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Deixa com o Beque !!

sexta-feira, setembro 17, 2004



HOT LINKS DA SEX-TA FEIRA

- Amadora lindinha, que carinha de safada
- A Foto da Luana Piovani sem calcinha
- Vídeo de Tawnee Stone, a lolita mais famosa da rede
- Michel Charles, fotógrafo de nus
- Mais uma nova brin-cadeira, agora vermelha...
- Pode esses bicos serem de verdade ?
- Morey Studio Public Galleries - Studio Nudes
- Para quem gosta da falsa magra ou quase-magra...
- Milhares de links para o final de semana
- Morena dos olhos azuis: como desviar os olhos ?
- Masuimi Max: vc acha que ela é um problema ?
- Dupla de cair o queixo - versão tcheca
- Várias delas juntas em filmes com diretório aberto
- 120 imagens para seu deleite (página pesada)
- Lolita com cara de safadinha
- Andréa Guerra: sucesso nacional e internacional
- Amadora: você se lembra das penteadeiras ?
- Acharam as fotos do seu parto...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:26 AM


quinta-feira, setembro 16, 2004



O jogador português Figo fisgou e casou com uma sueca maravilhosa chamada Helen Swedin.
Assim que eles casaram começou a rolar na Internet
um ensaio de nu que ela teria
feito no início da carreira. Acontece que não é ela e sim uma americana chamada
Kimberly Hiott, tão maravilhosa (ou mais) quanto a mulher do figo. Até hoje as fotos
giram pelo planeta levando o nome da sueca e de seu marido famoso...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 8:11 PM




Fotos Sandrinha do Caldeirão do Huck na Playboy

*Publicado por Dhuvi-Luvio 5:05 PM




MAPA DO FETICHE
(playboy.com.br)


Garganta
Nada a ver com o sexo oral tradicional. Os fãs gostam de olhar fundo dentro de bocas bem abertas. "Munido de lanterna e de um palito para baixar a língua, vivi uma experiência gloriosa após pagar 100 dólares a uma dominatrix de Nova York. Por meia hora, pude analisar com detalhes sua garganta rosada. Ela até me deixou tocá-la, foi mais sensual do que se eu tivesse apalpado sua vagina", diz um fanático.

Seios
Num meio em que os peitos vão muito além de qualquer sutiã, mulheres como Sheila Mello ou Maryeva são consideradas tábuas.
O que os deixa loucos: morder o biquinho e gozar entre os seios.
Indo longe demais: há grupos adeptos da amamentação adulta, o que exige que a mulher tenha leite nos seios.

Coração
Lembra brincadeira de médico, mas há na Internet quatro grupos de homens que se excitam ao ouvir batidas cardíacas de um coração feminino, particularmente quando usam um estetoscópio e a mulher está nua. Um quinto grupo tem o mesmo interesse, mas nega peremptoriamente que ele seja de ordem sexual.

Vulva
Fanáticos por vagina têm fixação especial por lábios e clitóris proeminentes. Curiosamente, apreciam as depilações vencidas.
O que os deixa loucos: pêlos que escapam da área coberta pela calcinha.
Musas: Cláudia Ohana, Vera Fischer e Sharon Stone (graças à cruzada de pernas de Instinto Selvagem).

Pés
Goethe, uma espécie de patrono dos fãs de pezinhos, observou que "um pé bonito é um grande presente da natureza".
O que os deixa loucos: o óbvio, carinhos feitos no pênis por pés femininos. Musas: fora do Brasil, Jennifer Aniston. Por aqui, Deborah Secco e a modelo Adriana Rebouças, que em dois anos já fez mais de 30 anúncios para sandálias, tapetes e meias.
O Feticheclub tem mais de 2 mil imagens de pés, além de 20 contos eróticos de podolatria.
Indo longe demais: um australiano que invadiu uma casa e grudou seu rosto ao pé da proprietária com cola enquanto ela dormia.

