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Deixa com o Beque !!

sábado, abril 24, 2004

"CAIPIRINHA MELODIE" ???!!!!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:06 PM




SEXO TÂNTRICO

A sexualidade tem uma longa, algumas vezes infame, outras gloriosa, história na linha do tempo no mundo. As sociedades mais iluminadas glorificaram o sexo, as ainda mais conscientes criaram a ciência, cultura, religião, e rituais envolvendo a prática sexual. Elas atribuíram às práticas do Tantra e do Kama Sutra uma consciência ainda maior, ambas para o indivíduo como para o bem da sociedade.
Através da história, tem havido ambos Deuses e Deusas para agraciar os ideais culturais das civilizações. Os últimos três ou quatro mil anos teem presenciado uma predominância de Deuses masculinos para preencher este papel. Nos últimos anos, começou o conhecimento da Deusa por algumas sociedades ocidentais.
A necessidade de equilíbrio no Cosmos clamou pelo feminino como um contra-balanço a uma sociedade de domínio extremamente do masculino.
A história das mulheres é uma estória de fecundidade, sexualidade, culto da Deusa antiga, o honrar da espiritualidade e dos rituais baseados na terra e mais. A essência do Yin feminino no Tantra é Shakti, a contraparte para Shiva, o masculino, ou o Yang.
Shakti e Shiva, cada qual possui sua importância na cosmologia do universo e representam o equilíbrio necessário aos humanos deste mundo, para serem sãos, dinâmicos, amorosos e frutíferos.
Cada indivíduo possui suas próprias chaves para sua vida dinâmica e afetiva. Quando você aceitar a idéia de que você possui ambas as energias de Shakti e Shiva, você entenderá a essência de ser um ser humano bem equilibrado com toda a profundidade, riqueza, criatividade, integridade, e impenetrabilidade duradoura para sustentá-lo através de sua vida.

Essas práticas, e o conhecimento que vem delas, lhe oferece uma dádiva de totalidade para criar em sua vida. Quando tudo está dito e feito, a intimidade profunda, o amor, a compaixão,a completude, e sim, a totalidade serão os ganhos com os quais você poderá julgar a sua vida e quem você se tornou.
Nada de ejaculação precoce nem pressa: o sexo tântrico busca o prazer máximo e duradouro com os cinco sentidos. Se você quer experimentar o chamado hiperorgasmo fique atento!


CARÍCIAS

Uma relação sexual comum dura por volta de 15 minutos. O sexo tântrico deve durar ao menos duas horas. Caso dure menos de uma hora, é considerado ejaculação precoce. O sexo tântrico tem uma duração mínima, mas não uma máxima: quanto mais tempo durar, mais prazer proporcionará. O tantra encoraja o homem a fazer com que sua companheira se sinta divina.
Sem dúvida, os norte-americanos não praticam o sexo tântrico: 70% deles ejaculam apenas dois minutos depois da penetração. O sexo tântrico tem como proposta exatamente o contrário: evitar a penetração rápida e brusca, para que a ejaculação não seja o único motivo da relação sexual.
O sexo tântrico leva em conta que nossa pele possui cerca de 600 mil pontos de sensibilidade. A ejaculação é considerada um desperdício de energia vital e por isso deve-se aprender a adiá-la.


COMEÇANDO

Faz parte do ritual tântrico iniciar o sexo com uma contemplação e adoração mútuas, com palavras doces e carícias, fazendo amor com os olhos bem abertos, sem dispersão ou agressividade, sem pressa e com sentimento. Depois das carícias tântricas, o passo a seguir é o sexo tântrico, cujo objetivo principal é prolongar a excitação sexual do casal.
O pênis do homem deve penetrar a vagina de sua companheira, mas apenas cerca de dois centímetros e meio. O homem mantém o pênis dentro um minuto, depois o retira e o descansa sobre o prepúcio do clitóris da companheira antes de voltar a penetrar.
Esse jogo deve ser mantido por cerca de vinte minutos, quando se iniciam as dez posições básicas do sexo tântrico. Essas devem ser executadas seguidamente ao longo de duas horas. Devem ser alternadas por descansos e pausas para que o casal descanse, a ereção se distensione e os corpos reponham forças bebendo ou comendo algo leve.


