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Deixa com o Beque !!

sexta-feira, abril 15, 2005



Como desafiar a gravidade em 10 lições...

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:52 PM




Você acredita ou não em ETs e UFOs ?

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:43 PM




Frase do Dia:

"Cada vez mais mulheres estão indo em busca de seus direitos.
Bem que na volta poderiam trazer uma cerveja..."

*Publicado por Dhuvi-Luvio 3:31 PM





- Daniela Cicarelli, a senhora fenômemo...
- Novo vídeo da argentininha Keyra Agustina !
- Fernanda Goeth, a bella da semana (via Banda podre)
- Diretório aberto com pastas compactadas de fotos...
-
Hardcore1, Hardcore2, Hardcore3, Hardcore4
- Loirinha pronta para ser pedida em casamento...
- Olha aí uma lolita loira com carinha de pura. Pura...
- Diário das amadoras, mais um blog para os favoritos...
- Essa merece algum espaço reservado em disco rígido...
- Você já viu um popozão mais bonito que esse ?
- Concept Junkies: links de qualidade de fotografia!
- Gata nua uma nova compilação de links frees e samples.
- Moreninha pronta para ser pedida em casamento...
- Tammy, a filha da Gretchem mostra a que veio...
- Link de video-pegadinha para ser repassado...
- Garotas do Big Brother:
Natalia, Solange, Tathi Rio
- Billen, mais um blog com fotos amadoras deliciosas...
- True Babes: vai lá e vê se acha algo de bom...
- Coisas que só existem mesmo na Internet...
- O famoso video da lolita Tawne Stone
- Aquelas festas que a gente nunca é convidado...
- Olha só isso: não é uma coisinha mais que linda ?
- Para finalizar o presentinho: Daily Hotties !

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:03 PM



quinta-feira, abril 14, 2005




TRANSAS COMPULSIVAS

"Fulana é compulsiva sexual". Num primeiro momento essa frase faz a gente relacionar "fulana" a uma figura insaciável, que tem inúmeras relações sexuais, todas intensas e recheadas de satisfação e gozo, coisa de gente fogosa, cheia de libido! Só que a coisa não é bem assim, a compulsão sexual é problema sério, que está mais ligado à qualidade do que a quantidade das relações.

Não existe um estudo de nível mundial de quantas pessoas sofrem do problema, algumas pesquisas realizadas nos EUA estimam que de 3% a 6% dos americanos já tiveram experiências de caráter compulsivo sexual. Segundo o psiquiatra e psicoterapeuta Aderbal Vieira Jr, responsável pelo ambulatório de tratamento do sexo patológico da Unifesp, os homens procuram mais ajuda do que as mulheres (cerca de 90% dos pacientes são do sexo masculino). Contudo, existe uma dúvida, "não sabemos se as mulheres não procuram ajuda por questões morais e sociais, ou se elas apresentam menos dependência de sexo", comenta o médico.

Dependência é a palavra chave para entender o drama dessas pessoas, que não têm controle suficiente sobre a sua conduta sexual ou atividade masturbatória. Existe uma superexposição moral e íntima, além da falta de seleção adequada de parceiros, o que leva o indivíduo a diversas situações desagradáveis e até perigosas. "O comportamento sexual é a única - ou uma das poucas - formas de obter prazer, de estabelecer contato humano, de conseguir aprovação ou alívio de ansiedades", comenta Aderbal.

Em entrevista ao Delas, o dr. Aderbal Vieira Jr fala das particularidades da dependência por sexo, dos tratamentos disponíveis e muito mais!

Faça o teste do PROAD, depois tire suas dúvidas lendo a entrevista

Como é o comportamento típico de uma pessoa dependente por sexo?
Os comportamentos sexuais são os mais variados, como promiscuidade sexual com desconhecidos (ou com pessoas conhecidas), busca excessiva de sexo (que pode ser com muitos ou com parceiro fixo), masturbação excessiva, busca de prática sexuais normalmente não presentes no repertório comum "não-compulsivo" da pessoa, conduta de risco (sexo não-seguro, ou com pessoas que impliquem risco de agressão sexual - no caso mais freqüente com mulheres), ou até mesmo fantasias excessivas com sexo, de modo a atrapalhar outras atividades cotidianas do indivíduo.