Cabelo
Eles podem se divertir com muito cabelo ou com cabelo nenhum. Uma fantasia comum consiste em lavar, escovar, tirar nós, fazer massagem e gozar em madeixas cacheadas de mulheres. Outra, em sair com uma loura apenas para vê-la tirar a peruca e revelar-se "nua da cabeça para cima". Chama-se uerta a técnica de colocar a mulher de quatro e pegá-la pelos cabelos, impedindo que se mova durante a penetração.

Orelhas
Um site japonês exibe fotos de moças despejando líquidos gosmentos no ouvido com a ajuda de funis. Sadomasoquistas prendem objetos e puxam com força. A prática remete à mitologia grega, já que orelhas eram consagradas à deusa Memória. Há na rede um grupo com fotos apenas de mulheres com mais de 40 anos e dois piercings na orelha. Indo longe demais: guardar a cera delas.

Axilas
Muitos gostam do cheiro natural. O que os deixa loucos: masturbar-se com o pênis enfiado entre o braço da mulher fechado e o tórax. Musa: Babi. Sites dedicados às axilas peludas das índias: um.

Braços
Muitos enfeitiçados por braços sonham com mulheres fortes capazes de levantar ônibus, o que gera controvérsia, pois alguns insistem que o fetiche não deveria incluir superpoderes. O que os deixa loucos: massagens feitas por braços definidos. Fotos de celebridades musculosas no site armfan.com: 2470.

Coxas
Os fanáticos procuram flexibilidade, comprimento e/ou força. Alguns preferem as musculosas gigantescas, outros gostam apenas de olhar pernas se cruzando. Quase ninguém resiste à parte interna da coxa, mas há quem garanta que o tesão mora na panturrilha. Indo muito longe: desejar amputadas. Musas: Solange Frazão e Joana Prado, a Feiticeira.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:51 PM





Manual de Intuição Prática
(Laura Day - Edgardo Musso)

Tato, olfato, audição, paladar e visão. São os cinco sentidos visíveis. O sexto, a intuição, palavra que vem do latim "in tueri", que significa olhar para dentro, ninguém sabe ao certo onde fica. Não existe uma fronteira definida que delimite o seu alcance. Sabemos que a língua é capaz de identificar sabores diferentes, que o tato nos permite ter sensações de volume e textura, mas, afinal, do que a intuição é capaz?

Talvez uma das únicas formas de aceitação desse sexto sentido seja através da famosa intuição feminina. Isso tem uma razão: "A intuição aguçada, saber intuitivamente quando uma pessoa está ficando doente, por exemplo, é próprio da mulher. O que se distingue é o imaginário da mulher. Ela tem uma capacidade imaginativa muito grande. Borda, costura, faz poesia. Ela põe em ação a sua criatividade", explica a bruxa Marcia Frazão. Por ter essa facilidade no contato com as emoções e o imaginário é que a mulher pode manifestar e aceitar a sua intuição com mais freqüência.

Uma decisão acertada baseada na intuição pode parecer mágica. Não é isso que os cientistas pensam - segundo eles, a racionalidade alia-se à intuição no momento das escolhas.

A ciência define a intuição como a capacidade que todo ser humano tem de ver, perceber, discernir ou pressentir alguma coisa sem o uso do pensamento racional. Cada religião a enxerga sob a ótica de suas crenças: espíritas kardecistas costumam atribuí-la às experiências de vidas passadas; católicos, que não acreditam em reencarnação, entendem como um aviso divino; budistas tibetanos afirmam que se trata de uma mensagem enviada por gurus, líderes espirituais que passam a maior parte do tempo retirados em oração.
Segundo a ciência, o processo intuitivo ocorre em frações de segundo: o hemisfério direito do cérebro recebe um sinal, que pode ser um odor, uma visão, um sonho ou apenas uma sensação, e produz uma interpretação.
As mensagens da intuição chegam o tempo todo ao cérebro, mas a maioria das pessoas passa a vida sem se dar conta disso. Muitas aparecem em forma de sonho. Outras vêm em impressões de déjà vu, a sensação de que a cena que se vive naquele instante já aconteceu no passado. Há ainda quem relate ter visões do futuro, ouvir uma voz que as alerta ou sentir uma dor em determinada parte do corpo como um prenúncio de acontecimentos.
A neuropsiquiatra americana Mona Lisa Schulz, autora do livro Despertando a Intuição, conta que há alguns anos a palavra alfaglicosidase veio misteriosamente à sua cabeça. Como desconhecia a palavra, resolveu procurar o significado em livros técnicos. Era a substância que faltava para solucionar uma experiência química que ela tentava concluir. Só pode ter sido obra da minha intuição.
Segundo especialistas, qualquer um pode aprimorar o sexto sentido. O psicoterapeuta argentino Edgardo Musso acredita que é possível fazê-lo tentando entrar em contato com as emoções mais profundas. A psicoterapia ajuda, mas basta que as pessoas incluam na rotina um espaço para ficar com elas mesmas em meditação. Seguir sem medo aquela sensação de alguma coisa me diz que devo fazer isso é outra técnica, talvez até a mais importante. Ou seja: acreditar na intuição é o primeiro passo para desenvolvê-la.

O caminho da intuição no cérebro - O cérebro está dividido em dois hemisférios: o direito e o esquerdo, que se comunicam por um feixe de fibras nervosas chamado corpo caloso. O direito está ligado às emoções e é onde ocorre a intuição. O esquerdo está vinculado ao intelecto. Assim que o lado direito capta uma mensagem intuitiva, o esquerdo se encarrega de decodificá-la, ou seja, racionalizá-la. Nesse momento, o cérebro libera endorfinas e neuropeptídeos substâncias que influenciam a atividade neural. Elas se espalham por todas as áreas periféricas do corpo: nervos, vasos sanguíneos, coração, pulmões e outros órgãos. Em seguida, uma reação química é percebida por meio de um dos sentidos. A pessoa tem a impressão de ver uma cena ou de ouvir uma voz. Ou apenas tem a sensação de que algo vai acontecer. É a intuição.

Para melhorar a sintonia: Sentada ou deitada, respire profundamente. Ligue um gravador e relate durante 2 minutos o que está sentindo. Se ouvir um carro buzinando, diga o que escutou. Se tiver fome, fale sobre isso. O truque é expressar todos os pensamentos, sentimentos ou recordações que vierem à tona. Fale tudo. Livre-se da censura interna e resista à tentação de ignorar sensações que não fazem sentido. A interferência que a incomoda pode ser um dado valioso. Caso se sinta bloqueada, respire profundamente e focalize qualquer um dos seus sentidos ou pensamentos. Repita o exercício todo dia. Com o tempo, isso irá ajudá-la a diferenciar a intuição de outras sensações que experimenta.
Todas as manhãs, ao se levantar, reserve um tempo para relembrar seus sonhos. Use um gravador ou escreva em um caderno separado só para esse fim. Fazendo isso durante algumas semanas, você vai perceber que estará entrando em contato com suas emoções, ou seja, despertando seu poder intuitivo.
Este exercício deve ser feito em uma praia ou no campo. De pé em frente ao mar, respire lentamente e concentre-se na imensidão. Preste atenção no barulho das ondas, no movimento e na temperatura da água, no cheiro e no que está sentindo no momento. Permaneça por alguns minutos até ficar bem relaxada. Se estiver em meio a árvores, concentre-se no barulho do vento, das folhas, na temperatura do ambiente, no som e no movimento dos animais. Isso ajuda a abrir os canais para a intuição se expressar.


*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:26 PM


O ANÃO TRISTE
(Hilda Hilst)

De pau em riste
O anão Cidão
Vivia triste.
Além do chato de ser anão
Nunca podia
Meter o ganso na tia
Nem na rodela do negrão.

É que havia um problema:
O porongo era longo
Feito um bastão.
E quando ativado
Virava... a terceira perna do anão.

Um dia... sentou-se o anão triste
Numa pedra preta e fria.
Fez então uma reza
Que assim dizia:
"Se me livrasses, Senhor,
Dessa estrovenga
Prometo grana em penca
Pras vossas igrejas."


Foi atendido.
No mesmo instante
Evaporou-se-lhe
O mastruço gigante.
nenhum tico de pau
Nem bimba nem berimbau
Pra contá o ocorrido.