AS POSIÇÕES

Depois da introdução, o sexo tântrico começa com o casal sentado, os dois levemente inclinados para trás e se apoiando o peso nos braços. A penetração é lenta e os movimentos pélvicos circulares.
A seguir acontece a penetração profunda. A mulher deve abrir bastante as pernas, quase em forma de V. Compensando o esforço físico anterior, o sexo segue com o casal sentado, cara a cara, os corpos erguidos e as pernas entrelaçadas. É uma postura para abraçar-se, acariciar-se e deixar que circulem os sentimentos.
A postura clássica do missionário é a quarta etapa. O homem deve procurar a todo momento retardar e refrear sua ejaculação, porque a quinta etapa o levará a uma postura mais cômoda: com o homem deitado, a mulher se senta agachada sobre ele em plenitude completa, ambos unidos pelas mãos, fazendo movimentos pélvicos circulares.




UM MOMENTO DE DESCANSO

A sexta posição é uma variação da anterior: o homem coloca algum apoio (almofadas) sob as costas, nos quais pode apoiar-se. Assim, a mulher pode mostrar-lhe seu corpo e oferecer-lhe seus seios para que ele os beije.
O sétimo passo obriga ambos a se olharem nos olhos e a deter a marcha da relação. É um passo difícil, mas é obrigatório para conservar a energia até o final. Para isso, uma postura clássica com o homem recostado sobre ela é o ideal.
Depois do instante de relaxamento, a oitava etapa coloca o homem em cima, por trás da mulher, ambos estirados, com penetrações profundas.
O nono momento é o das tesouras. É uma postura atípica, na qual ela recebe quase de costas, passando uma perna sobre a cintura do parceiro, que a penetra profundamente, entrelaçando os corpos. É o prelúdio da última postura: ele está semi-incorporado e ela e se senta sobre ele, dando-lhe as costas e deixando-se penetrar suavemente enquanto ele lhe acaricia os seios e beija o pescoço.
Todas as etapas do sexo tântrico foram cumpridas e a excitação dos amantes é absoluta. Este é o momento de viver algo difícil de narrar: o hiperorgasmo.
Diversos autores fizeram adaptações de rituais de sexo tântrico para a cultura ocidental. Segue agora uma dessas sugestões para você: um ritual com 12 atos, extraído do livro A Arte do Sexo Tântrico, de Nitya Lacroix (Editora Vitória Régia). Inspire-se...




PREPARAÇÃO

Prepare uma espécie de santuário para que o encontro erótico seja algo sensual e convidativo. Perfume o ar com incenso ou óleos aromáticos. Crie um altar e nele coloque flores perfumadas e oferendas significativas dedicadas por você ao serviço do amor, independente do sentido que tenha para você.

BANHO RITUAL

Acenda velas para iluminar o banheiro. Prepare toalhas limpas. Depois, ritualmente, banhem um ao outro, deixando a água quente cair sobre vocês, lavando todas as impurezas internas e externas. Em seguida, com carinho, enxuguem um ao outro.

TOQUE A PARCEIRA

A mulher deve ser ritualmente ungida com uma mistura de óleos aromáticos. Uma receita: em 25 ml de óleo de amêndoas, misture 6 gotas de óleo essencial de rosa, 4 gotas de sândalo e 5 gotas de olíbano. O parceiro deve esfregar as mãos uma na outra e massagear todo o corpo da mulher com esse óleo.

CONSAGRE O AMBIENTE

Entrem no santuário criado por vocês e espalhem pétalas de rosa por todo o ambiente, para consagrá-lo simbolicamente.

AUTO-TOQUE RITUAL

O homem pode agora realizar uma simples cerimônia de autotoque baseada num antigo ritual tântrico: basta tocar cada parte de seu corpo com a intenção de abandonar a atenção centrada em si para viver um momento a dois de troca e doação.



HONRE SHAKTI

É a hora de honrar a deusa Shakti: o homem deve ajoelhar-se diante da parceira e percebê-la como a personificação sagrada da deusa indiana do amor e do prazer. Em seguida, ele deve tocar todo o corpo da mulher, começando pelo pé esquerdo e seguindo até o alto da cabeça, voltando, depois, pelo outro lado, até o pé direito.

BEBENDO VINHO

O vinho é uma bebida proibida na cultura tradicional hindu, mas purificado no ritual tântrico como uma oferenda às divindades. Degustem de um mesmo copo de vinho, cada um dando um gole de cada vez, com calma e prazer.

MEDITAÇÃO

Coloquem alguma música que inspirem vocês a dançar juntos. Tornem-se Shiva e Shakti em uma dança de criatividade e amor. Depois, sentem-se com as pernas em posição de lótus (cruzadas) ou em outra posição confortável, desde que um fique de frente para o outro. Meditem, assim: concentrem os pensamentos e respirem pausadamente, com inspirações e expirações profundas.



RITUAL DO ALIMENTO

Antes de realizar os rituais sexuais místicos, os adeptos do tantrismo compartilhavam uma refeição de alimentos proibidos transformados em oferendas divinas durante uma prece. Ofereçam, então, alguns alimentos um ao outro, como frutas pequenas (morango, uvas) ou pedaços de fruta, saboreando-as sem pressa. O objetivo é despertar o paladar, outro sentido que potencializa seu ritual de prazer.

HONRANDO LINGAM E YONI

Para o tantrismo, a vagina (chamada de yoni) é algo sagrado, assim como o pênis (o lingam). O homem deve espalhar pétalas de rosa pela yoni, reverenciando-a como a porta sagrada para o êxtase sexual. Depois, a mulher pode realizar um ritual semelhante, tocando o corpo de seu amado com carinho e espalhando pétalas pelo lingam.

COMUNHÃO SILENCIOSA

Encaixem-se calmamente. Com o contato dos olhos e a respiração calma, vocês se aprofundarão na experiência sexual tântrica. Permaneçam assim por algum tempo: corpos colados, olhos nos olhos e respiração calma e sincronizada (os dois inspirando e expirando ao mesmo tempo).

UNIÃO SAGRADA

Dêem início ao ato sexual, deixando todo o corpo sentir a alegria dos seus beijos, abraços e carícias, sem apressarem-se para nada, mas rendendo-se a essas sensações especiais. A posição sexual mais indicada é a mulher sentada sobre o parceiro, sendo que ele também se senta para conseguir abraçá-la e beijá-la durante os movimentos. Tornem-se amantes cósmicos, como Shiva e Shakti... e saboreiem o prazer de sentir-se unidos profundamente, como uma mesma pessoa!



OS SEGREDOS DO HIPERORGASMO

Um êxtase de prazer infindável e muito mais intenso que um orgasmo comum. Isto é o hiperorgasmo, um estado quase sobrenatural de nossa sexualidade que se pode alcançar através do sexo tântrico.

SEM PRESSA

O hiperorgasmo não é um espasmo de alguns poucos segundos, mas um estado de êxtase iluminado. Mas é possível a qualquer pessoa alcançá-lo?
Não é preciso ser nenhum atleta sexual para atingir o hiperorgasmo. Mas algumas condições básicas são necessárias. Sensibilidade, sutileza, desinibição, concentração, capacidade de se esquecer do tempo e das obrigações são indispensáveis. Além disso, é preciso renunciar à pressa, às comidas gordurosas, às bebidas alcoólicas, ao fumo e, em especial, não focalizar no orgasmo como único foco importante do sexo.


