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Deixa com o Beque !!

sexta-feira, maio 28, 2004



CD Detonautas Roque Clube

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:24 PM


"Felicidade é a única coisa
que podemos dar sem possuir."


(Voltaire)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:40 PM




"A opinião comum de que sou ateu repousa sobre grave erro.

Quem a pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu.

Creio em um Deus pessoal e posso dizer que, nunca, em minha vida, cedi a uma ideologia atéia.

Não há oposição entre a ciência e a religião. Apenas há cientistas atrasados, que professam idéias que datam de 1880.

Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas. No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que estes cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis, formuladas na base de estatísticas renováveis. Ora, essa indeterminação, no plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma causa, que produza o equilíbrio e a harmonia dessas reações dessemlhantes e contraditórias da matéria.

Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam como o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo a seu serviço, por meio de fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos. Outros o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como o Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos homens no mais íntimo de sua consciência.

* * *

A mais bela e profunda emoção que pode experimentar é a sensação do místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja estranha tal sensação, aquele que não mais possa devanear e ser empolgado pelo encantamento, não passa, em verdade, de um morto.

Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se manifesta como a mais alta das sabedorias e a mais radiosa das belezas, que as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais primitivas, esse conhecimento, esse sentimento está no centro mesmo da verdadeira religiosidade.

A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de pesquisa científica.

Minha religião consiste em humilde adiração do espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção, profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que se revela no incompreensível universo, é a idéia que faço de Deus."


(Albert Einstein - O Universo e Dr. Einstein)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:27 PM





Interessante

"O homem mais velho da Alemanha, Hermann Doernemann, completou 111 anos ontem e diz que sua longevidade se deve a dois hábitos seguidos à risca: não fazer esporte e tomar diariamente uma cerveja do tipo ?Altbier?. A revelação foi feita pela filha dele. Doernemann renunciou a qualquer tipo de fama e vai comemorar o aniversário na intimidade familiar, com sua filha Rita Klein, seu neto e seus dois bisnetos. Outro ?segredo? da longevidade, segundo ele, é a ingestão da água de ferver batatas, muito rica em vitaminas. Nascido em 1893 em Essen-Altenessen, Doernemann foi engenheiro eletrônico durante 42 anos, profissão que exerceu primeiro em Ratingen a partir de 1922 e em Düsseldorf, desde 1947."

Quer dizer que estou bem na parada: engenheiro eletrônico e tomando uma cervejinha todo dia irei longe. Agora só falta beber essa tal água de batatas fervidas, e, é claro, morar na Alemanha...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:41 AM


quarta-feira, maio 26, 2004

A CELULITE DA JULIANA PAES

A atriz está "puta" da vida porque
esta foto de uma
propaganda da cerveja antártica vazou da agência.
Sugere alguma celulite por não haver retoques na foto.
A Playboy alardeou a todos cantos que não usou photoshop
no ensaio da atriz da última edição da revista...
Até a Fernanda Keller que é triatleta tem celulite,
então porque a JP com aquele bundão não teria ?
Deixem a Juliana em Paes !!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:34 AM




terça-feira, maio 25, 2004


segunda-feira, maio 24, 2004



Malditas Mulheres: a gente sempre acaba cruzando por aí com algumas...

Laní, a massagista amarga ::

Totalmente, completamente, estupidamente, infinitamente.....embriagada!!! Mas em casa, já viu. Trabalhando e morando na sauna mista. Durante o dia fazendo experiências numa salinha escondida da sauna. Novos óleos para massagear os clientes. Durante a noite, eternamente esperando pelo velhão de Ray-Ban das fabulosas terças feiras.

Tinha noites, depois da sauna fechar, que ouvia os passos de gatinhos e miados implorando por algo, lá fora, perto do lixo, na garagem..."Vou lá na porta pegá-los de supresa. Eles são bonitinhos! "

No meio do caminho desistia. Esquizofrênica. Corcunda e gorda. Os dedos inchados pra fora do chinelo, mudava de idéia. Contava pra vizinha mais tarde: "Não era barulho aqui da sauna não! Eram os gatos. Aquelas pestes! Fui lá, e taquei a vassoura nas costas de um deles. Eles tavam muito demoníacos!!! Que medo que passei, garagem escura, dois diabinhos vindo na minha direção, e, mesmo calçada com as botas novinhas que ganhei de um cliente, no piso molhado e escorregadio, consegui tacar uma vassoura nos desgranhidos!!! E se eu caio vizinha, quem é que vai cuidar da sauna?"