E agora
Além do chato de ser anão
Sem mastruço nem fole
Foi-se-lhe todo o tesão.
Um douto bradou: Ó céus!
Por que no pedido que fizeste
Não especificaste pras Alturas
Que lhe deixasse um resto?

Porque pra Deus
O anão respondeu
Qualquer dica
É compreensão segura.
Ah, é, negão? Então procura.

E até hoje
Sentado na pedra preta
O anão procura as partes pudendas...
Olhando a manhã fria.
Moral da história:
Ao pedir, especifique tamanho
Grossura e quantia.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:05 PM




Vou querer uma de Natal. Estou falando sério !!
(clique na foto)

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:29 PM



quarta-feira, setembro 15, 2004



Entrevista com o músico Toni Garrido - Época

Perto de Deus é o oitavo CD da banda e marca uma fase mais mergulhada nas raízes do quarteto. De volta ao reggae clássico, em grande estilo, o CD é menos pop e muito mais reggae. Isso, sem limitar a criação, claro. É com ousadia que eles apresentam a faixa ' Homem que faz a Guerra' , com a participação do rapper Rappin' Hood. A canção tem protestos típicos do rap como 'Drama dos brasileiros vejo todos os dias/enquanto poucos ganham, chora a maioria' e também reclama em nome do reggae falando de um tipo de homem, egoísta e destrutivo, que 'nunca entendeu a mensagem de Bob Marley'. A música de trabalho 'Perto de Deus' já está nas rádios e conta com participação do cantor jamaicano Anthony B. O próprio álbum, foi mixado na Jamaica e é um excelente representante da boa fase do reggae nacional. Toni Garrido fala sobre este novo trabalho.

ÉPOCA - O CD Perto de Deus traz na temática, na musicalidade e até mesmo na capa do CD (com o desenho do Leão de Judá) um mergulho ao reggae. Depois de uma carreira consolidada o que levou a banda a decidir voltar às raízes?

Toni Garrido - Começo, infelizmente, discordando de você porque não teve uma volta. A gente não foi a lugar nenhum. Continuamos sendo uma banda de reggae, só que este é um gênero jovem, que se renova a cada ano e por isso é grandioso. Existe desde o mais tribal ao que aceita todas as misturas possíveis e é por isso que afirmo que a gente nunca saiu do reggae. Nosso primeiro disco foi um disco de referência, um grupo de rapazes da baixada fluminense, sem grana, sem discos, sem link com o que estava acontecendo na Jamaica e no Brasil, muito diferente de hoje. Quando se falava em reggae em 1985 se falava em Bob Marley, esta era a referência. Então, o que ficou na cabeça da galera é que reggae era essa cartilha aprendida na Jamaica, com aquele som tradicional. O primeiro disco foi feito assim. A partir do segundo começamos a ter mais acesso às informações, fizemos trocas e nos libertamos dessa idéia de fazer o reggae que se escuta. Passamos a procurar o nosso próprio estilo. Depois do segundo CD começa esta busca pela identidade do som do Cidade Negra. Não sei o que vai acontecer com nosso próximo CD, mas faz parte do estilo da nossa banda esta liberdade de ousar na música, o que não significa que não estávamos fazendo reggae. Estávamos fazendo reggae misturado.

ÉPOCA - Você considera Perto de Deus um CD de reggae raiz?

Garrido - Não é reggae roots, é tradicional. O disco não necessariamente tem 14 músicas mais arrastadas, com andamento mais lento, fundamentos filosóficos completamente religiosos, que caracteriza um disco roots. O que a gente colocou de raiz foram elementos sonoros, aquela guitarra que pode ser reconhecida no som do Bob Marley e Peter Tosh, aquele tambor, pequenos detalhes que transformou o som do disco num som presente num disco de reggae. Este é um conceito temático do trabalho. Mas as músicas são diferentes umas das outras, uma é roots, outra moderna e então, não vejo coesão raiz no disco, e sim uma coesão clássica. Perto de Deus é um clássico.

ÉPOCA - O disco foi mixado na Jamaica. Como foi esta experiência?