Pode ter origem num trauma de infância?
Situações traumáticas sexuais ou emocionais são mais freqüentes entre os dependentes de sexo do que na população em geral, mas ainda assim, a maioria dos dependetes de sexo não passaram por um evento traumático, e a maioria dos traumatizados não desenvolvem dependência de sexo.

Dependentes de sexo sentem prazer?
Podem sentir culpa, sensação de gratuidade e de não-satisfação. Mas a atividade sexual em si - feitas estas ressalvas - continua associada a algum grau de prazer. É como um dependente de álcool que, ao tomar umas doses de pinga para parar de tremer, também se sente "legal".

Como tratar?
As modalidades de tratamento são basicamente o medicamentoso, a psicoterapia cognitivo-comportamental e a psicoterapia psicodinâmica (freqüentemente associados). Os graus de sucesso variam muito, dependendo do esforço do paciente, dos recursos internos, além de outras variáveis, como a competência do terapeuta.
Já tivemos desde melhoras enormes, passando por outras bem mais parciais, até pacientes que abandonam o tratamento por não estarem sentindo melhora alguma.
Tem pouca gente tratando disto no Brasil, e pouquíssimos são especialistas. Em São Paulo - em termos de grupos acadêmicos ? tem o PROAD da Unifesp, o PROSEX da USP e o AMJO do Hospital das Clínicas.

Existe cura?
Só dá pra falar em cura daquilo que é doença. Comportamentos disfuncionais a gente não cura. A gente compreende, analisa, elucida, procura descobrir com o paciente que sentido e propósito eles têm na vida do indivíduo, e com isto lhe dá uma chance de fazer alterações que aproximem suas práticas de uma identidade mais verdadeira, adotar comportamentos mais adequados a seus propósitos e projetos. Em alguns casos observa-se que estas mudanças são bem consistentes e definitivas, em outros a pessoa não fará muito mais do que se controlar melhor.

Quando procurar ajuda?
Se a pessoa não está satisfeita com o próprio comportamento sexual, algum problema há com ela, mesmo que não seja necessariamente uma dependência de sexo. Deve então procurar diagnóstico e tratamento especializado.

E com relação ao teste de rastreamento?
É uma escala de rastreamento, mas não de diagnóstico. Serve para identificar pessoas com maior probabilidade de apresentar de fato o problema. Significa que quem pontuar suficientemente nela deve procurar diagnóstico especializado para ver se de fato é dependente de sexo mesmo.


Clique para fazer o teste

*Publicado por Dhuvi-Luvio 4:55 PM



quarta-feira, abril 13, 2005



Colheita
(Carla Dias)

Primeiro, dediquei-me a observar. Toquei com o olhar virtudes das quais somente um ou outro se achegara, temendo se embaraçar a elas e da confusão não mais sair. Contemplei, em um dia, toques de felicidade; entristecido semblante em outro. Algumas vezes, cheguei a alcançar a feição de quem está em paz com deuses e demônios, porém ela sempre chegava efêmera e ao mesmo tempo onírica, como se estas ?poções? tivessem sido sorvidas pela rotina por puro fetiche.

E então vieram as cores e não só das roupas e dos cabelos. Não só as que se afivelavam ao afago noturno quando aos pés da solidão nada solidária. Olhar matizado em sofreguidão e alegria; olhos cor das folhas das árvores que enfeitavam a cidade concreta. Cor de folha de árvore após o banho de chuva. Cor choramingada... Às vezes, verde-musgo, em outras, verde-mar. Aconteceu da cor ser intensa e se deixar conduzir pela palidez da tristeza durante segundos que se assemelharam à eternidade.

Depois: explicações. Na lúdica sapiência a vida deu aos trejeitos a beleza das canções migradas das vozes das mães sempre atentas ao adormecer dos filhos. Fisgou da delicadeza pueril a prova da existência de dores lancinantes e arquivadas em um desejo frustrado de jamais sucumbir ao medo e retalhar a brincadeira. Esperava que a vida fosse assim: uma brincadeira, mas não da jocosa, irônica, cruel. Como a brincadeira que o pai fazia toda vez que queria arrancar do filho boas gargalhadas, cercando o corpo de menino com um abraço que viria a figurar somente em lembranças em uma adultice cravada na ausência.