"Essas Malditas Mulheres" é um livro do Dalton Trevisan. Altamente recomendável.
P.S.: Dani Azul: vc é D+ !

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:16 PM




Winscatchatchura

Saí de casa e esqueci minha cópia das chaves. Foi de propósito. Não pretendo voltar, nunca mais. Deixo tudo lá, móveis, roupas e intenções não realizadas. É tempo de fazer algo.

Corro o mundo à procura de outras chaves, que abram outras portas. Não tenho mais âncoras: deixei de ser o filho antes de ser pai e agora espero por outros filhos. O mundo é minha porta e ela ainda está trancada. Por enquanto.

E por enquanto vou vagar por aí, até arranjar uma chave mestra. Ou um pé de cabra. Até que o mundo esteja escancarado para mim, até que eu possa ir e vir para onde eu bem entender, até quando eu puder escolher fincar minhas raízes no ar ou simplesmente desaparecer, lentamente.

Esse é o momento das raízes. Esse é o momento de novos começos. Esse é o momento de, apesar de tudo, agarrar a esperança com as mãos até quebrar-lhe os pulsos.

Esse é o momento.



*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:10 PM




O livro de Paulo Maluf
(Augusto Nunes)


A entrevista na TV está quase na metade e Paulo Maluf continua, como diz o comentarista Rivellino sempre que abre a boca, administrando o resultado. Pergunto alguma coisa sobre suspeitas que rondam a Petropaulo, sigla que andou esburacando o Estado sem achar uma gota de óleo. Ele responde que encontrara gás. Que fazer se jornalistas ignorantes não conseguem compreender que petróleo e gás valem virtualmente a mesma coisa?

Pergunto sobre isto, ele responde sobre aquilo. E segue em frente. Tento interrompê-lo assim que surge um ponto, uma vírgula no discurso. Maluf retruca com a mesma frase: -O senhor permita que eu conclua o raciocínio, por favor. O homem mata a bola no peito, baixa na terra e toca de lado, batendo com dois dedos. Resolvo apelar para o jogo sujo: simultaneamente, aplico a cotovelada e o carrinho por trás:

- Que livro o senhor está lendo no momento? Pergunto numa pausa do palavrório sobre os destinos da pátria estremecida.

Pela cara de espanto, pelo silêncio súbito, eu acertara a cotovelada e uma trava da chuteira pegara o calcanhar do craque. Ele rolava à beira do gramado, chamando a maca. Devia estar pensando no título de algum livro. Os momentos de dor somaram cinco segundos.

- Estou lendo "A Terceira Onda", do Alvin Tofler - recupera-se Maluf. - Você já leu?

Não, eu não tinha lido. E era o livro da hora.

- Pois recomendo - tripudia. - Melhora a cabeça de qualquer um. Político ou jornalista.

Dois anos depois, estou entrevistando Maluf para uma revista. O jogo é muito parecido com os outros. Recorro ao lance extremo. Para minha surpresa, ele não se lembrava da conversa anterior.

- Estou lendo "A Terceira Onda" do Alvin Tofler - repete ao ouvir a pergunta: que livro ocupava seus poucos minutos livres?
Chuto de trivela, buscando o ângulo:

- Há dois anos, o senhor me disse numa entrevista que estava lendo esse mesmo livro. Ainda não terminou?

- Estou relendo - devolve de bico. - É que é muito bom. Você já leu?

- Já ! minto. E mudo de assunto.

Mais três anos e estamos de novo em campo, agora num estúdio de televisão. Ele continua em forma. Prefeito de São Paulo, com tanta popularidade que acabaria por presentear São Paulo com o inverossímil Celso Pitta, vai batendo uma bola redonda. Vem-me a tentação do jogo sujo. -Ele não vai entrar nessa - penso. Mas tento.

- Que livro o senhor está lendo no momento?

-"A Terceira Onda", do Alvin Tofler - responde com o ar sereno de quem tanto fez pelo Brasil.

Avanço todos os zagueiros e armadores, boto os atacantes na pequena área.

- É a terceira vez que o senhor me dá a mesma resposta - digo com aquela voz grave de jornalista americano. - Além desse aí, o senhor leu outro livro? Se leu, poderia dizer o nome e resumir o conteúdo?

Tensão no estúdio. Silêncio no estádio. Até que o craque ergue as duas chuteiras, disposto a me pegar no joelho.

- Esse assunto só interessa a jornalistas mal-educados como você! - Maluf está quase berrando. - Leio o que quero e quando tenho tempo, ninguém tem nada com isso! Tanto assunto importante e você me vem com uma conversa dessas!

Espero o fim do destempero, mudo de tema e entrevista que segue.

Não voltei a entrevistar Maluf. Mas vou repetir a pergunta na primeira chance. Candidato a prefeito de São Paulo, ele jura que será a última campanha. Tenho de saber que destino deu ao exemplar histórico do livro de Tofler.


*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:06 PM




Fala Zé

Um sujeito chegou no cais do porto
E pediu emprego de alfaiate
Misturou cinturão com abacate
E depois descobriu que estava morto
Ligou seu rádio no focinho de um porco
E afogou-se num chá de erva cidreira
Requereu um diploma de parteira
E tocou numa ópera de sinos...
Eram mãos de dezoito mil meninos
E não sei quantos pés de bananeira

Eu já cantei no Recife
Na porta do Pronto Socorro
Ganhei duzentos mil réis
Comprei duzentos cachorro
Morri no ano passado
Mas este ano eu não morro

O meu nome é Zé Limeira
Cantor que não é pilhérico
Mas já sofreu de alguns males
Foi atacado de histérico
Chame logo a junta médica
Faça o exame cadavérico

Pedro Álvares Cabral
Inventor do telefone
Começou tocar trombone
Na volta do Zé Leal
Mas como tocava mal
Arranjou dois instrumentos
Daí chegou um sargento
Querendo enrabar os três
Quem tem razão é o freguês
Diz o Novo Testamento!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:00 PM





*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:12 PM




MERDAS DE QUEM MORA SOZINHO

1 - Ao pendurar o quadro na parede do computador/aparelho de som, furar algum encanamento e não lembrar onde está o registro geral.

2 - Colocar a pizza do outro dia no forno para um lanche antes de viajar, esquecer que teve essa idéia, voltar de viagem e encontrar sua cozinha carbonizada.

3 - Ignorar problema de cupim por falta de tempo e um dia, ao pegar para tocar o mega-violão que era do avô do seu avô, senti-lo desfazer-se em suas mãos.

4 - Esmagar maria-fedida na parede.

5 - Pedir sashimi delivery, deixar cair uma fatia de salmão no recôndito mais inusitado da casa e passar um mês tentando descobrir de onde vem o cheiro de porto de Santos.

6 - Fazer pessoalmente a limpeza interna do chuveiro elétrico, esquecer de ligar o fio-terra e morrer eletrocutado.

7 - Deixar as janelas abertas em dia de dilúvio e encontrar sua casa descascando nas bordas.

8 - Jogar games de terror com o som no máximo e ser obrigado explicar os gemidos, gritos e tiros para o vizinho e a polícia.

9 - Quebrar um ovo podre diretamente sobre a frigideira pelando.

10 - Não ter café para as visitas.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:05 PM






Pronunciamento

Abro mãos dos adjetivos que não me cabem, livrando-me, assim, da existência de um eu que nada tem a ver comigo. Não preciso de elogios dos quais desconheço a natureza, nem de propostas que nunca pensei em aceitar. Não quero mais do que mereço ou merecer por merecer o que puderem e quiserem me dar.

