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Deixa com o Beque !!

sábado, abril 03, 2004



Joãozinho chega na aula com o olho roxo e a professora pergunta:
- Joãozinho, o que aconteceu com você? Você está com o olho todo roxo!!!
- É professora, eu estava no ônibus vindo pra aula e do meu lado tinha uma gorda. Aí, quando ela levantou, eu vi que a saia dela tava enfiada no bumbum, então eu fui lá e tirei. Aí ela me deu um soco na cara.
- Joãozinho, que coisa feia nunca mais faça isso!
No outro dia, aparece ele com o outro olho roxo e a professora logo pergunta:
- Joãozinho, o que aconteceu desta vez?
- Professora, sabe aquela gorda?
- Sei.
- Então, ela sentou do meu lado de novo. Quando ela levantou, a saia tava lá outra vez. Aí um menino foi lá e tirou! Como eu sabia que ela não gostava, enfiei de novo!!!!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:02 PM



Essa é a Fada !

- Você não sabe o que aconteceu !!
- Caraca, o que é que foi, fala logo...
- Meu, a Fada fugiu de casa !
- Não estou crendo, fala sério...
- Ela fugiu, pelo portão da frente !
- Putz... só faltava essa...
- Você não sabe como é que eu estou !
- Imagino ! Mas não fica assim não que ela volta...
- Com certeza, amanhã ela estará aqui, vai ser 2 de abril !!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:05 PM


quinta-feira, abril 01, 2004



Uvas, vinhos e longevidade
(Dr. Drauzio Varella)

Para viver mais, é preciso comer menos. Comecei com essa frase uma conferência sobre o papel da restrição calórica na longevidade dos seres vivos, fenômeno demonstrado em ratos de laboratório pela primeira vez na década de 1930. De fato, nessas pesquisas iniciais ficou demonstrado que ratos submetidos a dietas de baixo conteúdo calórico viviam até 40% mais do que ratos alimentados "ad libitum" (liberados para comer quanto desejassem). Essa relação inversa entre a quantidade de calorias ingeridas e o número de dias vividos foi mais tarde confirmada em fungos, moscas, mosquitos, vermes, aranhas, sapos e peixes. Experimentos mais recentes sugerem a validade dessa associação até em macacos, que são primatas, como nós. Partindo do princípio de que a natureza não demonstra interesse em favorecer a sobrevivência de qualquer espécie e de que a evolução não criou nenhum mecanismo exclusivo para beneficiar ou prejudicar a espécie humana, na palestra acrescentei ser altamente provável que uma dieta pobre em calorias também retardasse o envelhecimento e prolongasse a vida humana. Nesse momento, numa das cadeiras da frente, um rapaz de rosto redondo e corpo avantajado reclamou: - Se for para viver sofrendo, prefiro morrer mais cedo! Para consolo dos que concordam com a filosofia acima, as bases moleculares que explicam o mecanismo pelo qual a restrição calórica retarda o envelhecimento têm sido esmiuçadas nos últimos anos e conduzido a conclusões surpreendentes, segundo revisão publicada na revista Science por Stephen Hall, autor do livro "Mercadores da Imortalidade". Nessa linha de trabalho, pesquisadores de Harvard demonstraram que algumas pequenas moléculas presentes nos vegetais conseguem mimetizar os efeitos da restrição calórica prolongando o tempo de vida de certos fungos em até 70% e protegendo células humanas dos efeitos letais das radiações ionizantes. Tais moléculas pertencem à família dos polifenóis, substâncias encontradas em uvas, vinho tinto, óleo de oliva e outros alimentos. Pesquisas realizadas no MIT, em Boston, permitiram demonstrar que, nos fungos, essas moléculas agem por meio da ativação de um gene chamado SIR2. A ativação desse gene resulta em aumento da longevidade do fungo. E mais: se retirarmos o gene SIR2 do fungo e o submetermos à restrição calórica, não acontece o esperado aumento de longevidade, demonstrando ser ele essencial ao controle de duração da vida. Mecanismo semelhante parece ocorrer também em vermes e nas mosquinhas que voam sobre bananas maduras, as drosófilas. Em células humanas também, graças à ação dos polifenóis sobre um gene análogo àquele existente nos fungos, batizado como SIRT1. Procurando novas moléculas com propriedades semelhantes às dos polifenóis, o grupo do MIT identificou mais 15 compostos. O mais potente deles é o resveratrol, encontrado na uva e no vinho tinto, substância capaz de potencializar a atividade do gene SIRT1 humano. Essa capacidade do resveratrol em ativar o gene SIRT1, ligado à longevidade, tem sido invocada para explicar o paradoxo francês: a constatação de que, apesar da dieta rica em gordura, os franceses apresentam 40% menos ataques cardíacos do que os americanos, diferença classicamente atribuída pelos epidemiologistas ao consumo generalizado de vinho tinto na França. Qual seria a lógica para a natureza conservar na evolução de espécies tão diversas quanto fungos e homens genes cuja ativação prolonga a longevidade das células? Por que razão compostos como o resveratol produzidos em plantas ativariam esses genes em animais? A resposta foi dada por T. Dobzhansky, um dos mais influentes geneticistas do século, décadas antes dessas experiências terem sido realizadas: "Nada na Biologia faz sentido, exceto à luz da evolução". Genes capazes de interromper o processo de envelhecimento e, conseqüentemente, de aumentar a longevidade entrariam em ação nos momentos de estresse, como aquele representado pela falta de alimentos, por exemplo. Na seleção natural, indivíduos portadores desses genes provavelmente levaram vantagem reprodutiva sobre os que envelheciam mais rapidamente quando as condições do meio se tornavam desfavoráveis. Da mesma forma, as plantas capazes de sintetizar compostos dotados da propriedade de ativar esses mesmos genes, nas fases de estresse ocasionado pela falta de água ou nutrientes no solo, também levaram vantagem seletiva. Como todos os seres vivos descendem de ancestrais comuns, não é de estranhar que os animais se beneficiem da ação desses compostos ao ingeri-los sob a forma de cacho de uvas, azeite de oliva ou copo de vinho. Sorte nossa!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:00 PM