Atenção. Delicadeza ao conduzir as conversas que, certamente, são relembradas ao descuido de se deixar vergar pela madrugada. A companhia das cores... Também são elas a aquietarem um pouco o espírito castigado pelas faltas. E os sonhos vêm em dégradé, surrupiando da criatividade a possibilidade de construir um mundo no qual os sorrisos dos meninos e meninas vinguem, florescendo nos ideais de adultos que jamais os engavetarão... Não os condenarão a ficar ao lado da agenda de telefone com números de pessoas com as quais não querem falar.

Desta observação trago empatia, leveza e afeto. Trago também a desilusão total sobre a certeza de que somos capazes de adular a vida até dela conseguir o que ou aquele que queremos, pois é ela que nos serve a colheradas. É ela que puxa os fios nos nossos momentos de marionetes; que nos dá ciência das batalhas que devemos enfrentar. Que nos protege com pinceladas de sabedoria.

Semeei conjecturas, paciência, distração. Fui ao mais profundo de mim. Flertei com o imaginário e trouxe lírios para enfeitar os cabelos da realidade. Quero lhe fazer companhia sem que ela me deixe rasa, estéril de planos e desejos.

Cultivei filantropia bem ao lado da violência que presenciei, e colhi do outro o nome, sobrenome, codinome, pseudônimo, personagens e máscaras. Colhi também um par de segredos jamais revelados e me lembro de tê-los alcançado quando ainda estavam no ar. O som era do silêncio paciente; do antes que o medo de serem descobertos os atiçasse a sumir de mim.

Embaracei-me na existência alheia e dela não quero sair. Na colheita da humanidade, alimentei-me do apaixonar. E colori alguns instantes de pôr-do-sol.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:48 PM



*Publicado por Dhuvi-Luvio 2:24 PM




Os Garotinho são mágicos
(Xico Vargas)

Prestidigitador é o artista cuja ligeireza das mãos encanta o público. Num passe faz sumirem por trás de véus e cartolas objetos que estão sob o olhar atento da platéia. Ao final, o artista colhe os aplausos e o lucro da bilheteria, e o público vai para casa informado de que estará sempre aberto ao engano e ainda pagará por isso. Aplicada à política, a arte de fazer parecer o que não é torna a prestidigitação certamente a principal habilidade da administração Garotinho. Não teria sido outro o mecanismo capaz de levar a Assembléia a criar, por ordem da governadora, um monstrengo chamado Fundo de Aplicações Econômicas e Sociais do Rio de Janeiro. Este é o véu por trás do qual sumirão anualmente R$ 3,2 bilhões dos R$ 16 bilhões que o Estado arrecada com ICMS.

Não são poucos os passes de mágica do casal. Para ficar em apenas alguns, registre-se que começaram lá atrás, na administração do marido, com o número conhecido como Escândalo das Quentinhas. Depois veio o combatido varejo de casas populares materializado nas favelas Sepetiba 1 e 2. Na primeira, hoje bem fornido ninho de traficantes, encontram-se também dúzias de menores que oferecem sexo por um real. Na sucessão de Garotinho por sua mulher, Silveirinhas e Chiquinhos foram auxiliares de palco. A governadora Garotinho, à porta da eleição, gastou R$ 35 milhões em 1 milhão de cestas básicas e a Justiça Eleitoral fez que não viu. Como parece também não ter visto, na noite anterior à votação, as filas de inscrição para receber casa própria por um real. Tudo isso sumiu num gesto.

Ao contrário, porém, do que se vê nos palcos, a magia, quando se trata de fazer desaparecer ou multiplicar dinheiro, torna-se epidêmica, corre como fogo na pólvora. Na Fesp, a Fundação Escola de Serviço Público, repartição criada para aperfeiçoar o servidor, os orçamentos se reproduzem mais do que os peixes na Bíblia. Em 2004, dos R$ 624.260,00 que tinha previstos para trabalhar o ano inteiro a Fesp chegou a dezembro tendo gasto R$ 80.048,970,09. De onde tirou tanto dinheiro neste Estado quebrado? Nem Deus sabe. