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Deixa com o Beque !!

sexta-feira, junho 18, 2004



Links da Sex-ta-Feira:

- Fotos feitas em casa
- When the woman is art
- Alongamento entre elas
- 1431 garotas formando uma só
- Ranking das melhores do colégio
- Qual fruta vc prefere ?
- Loiras: diretório aberto
- Hardcore Victorian Journal
- Jennifer Lopez: algo de brasileira

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:54 PM




CONFISSÃO

Tentei acabar com a carreira de Chico Buarque na tarde de 29 de janeiro de 1994. A carreira futebolística. Numa pelada amistosa entre o Polytheama dele e o nosso Segundo Caderno. Perdemos. Não me lembro de quanto. Nada vexaminoso. Vexaminosa foi minha entrada imprudente sobre o dono da voz, da bola, do time e do campo.

A horas tantas, fui afoito marcar o Chico. Vinte anos mais velho e um ano-luz mais técnico e ágil, ele jogou a bola para o lado e eu, bonde desgovernado, acertei-o em cheio. Deve ter doído. Conforme o anfitrião se levantava, cara de poucos amigos, ouvi Antônio Pitanga apelar à beira do gramado: - Pelamordideus, não faz isso com o nosso Chico!?

Eu fiz. Durante mais de dez anos sublimei a história para que parecesse um mero lance patético de um beque amador fora de forma, ou seja, de um cara perfeitamente apto a ser titular da zaga profissional do Botafogo hoje em dia. Neste caderno em honra ao 60 aniversário de Francisco Buarque de Hollanda, porém, a última ficha caiu: fiz de propósito. No fundo, minha sórdida intenção era ser o Mark Chapman do Chico. O Mark Chapman, não, o Márcio Nunes do Chico. Lembra do jogador do Bangu que quebrou a perna do Zico? É mencionado apenas por isso: uma triste nota de pé de página na biografia do craque.

Agora enxergo tudo. Num átimo, no campo quente do Recreio, qual um pied noir armado numa praia da Argélia, devo ter pensado: peraí, este sujeito esguio com a bola toda compõe pencas de músicas maravilhosas (naquele janeiro pré-Real, com ingressos a Cr$ 6.000,00, ele fazia no Canecão a temporada do CD "Paratodos", o que inclui "Futuros amantes", que coisa, meu deus, que coisa), escreve o ótimo "Estorvo" (naquele janeiro ir-Real, ele não tinha publicado nem "Benjamin" nem "Budapeste", que reputo o melhor), tem aos seus pés multidões de belas mulheres (entre elas Marieta Severo e as filhas), enfim, empreende uma trajetória brilhante, íntegra e discreta...

E ainda por cima joga bem futebol?! Ah, aí é demais. Pau nele.

Saiba ou não, admita ou não, todo homem brasileiro inveja o Chico Buarque. A inveja, naturalmente, além de ser uma merda, é uma forma doentia de admiração. Não se deseja só o que o outro tem - berço, gênio, uma bela família, olhos azuis, um drible difícil de marcar, um apê no Marais - mas também o que o outro é. Portanto, saiba ou não, admita ou não, todo homem brasileiro gostaria de ser o Chico Buarque. Ao mesmo tempo, e aqui afinal chego ao meu ponto, o Chico já é todo homem brasileiro.

Quando diz "o meu pai era paulista/ Meu avô, pernambucano/ O meu bisavô, mineiro/ Meu tataravô, baiano/ Vou na estrada há muitos anos/ Sou um artista brasileiro" (em "Paratodos", a canção), ele não está fazendo um exercício de retórica nacionalista. Na verdade, dizer que Chico é todo homem brasileiro é, além de machismo, miopia estética, porque já está suficientemente demonstrada sua capacidade de também ser, como nenhum de seus pares, toda mulher brasileira, cedendo-lhe entranhas e voz, como em "Teresinha" ou "Folhetim", para ficar em duas músicas incluídas na "?Ópera do Malandro".