Garrido - Na Jamaica respira-se reggae o tempo todo. E lá tem milhões de subdivisões, como aqui tem também. A divisão rítmica deles são parecidas com as nossas, equivalentes. A estrutura física é parecida e isso faz com que seja uma bobagem dizer que para conhecer o reggae é necessário ir até a Jamaica. Só que a gente não fez, nesses últimos anos, discos jamaicanos; a gente misturou samba, nordeste, Tim Maia, com o reggae. A decisão de mixar na Jamaica tem a ver com as facilidades. Lá todo mundo pensa em reggae, as pessoas estão adiantadas na parte técnica e o principal, a forma como eles enxergam o risco. Quem se arrisca traz novidade e isso é muito bem visto na Jamaica. Esta é a grande concorrência lá. Mesmo que a novidade seja grotesca, ela é aceita. Quanto mais natural e original mais interessante fica seu reggae. Aqui no Brasil ainda não temos este conceito. A gente por exemplo adora dub, mas se o Cidade Negra lança aqui no Brasil um CD totalmente dub é possível que rádios não toquem e que a gente perca espaço de apresentação da nossa obra. A gente foi no lugar que nos daria estímulo para nossas vontades.

ÉPOCA - A idéia do dub, como ficou?

Garrido - A gente fez uma versão pirada desse CD que acabamos de lançar e queremos lançar ano que vem. Uma versão dub enlouquecida. Será um trabalho torto de tanta loucura sonora. Mais isso é mais para frente.

ÉPOCA - E as participações especiais de Antony B. e Rappin' Hood, como surgiu a idéia?

Garrido - Com o Rappin foi muito natural, a gente já tinha pensado em gravar com ele outras vezes. Eu respeito muito o hip hop porque sei que é uma frente que foi aberta no braço e que é uma fonte artística de transformação. O reggae tem harmonia, melodia que chamam a atenção das pessoas e quando tem um discurso bacana, vinga. Mas o hip hop precisa de uma base e de uma pessoa interessada falando coisas fortes. Isso é impressionante. Depois a gente descobriu que o Rappin admirava nosso trabalho e que a mãe dele é nossa fã e ficou tudo em família, entre amigos. O Antony B. é considerado um ragga man, começou como rude boy - regueiros de rua - era careca e colocava essa vivência na sua música, mulheres, drogas... Ele e mais dois músicos. Depois passaram todos pelo mesmo processo, uma reflexão e viraram rastas de novo. Cabelo com dread, temática mais religiosa. Antony B. ficou querido por levantar esta bandeira e junto com outros é quem segura a onda do reggae fundamentalista, fundaram igrejas, são pastores. Foi muito bom gravar com ele porque é uma referência que acho importante a gente ter.

ÉPOCA - Você está falando de referência e gostaria de saber o que significa reggae raiz para uma banda brasileira. Raiz de onde?

Garrido - Acho que é africana. Me interessa saber a raiz do reggae jamaicano, inglês, mexicano e no final das contas tudo vai me levar a África. O encontro com a raiz é importante porque traz subsídio, substância e histórico. É a partir disso que podemos dissertar e criar o nosso som. Acho que fazer reggae de raiz no Brasil é uma manifestação forte de manutenção e disseminação do reggae. É estar preocupado em fazer com que o reggae seja conhecido da sua forma mais nobre. O misturado, que é o que a gente andou fazendo por muito tempo, é uma forma de torná-lo pagão. Mas o reggae também é pagão.

ÉPOCA - O reggae existe no Brasil há algum tempo, mesmo que nem sempre isso seja divulgado. Existiram alguns momentos marcantes do reggae nacional que foi exatamente com a explosão do Cidade Negra, Skank, Natiruts e Tribo de Jah. O momento atual do reggae é muito forte, muitas bandas espalhadas pelo país, público crescente, diversidade e isso não foi divulgado. O movimento está forte mas não se sabe disso. Você não acha que o Cidade Negra, depois de tanto tempo de carreira ao lançar um CD de reggae clássico pode abrir uma porta para que este momento do reggae seja percebido?