eu odeio mesmo:

- emails em power-point
- pimentão e sua variações
- toalha que não enxuga mas molha
- café frio ou requentado
- telefone tocando qdo estou comendo
- vazamentos de qualquer espécie
- ter de repetir o que falo
- dizer "não" várias vezes
- lente de contato muito mole
- coca-cola de qualquer tipo
- ligações de 0300
- mau contato elétrico
- discutir relacionamento
- pessoas mal-agradecidas
- fingir que estou gostando
- não ter um cachorro chamado Rapá
- o barulhinho da chamada em espera
- trabalhar sob pressão
- pagode romântico
- cagar fora de casa
- correntes e pirâmides
- torneira intermitente
- barulho de plástico de doces em cinema/teatro
- aperto de mão frouxo
- ser fechado no trânsito qdo estou de moto
- leite e creme de leite (mas gosto do doce)
- injeção e outras agulhas
- gente bêbada e inconveniente
- pisar em cocô de cachorro na rua
- jaca, jiló e jerimum
- mulher metida a gostosa
- ter de concordar com o destino
- segunda-feira (e adoro lazanha)
-

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:01 PM




O portal America Online publica um especial sobre os 40 anos do Golpe Militar no Brasil. Como parte deste especial, o portal entrevistou o jornalista Mino Carta, que fez declarações bombásticas como a de que muitos veículos de comunicação que se diziam perseguidos pelo regime militar, na verdade, nunca sofreram a pressão da ditadura. Segundo ele, algumas dessas publicações, inclusive, tinham relações íntimas com o regime. Na entrevista, Carta chega a afirmar que a Folha de S.Paulo recolhia, com o carro da redação, torturados e pessoas que seriam capturadas na Operação Bandeirantes.

O jornalista diz ainda que a revista Veja, a partir de 1974, passou a ser censurada nas dependências da Polícia Federal. “Os senhores Civita não percebiam o que estava acontecendo, que o Brasil estava vivendo um momento muito difícil. Eles não sabiam nada sobre o Brasil”, disse Carta.

Confira um trecho da entrevista, antecipado pela AOL à Redação de Comunique-se:

"AOL - O senhor diz que a mídia implorava pela intervenção militar. Mas esses mesmos jornais citados pelo senhor falam que foram perseguidos.

Mino - Eles falam isso a custo da destruição da memória. Primeiro, destrói-se a memória e, em cima da escuridão do período, inventa-se qualquer coisa. As pessoas engolem tranqüilamente porque o trabalho foi eficaz. Esse é o processo. A destruição da memória é algo que aqui se faz com grande habilidade, é um dos esportes nativos do Brasil, praticado com extrema competência. Em cima da destruição da memória, alguns jornais inventam que foram perseguidos. O Jornal do Brasil nunca foi censurado. A Folha nunca foi censurada.

AOL - Nunca foram?