Em seus 60 anos de vida e 40 anos de carreira, Chico foi o ghost writer de tantas de nossas declarações de amor ("Não se afobe, não/ Que nada é pra já/ Amores serão sempre amáveis/ Futuros amantes, quiçá/ Se amarão sem saber/ Com o amor que eu um dia/ Deixei pra você", em "Futuros amantes", que coisa, meu deus, que coisa), de tantos de nossos protestos contra a ditadura ("Você vai se amargar/ Vendo o dia raiar/ Sem lhe pedir licença/ E eu vou morrer de rir/ Que esse dia há de vir/ Antes do que você pensa", em "Apesar de você"), de tantos de nossos bilhetes de despedida ("Eu bato o portão sem fazer alarde/ Eu levo a carteira de identidade/ Uma saideira, muita saudade/ E a leve impressão de que já vou tarde", em "Trocando em miúdos", obra-prima em parceria com Francis Hime).

De tal forma Chico foi nosso ghost writer nas últimas quatro décadas que, quando li "Budapeste", não pude deixar de enxergar o seu rosto no protagonista, José Costa, ghost writer tão talentoso que em pouco tempo consegue fantasma-escrever até em húngaro; ghost writer tão talentoso que vê a sua mulher, Vanda, ficar caidinha pela prosa do alemão Kaspar Krabbe, para quem ele próprio escreveu o best-seller "O ginógrafo".

Sintam o drama: emprestar, emprestar, não, vender em silêncio as palavras que serão usadas para conquistar o mundo, inclusive sua amada, qual uma versão boa-pinta de "Cyrano de Bergerac". Quantos de nós, homens e mulheres, já não usamos as palavras de Chico para nossos propósitos? Ainda na semana passada, eu citava de passagem "Mulheres de Atenas", dele com Augusto Boal, no meu arrazoado sobre a capital grega.

Daí a admiração, daí a ponta (ou o pontapé) de inveja, ou melhor, daquele terno ressentimento que o ser humano guarda de quem lhe fez um grande bem. Chico Buarque só nos fez bem estes anos todos. Escreveu tanta coisa bonita. Viveu a sua vida em paz, longe da intrigalhada ou da ânsia pela celebridade máxima. De certa forma, ele vive as nossas vidas, porque, ao tão gentilmente agraciar-nos com os seus poemas, tornou-se parte delas. Dar-lhe os parabéns, então, é também, de fato e de direito, nos congratularmos.


Texto de Arthur Dapieve no segundo caderno do jornal "O Globo"
edição comemorativa dos 60 anos de Chico Buarque de Hollanda

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:20 PM


quinta-feira, junho 17, 2004



O AQUARIANO

Chega a consciência antes do sol, mas prefere não abrir os olhos
a fim de tentar entender ou lembrar o último lapso de sonho.
Não gosta de acordar cedo, o peso das cobertas o prende à cama.
Acha mesmo que sempre pode dar um jeito em tudo na vida, qualquer
coisa mesmo. Mas vai deixando tudo para última hora. Não, para o
último segundo ! Sabe que não é preguiçoso, sabe que quando ao ser
exigido vai ser o maior dos guerreiros. O melhor deles. Afinal ele
nasceu para liderar. Naturalmente os satélites entram em sua órbita
e permanecem lá, a girar, até o próximo coice. É o cavalo selvagem
que adora ser livre. Sem cabrestos e rédeas, apenas o destino como
seu único condutor. Não sabe por que o taxariam de mau ou infiel.
A imensa bondade, o coração que sempre transborda, seu riso fácil
são qualidades naturais. Mas e esse querer absoluto de seduzir ?
E a impaciência reinante ? E o dom de ferir e iludir sem notar ?
Mas ninguém o dispensaria como amigo. As surpresas, as confidências
as tolerâncias. Infeliz aquele de quem não gosta. Muito Infeliz !

