<body>

Deixa com o Beque !!

sábado, maio 08, 2004



Um cara sofre um terrível acidente e seu pênis é dilacerado e arrancado fora. Seu médico assegura-lhe que a medicina moderna pode trazer o seu "coiso" de volta, mas o plano de saúde não cobrirá a cirurgia, pois a mesma é considerada estética. O médico acrescenta que os preços de tal cirurgia são:

- R$ 35.000,00 - tamanho pequeno
- R$ 65.000,00 - tamanho médio
- R$ 90.000,00 - tamanho grande

O homem imediatamente aceita e fica em dúvida, somente, se implantará um médio ou um grande. O médico, então, o aconselha a conversar com a esposa antes de tomar qualquer decisão. O homem assim faz: telefona para a esposa e lhe explica a situação. Voltando à sala, o médico encontra o homem completamente deprimido e lhe pergunta:

- E então, o que você e sua esposa resolveram?

O cara responde:

- Ela prefere reformar a cozinha...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:29 PM




A química da paixão

Muito se discute sobre o que rege a paixão e ninguém até hoje chegou a uma conclusão plausível. Contudo, existe uma unanimidade: paixão e amor são coisas diferentes. Algo como fogo e centelha. Paixões são efêmeras, amores duram. A paixão é louca e o amor, sensato. Se a paixão deixa as pernas bambas, o amor equilibra. Paixões consomem e amores nutrem. Há quem não consiga amar, mas viva em estado pleno de paixão. Há até quem confunda um com o outro. E sábios são aqueles que conseguem viver o amor apaixonadamente, embora - que pena - isso seja coisa rara.

Enquanto isso, uma cientista da Universidade de Pisa, na Itália, acredita ter encontrado a chave da paixão. A Dra. Donatella Marazziti afirma que a paixão acontece devido a uma simples alteração nos níveis de testosterona em homens e mulheres. Segundo ela, este fenômeno ocorre de um jeito muito interessante: homens apaixonados têm seus níveis de testosterona diminuídos, enquanto mulheres apaixonadas tendem a aumentar as concentrações desse hormônio. "É como se a natureza quisesse eliminar o que pode ser diferente entre os homens e as mulheres, porque é importante sobreviver a esta fase", ela diz. Marazziti chegou a estas conclusões após estudar, durante dois anos, doze casais apaixonados. Ao que parece, seu estudo levou em conta apenas as paixões correspondidas, ela nada fala de paixões solitárias. Seu estudo também concluiu que, ao fim do estado de paixão, os níveis de testosterona voltam ao normal em ambos os sexos.

Porém nem todos os cientistas concordam com as conclusões da pesquisadora, como o Dr. Andreas Bartels, da University College London, que contesta os resultados do estudo dizendo que essas modificações hormonais podem ser apenas o resultado do aumento da atividade sexual. Uma argumentação também sujeita a críticas, uma vez que a atividade sexual tende a aumentar os níveis de testosterona nos homens, e não o contrário.

Sei não, acho que ainda não é por aí. Até concordo que os níveis de testosterona podem se modificar em casais apaixonados, mas não se pode afirmar que esta seja a causa - por que não o efeito? Alguma coisa na cabeça da gente - a tal mágica da paixão? - que deflagraria essas mudanças, deixando os homens mais sensíveis e as mulheres mais arrebatadas e - infelizmente - com espinhas no rosto, um indesejável efeito do aumento da concentração de testosterona no organismo feminino.


(Marcus Moura - lad.com.br)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:07 PM


terça-feira, maio 04, 2004




Juliana Paes, enfim nua na Playboy ! (SleepBlog)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:10 PM


Os porões dos EUA

(José Eduardo Barella)

A derrota moral mais devastadora que os americanos tiveram no Vietnã foi a revelação de que um jovem tenente de infantaria chamado William Calley comandara na aldeia de My Lai um massacre em que 500 civis vietnamitas foram mortos. O crime ocorreu em 1968, mas Calley só foi à corte marcial dois anos depois, quando, então, foram revelados os detalhes pavorosos da história. O mais chocante dava conta que um bebê saiu engatinhando de uma pilha de cadáveres no centro da aldeia. Calley tirou sua pistola, encostou-a na cabeça do bebê, disparou e o jogou de volta ao amontoado de corpos. O tenente foi condenado a dez anos de prisão, dos quais cumpriu apenas quatro, sendo colocado em liberdade condicional em 1974. Para muitos analistas, o episódio de My Lai foi a gota d'água no front interno, onde a administração já vinha perdendo a guerra havia vários anos. Na semana passada, a opinião pública americana foi apresentada a um episódio que, embora menos cruento, pode ter sobre a avaliação da guerra no Iraque o mesmo efeito produzido pelo massacre no Vietnã. A rede de televisão americana CBS exibiu em horário nobre
imagens de prisioneiros iraquianos sendo torturados e humilhados por soldados americanos.

As imagens foram feitas em novembro e dezembro no presídio de Abu Ghraib, em Bagdá. O impacto de ver soldados americanos, entre eles oficiais mulheres, foi ainda maior por causa do cenário do crime. Abu Ghraib é a cadeia-símbolo da crueldade do regime do ditador deposto Saddam Hussein. Nas semanas que se seguiram à tomada de Bagdá, no ano passado, os americanos trataram de expor ao mundo os horrores ocorridos no Iraque durante duas décadas de ditadura de Saddam Hussein. Filmadas e fotografadas em detalhes, as cicatrizes deixadas pelas sessões de tortura nos sobreviventes e as valas coletivas com os corpos dos assassinados nas prisões serviram como provas convincentes de que os Estados Unidos tinham libertado o povo iraquiano de um pesadelo. Em Abu Ghraib, Saddam executava anualmente cerca de 6.000 presos, em alguns casos com a utilização de métodos de uma perversidade aterradora. Incluíam uma máquina trituradora e a imersão em óleo fervente. Em setembro do ano passado, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, visitou Abu Ghraib para ver com os próprios olhos as câmaras de tortura. O complexo nos arredores de Bagdá tinha então se tornado local de detenção para iraquianos capturados pelas tropas americanas.

As fotografias divulgadas na semana passada mostram prisioneiros iraquianos quase sempre nus, exceto por um capuz enfiado na cabeça. Numa foto, um iraquiano é mantido em pé sobre uma lata, com fios atados em suas mãos. É um método conhecido de tortura, que em pouco tempo provoca dores terríveis nos braços e nas pernas. De acordo com a CBS, o preso permaneceu por um longo tempo sobre a lata, avisado que seria eletrocutado se colocasse os pés no chão. Fotos e gravações em vídeo mostram prisioneiros nus ajoelhados uns sobre os outros para formar uma pirâmide humana. Outra imagem é a de iraquianos obrigados a simular que estão fazendo sexo oral em colegas. Muitas fotos mostram guardas americanos rindo despreocupadamente. Uma soldada ironiza os detentos nus apontando sarcasticamente para seus genitais. Em outra imagem um cão de guarda ataca um preso iraquiano.

A divulgação das imagens de torturas praticadas por soldados americanos foi devastadora para a Casa Branca. Desde que se comprovou que as armas de destruição em massa que Saddam teria simplesmente não foram encontradas, o governo americano se agarrou na justificativa de que a invasão do Iraque serviu para libertar o povo iraquiano da repressão desumana de Saddam Hussein. É difícil sustentar essa tese quando as tropas de ocupação enfrentam uma rebelião popular em várias cidades iraquianas e surgem evidências de que os libertadores torturam e humilham prisioneiros. "O tratamento dado aos prisioneiros não reflete a natureza do povo americano. Não é assim que fazemos as coisas nos Estados Unidos", disse o presidente George W. Bush, que se disse "profundamente desgostoso e desapontado" com a revelação. O general-brigadeiro Mark Kimmitt, comandante do teatro de operações no Iraque, sentiu-se traído: "Que eu tenha colegas de farda capazes de fazer essas coisas me deixa arrasado. Eles violaram todos os códigos de ética e dignidade dos verdadeiros combatentes americanos".

As denúncias de torturas em Abu Ghraib são antigas, mas foi preciso aparecerem as imagens para o governo americano se sentir na obrigação de fazer alguma coisa para deter os torturadores. Ex-detentos, libertados no ano passado, reclamaram de espancamentos e punições, como a permanência de horas sob o sol e tortura psicológica que incluía ouvir música em volume elevado dia e noite. As investigações mostram a falta de regras claras para os soldados americanos destacados para cuidar dos presos em Abu Ghraib e também inesperadas falhas na escala de comando. A rede de televisão CBS admitiu que relutou em divulgar as imagens porque sofreu muita pressão do Pentágono para não fazê-lo. A denúncia surgiu num momento em que o apoio à guerra está em queda e confirma um fenômeno já bem estudado: a guerra pode despertar os melhores sentimentos de um ser humano. Em geral, contudo, o que se vê é a eclosão do lado negro da soldadesca. A diferença é que quando isso ocorre numa democracia o sistema se eleva acima das diferenças e do poder militar e age para punir os responsáveis e encontrar fórmulas de evitar que a tortura se repita. Do ponto de vista formal, o Pentágono agiu com correção. Seis soldados vão enfrentar a corte marcial por maus-tratos a prisioneiros. Outros quatro receberão uma punição disciplinar. Sete oficiais vão receber o mesmo tratamento, porque os soldados em questão informaram que o tratamento dispensado aos prisioneiros recebia o apoio dos oficiais. A general Janice Karpinski, que comandava a polícia militar e era responsável pelos centros de detenção, foi despachada de volta aos Estados Unidos, mas o dano na opinião pública não se dissipará pela mera punição dos envolvidos.


*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:57 PM






Nome : Dhuvi-Lúvio
Local: Batel-Pr
Email para mim


EM CURITIBA

Links
Antigos

Powered by Blogger
Site Meter