<body>

Deixa com o Beque !!

sábado, março 20, 2004


*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:42 PM


sexta-feira, março 19, 2004



LINK IMPERDÍVEL DA SEX-TA FEIRA

Várias animações em Flash com:
Aria Giovanni - Ginger - Fhm Blonde
e outras conhecidas da galera.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:35 AM




Dieta fantástica - pelas leis da termodinâmica

Todos nós sabemos que uma caloria é a energia necessária para esquentar 1g de água de 21,5° a 22,5°C. Nao é necessário ser nenhum genio para calcular que, se o ser humano beber um copo de água gelada, aproximadamente com 0°C necessita de 200 calorias para aquecer 1°C esta água.
Para haver o equilíbrio térmico com a temperatura corporal , sao necessárias entao aproximadamente 7400 calorias para que estas 200g de água alcancem os 37° C da temperatura corporal (200 g X 37°C). Entao, esta é a quantidade de energia necessária para manter a temperatura de nosso corpo a uma temperatura constante de 37° C. E, para manter esta temperatura, o corpo usa a única fonte de energia disponível: a gordura corporal. Ou seja, ele precisa queimar gorduras para manter a temperatura corporal estável.
A termodinâmica nao nos deixa mentir sobre esta deduçao. Assim, se uma pessoa beber um copo de cerveja grande (aproximadamente 400 g na temperatura de 0°C ), esta perde aproximadamente 14.800 calorias (400g x 37°C). Agora, nao vamos esquecer de descontar as calorias da cerveja, aproximadamente 800 calorias para 400 g de cervejas. Entao, passando a régua, tem-se que uma pessoa perde aproximadamente 14000 calorias com a ingestao um copo de cerveja gelado. Obviamente quanto mais gelada for a cerveja maior será a perda destas calorias. Sendo o desejo comum, e como está claro a todos, muito mais efetivo do que, por exemplo, andar de bicicleta ou correr, nos quais sao queimadas aproximadamente 1000 calorias por hora.

Amigos, emagrecer é muito simples, basta beber cerveja bem gelada, em grandes quantidades e deixarmos a termodinâmica cuidar do resto.


Saúde a todos!!! Já pro boteco prá malhar !!!!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:05 AM


quarta-feira, março 17, 2004


*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:05 AM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:52 AM




O mundo do dr. Mengele

Não sei se o leitor percebe, na fragmentação de "idiotices", a unidade que está subjacente a todos esses textos que vimos publicando. O fato de a coluna parecer feita de pílulas não deve enganar a ninguém: existe a tal unidade entre esses textos, sim.

As "idiotices" estão correlacionadas, e não são escolhidas ao acaso. São, ao contrário, amostras do estado geral de coisas.

Estou dizendo tudo isso porque a idiotice desta semana está nitidamente correlacionada com a da semana passada. Falava eu, semana passada, do Admirável mundo novo, de Aldous Huxley (*), em que os filhos não são mais produzidos pelo ato sexual entre homem e mulher, mas são feitos em laboratório e, depois, educados pelo Estado. Nesse mundo, "mãe" e "pai" viram palavrões, impossíveis de ser pronunciados sem causar rubores nas pessoas em volta.

Anos depois de escrever esse romance, o autor escreveu um livro não-fictício chamado Retorno ao admirável mundo novo, em que mostrava que as previsões feitas por seu livro tinham, já, se concretizado. Ele acrescentava, porém: "acho que posso deixar de lado as experiências genéticas".

E, realmente, num mundo que tinha acabado de passar pelo trauma do nazismo, a idéia de criar seres superiores em laboratório parecia mesmo monstruosa. Mas parece que as coisas estão começando a mudar, e o admirável mundo da nova ordem mundial já não é tão hostil assim ao doutor Mengele.

Pois vejam só o que escreveu o repórter Helio Hara, em matéria no caderno Prosa & Verso do jornal O Globo, de 19/12/98:

No fim do livro, Michel [personagem principal do livro], isolado do mundo, descobre uma forma de reescrever o código genético sem deturpações, criando gêmeos perfeitos. É o surgimento de um novo homem, livre das imperfeições provocadas pela reprodução sexuada. Enfim, um novo começo. Mais um sinal de esperança em meio à tortura diária da banalidade.

Vale dizer, antes de mais nada, que a matéria tratava do livro Les particules elémentaires, do escritor francês Michel Houellebecq. O título do livro é como o autor chama os indivíduos.

Mas notem a contradição absurda: o sujeito acredita que, ao manipular geneticamente as pessoas, conseguirá nos tirar da "banalidade".

À humanidade nunca faltaram benfeitores auto-proclamados. Nunca faltou quem ache que sabe melhor do que nós o que é bom para nós, e que pretenda reformar o mundo de acordo com as próprias idéias. Hitler era um desses, Stálin era outro, os philosophes da Revolução Francesa outros ainda. O rastro de destruição que esses "benfeitores" deixaram já devia nos alertar contra esse tipo de gente.