Chega de consciência antes do sol! Prefere não fechar os olhos pois
passa de novo mais uma noite em claro. É claro, deixou tudo para a
última hora. Além do mais o papo estava bom, ou o sexo, ou o livro.
Não se importa em ser contraditório, ou às vezes se sentir idiota,
sabe que pode ir ao extremo a qualquer hora mas preserva sua energia
para um momento especial. Sua relação com a verdade é algo incomum.
Suas respostas serão sempre inspiradas. Também pudera, ele gosta de
matemática! Adora resolver problemas, principamente os alheios...
Então naturalmente os satélites entram em sua órbita e permanecem
lá, a girar, até a próxima mordida. É o cão fiel que resgata seu
instinto animal, apenas o destino como seu único condutor. Não sabe
por que o taxariam de ingrato ou insensível. A sua imensa segurança,
o coração que sempre transborda, a lealdade inerente, são virtudes
naturais. Mas e esse poder absoluto de seduzir ? E a criatividade
reinante ? E o dom de ajudar, emocionar e fazer carinho sem notar ?
Ninguém mesmo o dispensaria como amante. Os mistérios, as saliências
os prazeres. Feliz aquela que ele ama. Muito feliz !!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:41 PM






RECEITA DA VIDA
(Via Email)

Dona Maria era uma senhora de 92 anos, elegante, bem-vestida e penteada. Estava de mudança para uma casa de repouso. Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.

A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de tecido florido que enfeitavam a janela.

- Ah, eu adoro essas cortinas - disse ela com o entusiasmo de uma garotinha.

- Mas a senhora ainda nem viu o quarto.

- Nem preciso ver - respondeu ela. Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.

- Sabe, eu tenho duas escolhas - continuou a humilde senhora

- posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... ou posso levantar da cama agradecendo outras partes que ainda me obedecem.

-Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focalizá-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida.

- A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que você guardou. Portanto, lhe aconselho a depositar muita alegria e felicidade na sua conta de lembranças. E como você vê, ainda continuo depositando.

Agora se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:

1 - Jogue fora todos os números não essenciais para sua
sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.

2 - Dê preferência aos amigos alegres. Os de "baixo astral" puxam você para baixo.

3 - Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador,
artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.

4 - Curta coisas simples.

5 - Ria sempre, muito alto. Ria até perder o fôlego.

6 - Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo. Esteja vivo, enquanto você viver.

7 - Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.

8 - Aproveite sua saúde. Se for boa preserve-a. Se está estável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.

9 - Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado.

10 - Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em
todas as oportunidades.

- E lembre-se sempre que:

"A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir, de surpresa, de êxtase e de felicidade!"

*Publicado por Dhuvi-Luvio 6:37 PM


quarta-feira, junho 16, 2004

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:58 PM




SOPA DE MACONHA

Warren B. Eugene é um empresário de sucesso. Fez fortuna no Canadá e pretende conquistar mercados na Califórnia e na Flórida. Para isso, está procurando belas estrelas de Hollywood a fim de divulgar as novas receitas da sua empresa pela televisão. Numa das receitas, ensina-se a preparar sopas. Essas sopas são recomendadas a pessoas idosas. Ou melhor, a idosos com dores decorrentes de artrite reumática. A respeito, o anúncio já está pronto: "Cozinhe em família para ajudar os vovôs que sofrem dores de artrite". A empresa é conhecida pelo nome de Amigula INC-Medical Cannabis (www.amigula.com).

Para os vovôs, a Amigula recomenda sopas de maconha. Lógico, a empresa de Warren vende a erva natural, a ser fervida. Com o tempo, pretende comercializar o extrato da maconha, mas, como alerta, nada melhor do que o frescor da erva no cozimento. Nas outras propagandas planejadas pela empresa de publicidade contratada por Warren, as beldades de Hollywood ensinarão como se deve adicionar a erva canábica natural em tortas, pastéis, patês, biscoitos, pizzas. Enfim, em tudo o mais que a imaginação dos marqueteiros permitir.

É importante lembrar que o uso medicinal da maconha é permitido no Canadá, onde está a sede da empresa de Warren. Também a maconha para fins terapêuticos é permitida, com receita médica, na Califórnia e na Flórida, lugares onde Warren pretende veicular os filmes publicitários.