Abro mãos das falseadas gentilezas, dos sorrisos forçados e das histórias criadas no improviso para servirem de peças de um jogo que me nego a jogar. Não anseio por receber afetos instigados pela necessidade e não cultivados em empatia. Também garanto a mim o direito de não dissimular o meu gostar.

Abro mão da companhia ausente, que insiste em tratar o amor com esgares, como se fosse ele um delinqüente, uma obrigação com o coração e uma traição do corpo. E de todo consolo oferecido a fim de torná-lo viável, tragável, suportável. Não quero aliar meus sentimentos às desculpas e culpas.

Comigo levarei, sempre e para onde for, somente a possibilidade de reconhecer o verdadeiro e, no caso de errar na escolha, a capacidade de perdoar a mim sem desacreditar quem sou. E também uma porção de perspectivas e lembranças, algumas querenças e um desejo de amar para cultivar mais tarde, quando sentir que nada mais me cabe, além de deixar acontecer.


(Carla Dias)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:22 PM




Um casal de alemães, mês passado, foi se consultar na clínica de fertilidade da Universidade de Lübeck. Contaram aos especialistas um caso que revelou ser absolutamente inédito pelo corpo médico da instituição. Após oito anos de casamento, o marido, com 36 anos, e sua esposa, com 30, não conseguiam ter filhos. Fizeram então todos os testes de fertilidade e concluíram que nada tinha de errado com nenhum dos dois ? não havia qualquer obstáculo à concepção. Tudo se esclareceu, todavia, quando o doutor perguntou ao casal com que freqüência praticavam o ato sexual. A resposta, quase em uníssono foi: ?Was?? (traduzindo do alemão: ?O quê??).

Sim, adivinhou. Eles nunca tinham praticado sexo. Aliás, nem sabiam o que era. E não eram retardados nem nada. Só que, tendo sido os dois criados num ambiente social e familiar religioso daqueles bem antiquados e repressivos, nunca ninguém chegou pra eles um dia e explicou que, para gerar neném, é preciso algo mais do que apenas se casar no civil e no religioso. Não é difícil imaginar a surpresa dos médicos diante do achado e, ainda mais, a agradável surpresa do casal ao freqüentar as aulas de terapia sexual recomendadas pelos especialistas. Quantas descobertas práticas interessantes devem ter feito, e ainda estar fazendo até agora, o doce casalzinho. A equipe da clínica, é claro, aproveitou a oportunidade para iniciar um estudo regional em busca de outros casais que apresentem a mesma pequena lacuna no quesito educação sexual.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:08 PM




Os sonhos de manhã têm sido mais vívidos e sugestivos.
Durmo mais porque acho que acharei lá as respostas.
Vejo muitas delas, mas bem de longe e não as identifico.
Eu conheço aquele riso de língua entre os dentes...
O coelho estava na cartola, mas eu a senti tão leve.
Sinais e sinais. Sinais demais. Agüenta aí, meu chapa !
Onde estará minha consciência ? Agora que eu tanto preciso...
Engraçadinha mesmo essa sina de ouvir sininhos: magamalabares.
De onde mesmo vem os anjos ? O meu é sacana mas é fiel !
As entrelinhas dizem tudo de maneira gritante. Como lê-las ?
O espaço de silêncio ainda reverbera um pensamento...
Não sabe como dizer não, eu também não, nem adeus.
Que bênção essa dúvida visceral. Vida, minha vida inaugural.
Chegou bem perto e me disse algo que marejou meus olhos.
Aquele instante foi salvo em memória não-volátil. Inviolável.
Meus Documentos/alma/sensibilidade/percepção/emoção/afeto/afeição/amor.doc
Há tempos que não tenho o sol como companhia. O Brilho.
Nuvens escuras não saem dessa cidade. Cidadãos corvos.
Algo aconteceu na indiferença vigente.
Turvaram-me mais ainda meus focos ?
Os sonhos têm sido palpites. De manhã.
Aceito sim o desafio desses fios desencapados.
Aceito sim, meu Deus, esses negativos. Vou revelá-los !

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:39 PM




Nome : Dhuvi-Lúvio
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