No entanto, o sucesso do livro parece indicar que, pelo menos na França, ninguém aprendeu nada (não preciso nem falar do Brasil, certo?). Parece também indicar que já estão sendo criadas as justificativas intelectuais para a absorção do indivíduo no Estado, através das manipulações genéticas, e que não demorará muito até que a profecia de Huxley se realize por inteiro.

Não é preciso nem dizer que a base disso é uma tolice gigantesca. Em primeiro lugar, a uniformização genética não vai nos tirar da banalidade, mas vai nos fazer chafurdar ainda mais nela.

O ser humano é imperfeito por definição. Não é possível criar um ser humano perfeito, porque o nosso modo de existir é precário: temos continuamente que reafirmar nosso desejo de permanecer vivos, seja comendo, dormindo, ou fazendo a higiene pessoal. Da mesma forma, somos falíveis e frágeis.

Pois é justamente essa fragilidade que nos faz humanos, e não divinos, ao mesmo tempo que a possibilidade de nos voltarmos sobre o restante do cosmos e compreendê-lo é que mostra a fagulha divina que todos possuímos.

É o conjunto de acidentes que torna a realidade multifacetada e diversificada como ela é. Nós não nos comunicamos com "essências", mas com acidentes: não é essencial que eu escreva este artigo, e não é essencial que qualquer um o leia – é, realmente, acidental, como é acidental a própria presença deste computador na minha frente.

Se é a esta trama de acidentes e imperfeições que o autor do livro e o repórter chamam de "banalidade", desejo apenas que continuemos nessa banalidade, mil vezes preferível à uniformização que eles pregam.

Por outro lado, a mudança genética pode ter razões estritamente estéticas: pode ser o desejo de eliminar imperfeições físicas, i.e., a feiúra. E aí seus apologistas se esquecem de que um dos fatores que tornam belo o belo é a sua raridade. Não basta ir a qualquer igreja de esquina para ver o teto da Capela Sistina: só existe um. Da mesma forma, não vemos uma multidão de Luana Piovanis andando nas ruas: ela também é uma só. A generalização de determinadas características só teria um efeito: torná-las chatas e banais.

Da mesma forma, os critérios de beleza, no que diz respeito a seres humanos, parecem ser totalmente arbitrários e subjetivos: há quem ache até a Benedita da Silva bonita, e quem sou eu para discutir?

Além disso tudo, existe uma falácia ainda maior por trás de todo esse pensamento: é a tolice do determinismo genético. Quem quer que pretenda explicar uma realidade humana por fatores exclusivamente genéticos não passa, à luz da razão, de um tonto, um bobo, incapaz de enxergar um palmo à frente do nariz.

Mesmo levando em conta as doenças exclusivamente genéticas, como a síndrome de Down: é possível dizer que o sujeito que nasce com síndrome de Down é assim exclusivamente por causa dos seus genes? Claro que não. Para que ele chegasse a nascer, foram necessários muitos outros processos que nada têm de genéticos: antes de mais nada, o ato físico entre seu pai e sua mãe (e tudo que esse ato subentende), a seguir, a decisão da mãe de ter o filho e não abortá-lo, e a própria permanência física da mãe. Desta forma, o próprio nascimento subentende uma série de fatores que nada têm a ver com genética, mas são, em geral, puramente acidentais. Da mesma forma, a configuração dos genes da criança com Down vai determinar seu perfil físico e mental, mas não vai determinar diretamente seu comportamento, e muito menos as situações que ela terá de enfrentar.

Mas deixemos esse caso extremo para lá: outra tentativa dos deterministas é explicar a ação humana com base na genética. É aí que surgem os maiores desvarios, como a teoria idiota do "gene egoísta", que pretende explicar geneticamente o casamento (não o casamento em geral, mas cada casamento). É possível, realmente, dizer que um gene "determina" um comportamento?

Claro que não. O mapa genético é apenas o mapa de potencialidades do indivíduo. A sua concretização ou não depende de uma série de outros elementos que não são genéticos. Um indivíduo com uma propensão para fumar que nascesse num lugar onde não existem cigarros, ou numa família tão pobre que não tivesse dinheiro para comprá-los, não chegaria nunca a realizar sua propensão. Um sujeito com tendências a gênio da informática que nunca chegasse perto de um computador seria um caso semelhante – e assim por diante. Em qualquer caso, é sempre possível pensar em meios pelos quais uma propensão genética nunca chegaria a se concretizar.

