plantas rasteiras psamófitas-halófitas, de gramíneas, ciperáceas e liliáceas. Isso significa pouca sombra e muito sol. Proteja seu pescoção de socó e leve muita água;
— Existem milhões de pousadas na ilha. clique aqui e escolha a de nome mais bonito. Praticamente todas oferecem os mesmos serviços e acomodações. Ah, quase todas tem telefones próprios.
— Todas as trilhas são de areia. O que não é areia é pedra. Preparo físico e batatas (das pernas) em dia é imprescindível;
— Leve lanterna, máquina fotográfica e drogas (remédios, ó!): as trilhas não são iluminadas à noite e lá não tem farmácias nem apoteques.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:01 PM






Tecno-trotes
(Carlos Alberto Silva - O Globo)

Não lembro o nome do marinheiro, mas era lá da roça, interior do Rio Grande do Sul. Simplório e gente boa até dizer chega. Entrou na nossa sala preocupado. Sentia umas dores no peito quando respirava. O oficial médico já o tinha examinado e dissera que não era nada, mas o marujo insistia que estava doente. Queria de qualquer jeito fazer uma abreugrafia e continuou com as lamúrias. Entreolhamo-nos e, quase telepaticamente, sabíamos o que fazer. Enquanto um distraía o rapaz, outro ligou da sala ao lado para o doutor, confirmando que era só chilique do camarada. Um terceiro já tinha começado a digitar o laudo, enquanto eu e mais outro começamos a preparar o paciente. “Ué, vocês fazem abreugrafia aqui no CAC?” — não foi fácil segurar o riso.

Nosso setor era o CAC, Cartografia Apoiada por Computador, lá na diretoria de Hidrografia e Navegação do Ministério da Marinha, em Niterói. No andar de baixo tínhamos duas máquinas Gerber gigantes: um fotoplotter e um plotter convencional, ambos acoplados a uma unidade de fita magnética, quase do tamanho duma geladeira. Dois rolos de fita, cada um com uns 30 centímetros de diâmetro, ficavam num compartimento com tampa acrílica escura. Digitei um comando simples no console, que adiantava um pouco a fita, rodando os rolos por alguns segundos, produzindo um dócil solavanco no hardware e gerando aquele belo ruído pneumático típico da eletromecânica em funcionamento. Digitei mas não dei o “enter”, deixando a ação para o momento apropriado.

O enfermo perguntou se precisava tirar a camisa. Que nada, a máquina era muito poderosa e os raios X atravessavam o tecido numa boa. Encostamos o sujeito no equipamento de modo que o queixo dele ficava certinho na quina superior. “Encha o pulmão de ar, prenda a respiração, não se mexa.” O homem arregalou os olhos à espera da chapa. Teclei o “enter” e a unidade fez perfeitamente bem seu trabalho de cúmplice. “Pode respirar.” Na mesma hora o laudo foi disparado para a impressora. Peguei o papel e entreguei ao quinca. Ele leu alto, com dificuldade, e quando chegou ao “TUDO NORMAL”, deu aquele sorriso de satisfação. Derreteu-se em agradecimentos e saiu da sala quase levitando de tão convencido que estava de saúde perfeita.

Um trote tecnológico como este, que só teve efeitos positivos, não credenciou ninguém a ir para o inferno. Já o que fizeram com um estagiário lá na PUC nos anos 70, aí são outros quinhentos. O jovem estava sendo treinado na operação das impressoras, que eram notáveis e parrudas printers IBM 1403. Faziam um barulhão e não paravam de imprimir léguas e léguas de formulário contínuo. Os supervisores e os veteranos da operação já tinham combinado tudo e o rapazote estava lá a postos, picotando as listagens e colocando-as nos escaninhos. Eis que de repente alguém apertou sutilmente o Stop. Depois de horas em operação contínua, quando se aperta o Stop numa engenhoca daquelas, segue-se um silêncio tão sepulcral que parece que o universo inteiro parou de se mover. Foram segundos intermináveis, em que o estagiário ficou com o semblante tão abobalhado, que vê-lo e não gargalhar era quase impossível. Depois de algumas confabulações entre os mais antigos, todos sisudos e fingindo preocupação, o chefe da operação soltou um impropério impublicável e comunicou a causa da parada repentina: “Era só o que faltava —- acabou o asterisco.” O garoto parecia não acreditar. E nessa ficou uns instantes, pois em seguida foi mandado ao centro da cidade comprar um saquinho de asteriscos. É claro que, depois que saiu, a turma já estava ligando para a loja indicada, informando do trote e pedindo para encaminhá-lo a uma outra loja tal. Ligaram depois para a outra loja e para mais outra, fazendo o pobre rodar o dia inteiro feito besta, seguindo indicação após indicação, até o final do expediente.