ALÉM DOS LIMITES FÍSICOS

O sexo tântrico é uma filosofia de comportamento. É preciso um mínimo de três horas para cumprir com sucesso as diversas etapas e alcançar um estado tal de hiperestesia erógena (alta sensibilidade), que se transforme no tão desejado hiperorgasmo. É como ultrapassar o prazer físico até uma dimensão que supere exatamente os limites físicos.
O hiperorgasmo não é um espasmo físico, mas sim o ponto mais alto do prazer, com uma duração bastante acima do comum. Quem já experimentou garante que dura horas, embora provavelmente seja mais certo falar de minutos. O estado de prazer é tal que pode incluir a perda de consciência.


UM MAREMOTO DE PRAZER

Os defensores do sexo tântrico descrevem assim o orgasmo comum: "os simples mortais imaginam que o máximo do prazer é alcançar um orgasmo comum. A verdade é que experimentaram apenas um espasmo nervoso acompanhado de um pequeno prazer durante um curtíssimo espaço de tempo". E eles mesmos definem o hiperorgasmo como "um maremoto de prazer indescritivelmente melhor do que um orgasmo comum, que mantém o êxtase por tempo ilimitado".
Quem já experimentou as carícias tântricas, o sexo tântrico e o hiperorgasmo, diz que essas práticas mudaram suas vidas. A vida fica mais alegre, a produtividade aumenta. Os praticantes também argumentam que se tornam mais sábios, porque alcançaram uma nova dimensão do ser humano.
O hiperorgasmo depende exclusivamente da vontade de cada um, mas há algumas condições básicas que devem ser cumpridas para chegar a esse estado superior do prazer.


O IMPORTANTE É O CAMINHO

A primeira condição é romper com a idéia ocidental contemporânea de praticar sexo. Essa é uma idéia primária e instintiva, com foco na reprodução. A finalidade do sexo no Ocidente é chegar ao orgasmo. O sexo tântrico, ao contrário, tem como objetivo o prazer da prática em si mesma, sem objetivo final. Se a relação dura menos de uma hora, o tantrismo a considera ejaculação precoce.

SEM PRESSA

O carinho mútuo e a sensibilidade compartilhada são fundamentais nessa prática. A pressa está proibida e, nas várias horas que deve durar a relação, é preciso esquecer-se do mundo. É importante sentir-se leve, ágil e livre. Por isso, é preciso alimentar-se de maneira saudável, sem nenhum excesso, sem álcool, fumo, carnes vermelhas, gorduras ou doces. O ambiente precisa ser tranqüilo, acolhedor, com música suave. Deve-se dar importância a todos os rituais.

A prática tântrica precisa ser compartilhada pelo casal. Deve ser uma oferenda vital, a ser realizada com os olhos e o coração bem abertos. As várias horas de atividade devem ser alternadas com períodos de descanso, para relaxar os sentidos e alcançar mais prazer. O tantrismo crê que a ejaculação é um desperdício de energia vital, por isso ensina o homem a controlá-la e adiá-la.
Calma, paciência, doçura, olhos nos olhos, sem pressa... condições básicas para passar das carícias tântricas ao sexo tântrico e deste ao hiperorgasmo, o auge do prazer sexual.


LINKS:

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Sexo e Tantra

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:44 PM




John Cumming transformou a fazenda familiar chamada Cardow em uma destilaria por volta de 1810. Ele usou a cevada produzida pela fazenda e produziu a própria turfa. A proximidade do rio e das colinas circunvizinhas eram propícios para uma destilaria.
As colinas eram um lugar seguro no caso dos homens do imposto o visitarem. Os controles eram frequentes, e a esposa de John, Helen Cumming ajudou o marido com uma fórmula de sucesso. Ela os recebia muito bem, e os convidava para o jantar. Quando eles chegavam, ela colocava uma bandeira vermelha atrás do celeiro. Quanto tempo esta bandeira ficava visível, John sabia que os homens de imposto ainda estavam presentes, e ele esperava antes de voltar para a fazenda.
Em 1824, depois da promulgação do Ato de Imposto, John decidiu comprar uma licença para a produção do uísque dele. Durante o século XIX, a destilaria foi reconstruída 3 vezes. A enteada de John Cumming, Elisabeth levou a administração da destilaria a partir de 1876 e contribuiu para seu sucesso.
Como a maioria das destilarias, Cardhu fechou durante o Segunda Guerra Mundial.
Renovada em 1960, as destilarias passaram de 4 para 6. A destilaria foi chamada "Destilaria de Cardow" desde 1981. O malte de Cardhu é atualmente mundialmente um dos best-seller.
Aproximadamente 30% da produção são vendidos como "single malt", o restante permanecendo em "blends". Cardhu é a base dos Johnnie Walker de rótulos Vermelho, Preto, Verde e Azul.
O succeso comercial é atualmente tão grande que deu origem a muitas discussões no mundo do uísque em 2004, pois a destilaria não pode mais satisfazer toda a demanda para o Cardhu "single malt", e então decidiu comercializar o "vatted malt" em vez do "single malte" sem mudar a embalagem. Os consumidores ficaram muito furiosos, e depois de muitas discussões, a destilaria decide mudar a cor do rótulo do "Cardhu Vatted malt" para evitar confusão para os clientes, e depreciação da imagem de "single malt". A embalagem e o rótulo serão da cor verde.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:23 PM


sexta-feira, abril 23, 2004


quarta-feira, abril 21, 2004

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:27 PM


terça-feira, abril 20, 2004



SHIVAREE - GOODNIGHT MOON

[00:13]There's a nail in the door
[00:15]And there's glass on the lawn
[00:17]Tacks on the floor
[00:19]And the TV is on
[00:22]And I always sleep with my guns
[00:27]When you're gone

[00:30]There's a blade by the bed
[00:32]And a phone in my hand
[00:35]A dog on the floor
[00:36]And some cash on the nightstand
[00:39]When I'm all alone the dreaming stops
[00:43]And I just can't stand

[00:47]What should I do I'm just a little baby
[00:52]What if the lights go out and maybe
[00:56]And then the wind just starts to moan
[01:00]Outside the door he followed me home

[01:04]Well goodnight moon
[01:06]I want the sun
[01:08]If it's not here soon
[01:10]I might be done
[01:12]No it won't be too soon 'til I say
[01:17]Goodnight moon

[01:23]There's a shark in the pool
[01:26]And a witch in the tree
[01:28]A crazy old neighbour and he's been watching me
[01:33]And there's footsteps loud and strong coming down the hall
[01:40]Something's under the bed
[01:42]Now it's out in the hedge
[01:45]There's a big black crow sitting on my window ledge
[01:50]And I hear something scratching through the wall

[01:57]Oh what should I do I'm just a little baby
[02:02]What if the lights go out and maybe
[02:06]I just hate to be all alone
[02:10]Outside the door he followed me home
[02:14]Now goodnight moon
[02:16]I want the sun
[02:18]If it's not here soon
[02:21]I might be done
[02:23]No it won't be too soon 'til I say
[02:27]Goodnight moon

[02:48]Well you're up so high
[02:50]How can you save me
[02:52]When the dark comes here
[02:54]Tonight to take me up
[02:57]To my front walk
[02:59]And into bed where it kisses my face
[03:03]And eats my head

[03:05]Oh what should I do I'm just a little baby
[03:10]What if the lights go out and maybe
[03:14]And then the wind just starts to moan
[03:18]Outside the door he followed me home
[03:22]Now goodnight moon
[03:24]I want the sun
[03:26]If it's not here soon
[03:28]I might be done
[03:30]No it won't be too soon 'til I say
[03:35]Goodnight moon
[03:39]No it won't be too soon 'til I say
[03:44]Goodnight moon

* melhor música da trilha sonora do filme KILL BILL

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:26 AM




SAWABONA SHIKOBA

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.

Se sou agressivo, ela deve ser calma, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.

Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.

Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...


PS: Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer "EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM". Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é "ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ".

(Flávio Gikovate, médico psicoterapeuta).

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:33 AM




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