O destino concreto do homem, dizia Ortega y Gasset, é a reabsorção das circunstâncias. Não estamos frente a um mundo vazio e variável, mas frente a um mundo que já estava aí quando nascemos e continuará aí quando morrermos. E esse mundo traz circunstâncias concretas que vão influir em nosso comportamento – nossas ações vão depender do desenho das possibilidades que virmos abertas diante de nós, dos desafios que as circunstâncias nos colocarem. A concretização das potencialidades genéticas dependerá das circunstâncias que tivermos que enfrentar.

E isso é assim porque a própria realidade não é determinada geneticamente, mas é determinada por um conjunto infinito de fatores que atuam ao mesmo tempo e indissoluvelmente. E porque existe um fator que nenhuma dessas teorias geneticistas costuma levar em consideração: a liberdade individual.

Claro que nossa ação é sempre limitada, e sempre dependente das circunstâncias. No entanto, mesmo diante das determinações com que nos defrontamos, sempre sobra uma certa margem de escolha, sempre sobra um pedaço de nossa própria vida que cabe a nós mesmos determinar – e é isso que permite que a nossa vida tenha algum sentido. Como dizia o dr. Szondi, a escolha faz o destino. E a busca de sentido é justamente a busca por realizar escolhas que nos permitam atender a um fim que nos abarca e nos transcende – é a busca pela conquista de um lugar no cosmos, pela construção de um destino que signifique alguma coisa e não seja um conjunto absurdo de momentos atomísticos sem qualquer conexão.

Pois é essa mesma liberdade que os novos senhores do mundo querem destruir. É isso que os repugna, porque, se os seres humanos são livres, eles podem não escolher o caminho que os senhores queriam que eles escolhessem. A existência da liberdade humana é que frustra todos os projetos de mundo, sempre baseados em alguma fantasia juvenil que não leva em conta a existência de pessoas reais (e livres). É sempre para tolhir essa liberdade que se movem os ditadores e os poderosos, quer falem em nome do comunismo, do nazismo, do fascismo, do capitalismo, da democracia ou dos direitos humanos – essas "religiões de substituição", como as chama Jacques Julliard, que colocam um deus civil no lugar do Deus das religiões de verdade.

Tolhir completamente a liberdade humana é impossível: o ser humano sempre é capaz, no mínimo, de optar pelo nada, isto é, pelo suicídio. Mas é possível reduzir a margem de escolha a quase nada, e é isso que vemos acontecer progressivamente. O mais novo passo rumo a esse admirável mundo sem escolha é a manipulação genética, que pareceu aberrante a nossos antepassados recentes, mas que hoje em dia já conta com amplo apoio – sempre, claro, em nome do "progresso".

Em tempo: podem me acusar de exagero, porque estou me baseando em palavras de um repórter insignificante. Mas as palavras do repórter são apenas a repercussão cultural do que já está em andamento no meio científico. Pois na mesma semana em que o repórter escreveu essas coisas, a revista Veja noticiou que a Inglaterra acaba de retirar suas proibições a respeito do uso de células de embriões humanos para experiências genéticas. E assim a democracia vai realizando, sob o aplauso de todos, exatamente o mesmo plano do regime nazista...


(Alvaro R. Velloso de Carvalho)

(*) Admirável Mundo Novo
Baixe aqui em Português
Baixe aqui em Inglês

*Publicado por Dhuvi-Luvio 8:37 AM


*Publicado por Dhuvi-Luvio 8:30 AM




Drogas: iniciação X alienação
(Yuri V. Santos)

Hoje em dia tanto se fala em drogas e tal, que mal percebemos que mais se as usa - bonito, né?, "see ass, USA" - que se as comenta. Tivemos a Guerra do Ópio e já chegamos à Guerra da Cocaína e da Maconha. Logo mais virá a do Tabaco, a do Café, do Chocolate, do Açúcar, do Show do Milhão. "Abaixo o vício!!", gritarão mais uma vez pelas ruas os engajados e os politicamente corretos. E os drogadictos, como sempre, e não sem razão, se abaixarão atrás das moitas, cheios de pavor, dementados, tentando não dar risada e passando o Moura Brasil uns para os outros. E, no entanto, a droga não é simplesmente um problema político, um problema jurídico, psiquiátrico ou econômico. Trata-se, antes, de mais um capítulo na dicotomia alienação-iniciação, essa questão latente no íntimo de cada indivíduo. Sim, existem aqueles que, através de uma trip, querem ausentar-se por momentos de sua vida, de seus problemas, de suas limitações e, principalmente, do mundo idiota e sem Graça que ajudamos a criar a cada segundo: são os que querem apenas curtir. Talvez sejam a maioria. Mas há também aqueles usuários que não desejam outra coisa senão o simulacro de uma iniciação nos mistérios da Vida e da Morte, de uma iniciação no Sagrado, esta categoria tão ausente de nossa vidinha cotidiana. Taí o uso ritual da ayahuasca que não me deixa mentir. Mas essa espécie de uso realmente nos relig-ará? Seremos assim verdadeiramente reconectados à Fonte de todas as coisas?