Mino - A Folha não só nunca foi censurada, como emprestava a sua C-14 (carro tipo perua, usado para transportar o jornal) para recolher torturados ou pessoas que iriam ser capturadas na Oban (Operação Bandeirante). Isso está mais do que provado. É uma das obras-primas da Folha, onde o senhor Caldeira (Carlos Caldeira Filho), que era sócio do senhor Frias (Octavio Frias de Oliveira) na Folha, tinha relações muito íntimas com os militares. E hoje você vê esses anúncios da Folha, o jornal desse menino idiota chamado Otavinho (Otavio Frias Filho). Esses anúncios contam de um jeito que parece que a Folha sofreu muito, mas não sofreu nada. Quando houve uma mínima pressão, o senhor Frias afastou o Cláudio Abramo da direção do jornal. Digo que foi a "mínima pressão" porque o senhor Frias estava envolvido na pior das candidaturas possíveis na sucessão do general Geisel. A Folha apoiava o pior, apoiava o Frota (Silvio Frota, ministro do Exército no governo Geisel). O jornal O Globo também não foi censurado. Isso é uma piada. Mas o Estado de São Paulo e o Jornal da Tarde, sim, esses dois foram censurados. Mas a censura veio porque havia uma briga interna deles.

AOL - Como assim?

Mino - Se houve um jornal que apoiou o golpe, foi o Estado. O Estado, assim como o Carlos Lacerda, eram pessoas que aspiravam um papel importante com o golpe. Eles esperavam uma posição que, depois, não conseguiram com o governo militar. Então, começaram a brigar entre eles. O jornal Estado tinha uma profunda antipatia pelo Castello Branco porque não aceitou as suas sugestões na composição de seu primeiro governo. E aí começou essa briga interna que desaguou numa censura que era praticada na redação do jornal. O Estado tinha de publicar versos de Camões nos trechos das reportagens retiradas na redação. E no Jornal da Tarde eles tinham de colocar receitas de bolo nesses espaços.

AOL - Quem foi, de fato, censurado?

Mino - A Veja. A revista Veja sofreu uma censura duríssima. Começou depois de 1969, depois de várias apreensões em bancas. A censura só acabou quando eu saí da revista (Mino Carta criou e dirigiu a revista Veja de setembro de 1968 até 1976).

AOL - A "Veja" nasceu três meses antes do AI-5. Não havia esse receio?

Mino - Os senhores Civita não percebiam o que estava acontecendo, que o Brasil estava vivendo um momento muito difícil. Eles não sabiam nada sobre o Brasil. Aliás, acho que continuam não entendendo até hoje, veja o caso do rapaz Roberto Civita, que é um outro idiota. Entre o Otavio e o Roberto é um páreo duro para ver quem é o mais imbecil. Mas, de qualquer maneira, a revista foi censurada duramente, por muitos anos até 1976. E informo que, a partir de um certo momento, a partir de abril de 1974, ela passou a ser censurada nas dependências da Polícia Federal. Até então, a Veja tinha sido censurada na redação. Os censores iam até lá e liam. Mas quando entrou a Polícia Federal, a Veja passou a ser levada à casa dos censores."

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:29 AM




quarta-feira, março 31, 2004

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:26 PM


terça-feira, março 30, 2004



Depois de uma refrescante ducha, a mulher posiciona-se em frente ao espelho, e desabafa com o marido que os seus seios são muito pequenos.

O marido em vez de apoia-la e dizer que não era nada, vira-se para ela e faz-lhe uma sugestão:

-"Se queres que os teu seios cresçam, todos os dias pegue um pedaço de papel higiênico e passa-o durante alguns segundos no meio dos seios!"

A mulher estranhou, mas disposta a tentar de tudo, vai buscar um pedaço de papel higiênico e começa a esfrega-lo no meio dos seios em frente ao espelho e pergunta:

-"Por quanto tempo terei que fazer isto?" . Ao que o marido responde:

-"Terás resultados maiores ao longo dos anos".

A mulher para, olha para o marido e pergunta:

-"Porque é que tu pensas que esfregar um pedaço de papel higiênico no meio dos meus seios irá faze-los crescer ao longo dos anos ?"

-"Bem...deu resultado com o tua bunda não foi?"

O marido ainda está vivo...e com alguma terapia talvez consiga voltar a falar.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:42 PM




*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:50 PM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:27 PM



segunda-feira, março 29, 2004



MENAGE A TROIS - AS VIAS DE FATO

O site AskMen.com tem um
guia nada mau para um ménage à trois e vale repassar suas dicas. Afinal, nunca se sabe quando duas mulheres podem aparecer na frente do caríssimo leitor. Este, aliás, é um guia um bocado específico, dirigido ao ménage entre um homem e duas mulheres em que uma delas é mulher ou namorada do sujeito.

1. Discutir todas as regras antes é fundamental. Discutir com sua parceira antes de tudo é básico. O que ela quer – e não quer – o que pode despertar ciúmes. Definidas as regras, bom obedecê-las.

2. Prazer, em sexo a dois, vai e volta; num ménage, ele é circular. Por vezes o prezado leitor estará, bem, na mão. É o momento de dedicar-se a uma das duas e a ambas; carinhos, beijos – sexo oral se a posição de alguma das moças permitir. A atenção delas terminará por voltar a você.

3. Penetração é um perigo da peste. Ela muda tudo, tira o foco. Você entrou numa das moças e aquilo parece um imã – sua tendência será dedicar-se apenas a ela; a dela de prestar atenção só em você. Se ela for a outra, mais perigo ainda. Hora de dobrar a concentração para fazer uma carícia, dar um beijo – ao menos manter contato visual com a moça de fora. E não gozar é uma boa idéia. Não pode acabar rápido, há pelo menos mais uma que pretende sair de lá satisfeita.

4. Segurança. Camisinha que sai dum buraco não deve entrar noutro; camisinha que sai duma moça não deve entrar noutra. É óbvio mas às vezes carecemos de ouvir o ululante.

5. Exaustos todos na cama, vai batendo o sono, hora de se recuperar urgente. Não é uma boa idéia que a segunda moça durma com o casal. Isto não é uma relação – é sexo. No dia seguinte, ao acordar, é bom estarem sozinhos.


Quase nunca intimidade é coisa que se prolongue além do orgasmo.

Esta, aliás, uma dica que devia ir pros anais, tudo quanto é adolescente tinha que decorar até entender. Vale uma fortuna o conselho.

Publicado por Pedro Doria - no LAD (Sexo, Álcool e Diversão)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:51 PM


domingo, março 28, 2004


*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:51 PM




A alegria dos banqueiros
(Luis Fernando Verissimo)

Se soubessem que o primeiro ano do governo Lula seria o melhor ano de suas vidas os banqueiros não teriam feito tudo o que fizeram para melar a sua eleição, lembra? Se soubessem que o primeiro ano do governo Lula acabaria com os banqueiros contentes, e ninguém mais, muita gente teria votado no Serra. Afinal, para ter outro presidente do PSDB, melhor um registrado e sem disfarce. Mas quem poderia adivinhar? Uma das graves carências brasileiras é a da previsão competente. Nenhum outro país do mundo tem tantos videntes, astrólogos, pressagiadores, quiromantes, cartomantes e analistas políticos. E não acertam uma morte de papa, um casamento da Xuxa, um impeachment, uma desilusão! Vivemos nos surpreendendo com o futuro que não estava nos astros, nos búzios, na lógica e muito menos em biografias ou promessas de campanha.


Mas a alegria dos banqueiros pode salvar o governo Lula nessa tentativa de venezuelização do país em aparente curso. Se é verdade que a economia é tudo e o resto é só decorrência ou barulho, então a satisfação de banqueiros nacionais e internacionais com a economia do jeito que está é a garantia de que Lula não vai virar Chávez. Eles não farão nenhum barulho, além dos naturais ruídos de plenitude e prazer. Não lhes interessa a venezuelização, pelo menos enquanto estiverem pagos e satisfeitos. E com banqueiros satisfeitos Lula pode enfrentar os escândalos e a crítica moralista, a reação ideológica, a imprensa conservadora, os desiludidos do seu próprio partido, a rebeldia dos aliados e os descontentes com tudo em geral. Ter banqueiros satisfeitos ao seu lado é um pouco como andar no pátio da escola com aquele amigo parrudo que desencoraja qualquer desafio. Ninguém derruba você. Só xingam de longe.

Mas se a venezuelização não interessa a quem interessa, interessa a quem? Numa entrevista ao Bob Fernandes da “Carta Capital” o ex-chefe do FBI no Brasil disse que os americanos têm a Polícia Federal brasileira no bolso. Já deve ter gente pensando na greve da PF como um lance de desestabilização manejada de fora, como a dos caminhoneiros no Chile de Allende. Mas se os banqueiros estão felizes, nem as mais delirantes teorias conspiratórias devem nos assustar. O que, no fim, só significa que a nossa dependência no humor deles já passou de total, como era antes. Agora é vital.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:00 PM




Nome : Dhuvi-Lúvio
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