Toni Garrido - Esta é a análise que eu tenho. A gente optou por fazer um álbum de reggae clássico porque gostamos de ficar na contramão e porque poderia abrir esta porta. Um movimento não se faz com apenas uma ou duas bandas e nem sem democracia. A gente fez este disco pensando que tem muita molecada bacana fazendo um som legal que não toca nas rádios e que como já somos conhecidos poderíamos ajudar nesse sentido. Era a hora de fazer um disco de reggae clássico para abrir as portas para todo mundo que faz este som. E isso não é um favor, é um troca porque a gente se inspira no reggae clássico. O Natiruts, por exemplo, é um super inspirador para a banda e todo show eu canto uma música deles porque são composições que trazem uma verdade linda. Uma banda maravilhosa, assim como o Planta & Raiz também e tantas outras. Existe o mesmo tanto ou mais bandas de reggae no Brasil do que de rock, só que não sei por qual motivo não toca nas rádios. É isso, vamos tentar abrir as portas para o reggae clássico porque eles estão precisando desse espaço.


*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:03 AM


terça-feira, setembro 14, 2004



"Uma mulher me fez começar a beber, e nunca tive a oportunidade de agradecê-la."
W.C. Fields

"Há sabedoria no vinho. Força na cerveja. Bactérias na água".
Provérbio alemão

"Sim, madame, estou bêbado. Mas amanhã de manhã estarei sóbrio e você continuará feia".
Sir Winston Churchill

"Sempre faça sóbrio o que você prometeu bêbado. Isso vai lhe ensinar a ficar calado."
Ernest Hemmingway

"Ao álcool! A causa e a solução de todos os problemas da vida!"
Homer Simpson

"Realidade é uma ilusão criada pela falta de álcool."
Anônimo

"Existem coisas melhores que o álcool na vida, mas o álcool torna mais fácil não possuir nenhuma delas."
Terry Pratchett

"Um martini é bom, dois são demais e três não são o suficiente."
James Thurber

"Sempre carregue uma garrafa de uísque em caso de picada de cobra e, além disso, sempre leve uma pequena cobra."
W.C. Fields

"Preciso pensar muito para conseguir me lembrar de um homem interessante que não beba".
Richard Burton

"Beber sem estar com sede e fazer amor a qualquer momento, madame, são as únicas coisas que nos distinguem dos outros animais."
Beaumarchis

"Só é preciso um drinque para me deixar bêbado, mas não consigo me lembrar se é o 13º ou o 14º."
George Burns

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:33 PM




- Juliana na roda com João: uma rosa e um sorvete na mão...
- Se essa lua fosse minha eu mandava lapidar.
- Da Aliança Francesa eu só me lembro de "espoir".
- Batom na cueca, mas só pelo lado de dentro...
- A Graça deu o ar da graça, graças !
- Wabun é o lugar que nós procuramos para encontrar a verdade da vida.
- Caminhar no escuro não é para qualquer cego !
- Como pode o peixe vivo, viver fora da água fria ?
- Tudo bem, eu aceito a teoria que caí em tentação...
- Gastou 90% do que tinha em chopp, os 10% restantes foram para o garçom
- Empreste dinheiro a amigos e perca ambos.
- Lembro-me que fazia rallye em estrada estranha e escura. À noite.
- Faça o seguinte: fique louca que eles te alimentam e não cobram!
- O Beque adora ouvir o Beck nesses dias de contrição.
- Por que você parou de escrever poesias ? Eu gostava tanto...
- Zeta Jones em "The Terminal". Como pôde ter ficado mais linda ?
- Ninguém merece um casulo tão demorado e passivo!
- Ipanema era só felicidade, era como se o amor doesse em paz...
- Os óculos nunca param limpos. Seriam os beijos ?
- Lembro-me que assitia às missas com o padre de costas.
- Que atire a primeira merda quem nunca peidou!
- Não seja bobo: jogue tudo no número 23 !
- É pau, é pedra, é um lindo caminho !
- Kafka disse que o sentido da vida é que ela acaba !
- E Shakespeare: A vida é um conto narrado por um idiota, que nada significa.
- É um punhal com dois gumes fatais: Não amar, é sofrer; amar, é sofrer mais!

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:03 PM




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