Uma cena que não me sai da cabeça é a entrevista que Paulo Francis deu ao programa Roda Viva da TV Cultura. Quando lhe perguntaram se já experimentara alguma droga, respondeu na lata: "Todas!" Num mundo onde todos fumam, mas não tragam, sua sinceridade foi surpreendente. Não me lembro se ele apelou para alguma suposta honestidade intelectual, dessas que exigem um contato real com aquilo que se quer estudar, ou se assumiu que suas experiências foram movidas por mera curiosidade. Basta saber que, como Aldous Huxley, Francis não era um usuário ou um viciado em drogas. Francis era um ocidental que assistia sensibilizado - de seu camarote nova-iorquino - à decadência de sua Cultura e à dessacralização de todos os valores que fundaram o Ocidente. Para pessoas assim, a possibilidade de explorar para além das fronteiras da mente, através das drogas, passa a ser bastante atraente. Haverá ou não haverá algo transcendental por trás das coisas? Meu cérebro é apenas carne moída condutora de eletricidade? Existe a alma eterna?

Meu leque pessoal de experiências me trouxe algumas respostas que, se não são totalmente transmissíveis, pelo menos podem ajudar a outras pessoas. Não que eu tenha experimentado todas, mas - digamos - muitas variedades de drogas, principalmente enteógenas naturais, todas obtidas sem que eu desembolsasse um tostão, já que, além de duro, sou inimigo declarado do narcotráfico. Além disso, quase dei um tiro no peito - em meio a uma delirante, fabulosa e estúpida viagem psicodélica , sem falar de uma ex-namorada que quase morreu em meus braços após sofrer uma parada cardíaca resultante da mistura de vinte anos de cigarro com o ecstasy e o álcool de uma noite. (Bom, ela era doze anos mais velha do que eu, dona do próprio nariz e, além do mais, ex-namorada do Raul Seixas. Que é que eu podia fazer?) Em poucas palavras: não vale a pena. Tudo o que você deseja, em matéria de espírito, a droga não pode dar. Ela só age no âmbito da mente e, mesmo que Deus tenha aparentemente me pego no colo durante uma experiência com santo-daime, nada disso terá qualquer significado se você, posteriormente, não estiver atento a cada momento de sua vida, a cada relação, a cada pensamento, a cada decisão e a cada atitude que tomar. E esta atenção a droga não nos deixa, passada a onda, vai tudo embora, a conexão se acaba. Aliás, uma vida religiosa é fundada não em extraordinárias revelações pessoais e coloridos transes místicos, mas numa consciente relação com a Realidade. São nossas reações às pessoas e às coisas que importam, e é aí que deve ser buscada a harmonia. Tudo mais é esporte químico radical, risco de vida mental, desafio ao descontrole. Pode-se conseguir muito prazer com as drogas, muita curtição estético-sensual, mas os custos podem ser terríveis. Muito mais válido é buscar uma "visão de mundo" abrangente, uma "imagem cósmica" que nos explique e justifique o estado de coisas em meio ao qual vivemos, visando, ao mesmo tempo, um Objetivo universal. Esta é a iniciação que deveríamos receber e que alguns povos ainda mantêm. Esta é a iniciação que as religiões tradicionais ainda oferecem, mas que nossa educação secular impede que aceitemos, afinal, dizem por aí, como uma pessoa inteligente pode acreditar num desses contos de fadas religiosos, seja ele o cristianismo, o islamismo, o budismo ou o hinduísmo?

Enfim, as respostas que podemos obter com as drogas são infinitas, o que é o mesmo que dizer: não há nenhuma resposta. Todas serão falsas ou verdadeiras, dependendo apenas do ânimo do momento. E hoje, quando o narcotráfico funda um estado paralelo e um terrorismo de fato, urge escolher o único Caminho, o mesmo que nos foi oferecido há cerca de dois mil anos. Pronto, lá vem o Yuri em seu personagem neo-moralista, dirão chocados meus amigos. Bem, por mim podem continuar destruindo o mundo e a si mesmos, apostando na falta de sentido das coisas e berrando por aí a plenos pulmões: "só a política salva!" "Se assim é", parafraseando Arthur Koestler, "façamos-lhes funerais decentes, com réquiem de música eletrônica. Já é tempo de nos desembaraçarmos da camisa-de-força que o materialismo impõe a nossas concepções filosóficas".

*Publicado por Dhuvi-Luvio 8:25 AM


terça-feira, março 16, 2004

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:07 PM




Nome : Dhuvi-Lúvio
Local: Batel-Pr
Email para mim


EM CURITIBA

Links
Antigos

Powered by Blogger
Site Meter