Enquanto ele aposta todas as fixas nas propriedades naturais da maconha, um fato inusitado ocorreu no Parlamento da Austrália. Para o parlamento foram enviadas duas toneladas de fibra de cânhamo, que é o nome do arbusto da maconha. Cada parlamentar recebeu 15 quilos da fibra. O presente foi oferecido pela Queenslands Ecofibre. O objetivo do presidente dessa indústria, conforme revelou, voltou-se a demonstrar aos parlamentares que a fibra de cânhamo não é a mesma coisa que a marijuana usada como cigarro.

Na verdade, a Queenslands quis, numa jogada de mercado, chamar a atenção para as fibras naturais, em oposição aos sintéticos, tipo nylon (petróleo), etc. Claro, nos séculos 15 a 18, as cordas das embarcações, bandeiras, velas e roupas eram tecidas com a fibra do cânhamo.

É digna de registro a pérola oferecida por Thomas Osnema, que é prefeito nas Filipinas. Ele recomendou às escolas, como prevenção ao uso da maconha, o fornecimento de um cigarro dessa erva às crianças. Com isso, entende o prefeito que "terminará o fascínio pelo mistério e a curiosidade pelo proibido". Não se sabe se o referido prefeito tem filhos. Mas é sabido que no seu país, com quase 80 milhões de habitantes, mais de 5,4 milhões fazem uso constante de marijuana.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:53 PM





O amor é mesmo cego, dizem cientistas britânicos
(da BBC de Londres)

Cientistas britânicos estão tentando provar que existe um grau de verdade no antigo ditado "O amor é cego".
Pesquisadores da University College London (UCL) descobriram que os sentimentos amorosos levam à supressão da atividade em áreas do cérebro que controlam o pensamento crítico. Aparentemente, uma vez que nos aproximamos de alguém, o cérebro reduz a necessidade de julgar o seu caráter, sua personalidade e suas emoções negativas.
O estudo, publicado na revista NeuroImage, descobriu que tanto o amor romântico quando o amor materno produzem o mesmo efeito sobre o cérebro.
(...)
Segundo o chefe da equipe de cientistas, Andreas Bartels, é fundamental que tanto o amor romântico como o amor maternal funcionem no cérebro de uma maneira altamente positiva, já que ambos são cruciais para a preservação das espécies.
"As relações humanas empregam um mecanismo atrativo que supera a distância social ao desativar as redes cerebrais usadas por emoções negativas e preconceitos", disse Bartels. "Esse mecanismo une os indivíduos ao ativar o sistema de gratificação, explicando, assim, o poder de motivação do amor."
A pesquisa detectou apenas uma diferença entre a resposta do cérebro ao amor romântico e ao amor materno: somente o primeiro aumenta a atividade no hipotálamo, região que controla o desejo sexual.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:45 PM





Idéias de Louco - 00zero

1. Termine todas as suas frases com "de acordo com a profecia".
2. Sempre que alguém lhe pedir para fazer alguma coisa, pergunte se quer que fritas acompanhem.
3. Sempre que possível, pule em vez de andar.
4. Se ofereça para apertar os botões do elevador para os outros, mas aperte os botões errados. Repita a mesma operação caso peçam novamente.
5. Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pega-lá, então grite: "Ei, é minha!"
6. Encare uma pessoa por um tempo, e fale: "Estou usando meias novas".
7. Quando sair dinheiro do caixa eletrônico, grite.
8. Quando encontrar um grupo de pessoas grite: "Abraço grupal", então force-as.
9. Encare outro passageiro por um tempo, e grite com horror: "Você é um deles!", e recue devagar
0. Pergunte às pessoas de que sexo elas são. Ria histericamente depois que elas responderem.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:04 PM





Baixe filmes de graça... Download de filmes.

Isso pode ?? E quem apresenta é a EVA BYTE do fantástico...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:48 PM




Especial sobre o ORKUT

Se vc quiser ser convidado envie-me um email...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:39 PM





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Local: Batel-Pr
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