Mas nenhum tecno-trote supera o que se deu numa pequena delegacia policial nos EUA. O suspeito não dava com a língua nos dentes de jeito nenhum. Em vez de apelar para a borrachada, os tiras preferiram usar um truque. Enquanto prosseguiam o interrogatório numa sala fechada, outros policiais pegaram um escorredor de macarrão, desses de alumínio, e ligaram nele uns fios, fazendo parecer que estava conectado a uma máquina que era, na verdade, a fotocopiadora. Naquele outro aposento com pouca luz, dissimularam a Xerox com alguns painéis e puseram nela um original escrito com letras garrafais: MENTIRA. Seguraram o suspeito pelo braço, levaram-no à sala penumbrosa e disseram que era um detetor de mentiras, ajustando o escorredor de macarrão na cabeça do elemento. Refizeram as perguntas e a cada resposta pouco convincente o delegado apertava o Start da copiadora, fazendo cuspir uma reprodução do cartaz intimidador, atormentando o interrogado. Depois de algumas respostas erradas, o suspeito, diante de tanta tecnologia, acabou confessando tudo.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:50 AM





Verdades e mentiras sobre os automóveis

- Gasolina é tudo igual - Mentira. Normalmente a gasolina comum atende a todos os modelos de carros. A aditivada tem detergentes que limpam o sistema de alimentação. Já a premium possibilita uma melhor queima, pois pode ser comprimida mais que a gasolina comum e aditivada. Porém, só é vantajosa em carros com alta taxa de compressão.

- Deve-se acelerar antes de desligar - Mentira. Isso aumenta o consumo de combustível e piora a qualidade do ar. Em automóveis fabricados até a década de 70, a prática era usual para ajudar na queima do restante do combustível e do óleo que ficava no motor. Com o sistema de injeção eletrônica, isso foi abolido.

- Deve-se pisar na embreagem antes de ligar o motor - Verdade. Acionando a embreagem, alivia-se a carga no volante do motor no momento da ignição.

- Chiados ao acionar os freios indicam problemas - Nem sempre. Hoje, alguns materiais utilizados na fabricação das pastilhas e até mesmo sujeiras podem fazer surgir ruídos e assobios. Por isso, é melhor checar o problema em um
mecânico.

- Lavar o motor sempre - Não é necessário. Motor e gato não são muito chegados a água. O motor de um carro possui uma série de sistemas elétricos e quem não sabe lavar pode danificar componentes, dando o maior prejuízo ao proprietário. A conta pode subir de R$ 5,00 para mais de R$ 1.000,00, a depender do local molhado pelos jatos de água.

- Coca-cola tira ferrugem - Mentira. Essa é mais uma maluquice. O produto ataca as borrachas da suspensão.

- Carro com injeção eletrônica deve andar com tanque acima da metade - Desconfie. Evite apenas andar com o carro com tanque praticamente vazio. A gasolina serve também para lubrificar e refrigerar a bomba de combustível.

- Alarme descarrega bateria - Verdade. Como o sistema é ligado à bateria, o alarme pode realmente descarregar a bateria. Se estiver por perto, desligue o sistema assim que disparar.

- Air bag substitui cinto de segurança - Mentira. O sistema foi projetado com a função de complementar o cinto de segurança. Portanto, não entre nessa história. Use sempre o cinto de segurança e não esqueça de pedir aos outros ocupantes que coloquem também o equipamento.

- Descer ladeira na banguela. Nunca faça isso. A prática traz problemas de segurança, além de não significar economia alguma. Com o carro solto, fica-se na dependência total do sistema de freios. A injeção eletrônica
corta a alimentação quando o carro desce uma ladeira engrenado. Na banguela, o carro continua consumindo.

- Limpar o chassi com óleo de mamona - Nunca. Isso só vai trazer problema e acumular sujeira por baixo do carro, podendo corroer até as borrachas de vedação.

- Em lombadas ou valetas, passe com o carro na diagonal - Mentira. O sistema de suspensão foi preparado para funcionar em qualquer situação. Em linha reta, o carro sofrerá uma torção menor e as molas e amortecedores
trabalharão ao mesmo tempo.

- Esquentar o motor antes de sair - Mentira. Os modelos novos têm controle de gerenciamento. Portanto, não fique mais acelerando para esquentar o motor. Lembre-se: o litro da gasolina está pela hora da morte.

- Ao passar em um buraco, pise na embreagem - Verdade. O impacto sobre a transmissão é eliminado se a embreagem estiver acionada. O mesmo acontece com a marcha desengatada.

- Descansar o pé na embreagem - Nunca. Pisando fundo ou de forma leve no pedal, o disco da embreagem é acionado, provocando desgaste da peça. Por isso, use o assoalho do carro para descansar o pé.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:19 AM




Nome : Dhuvi-Lúvio
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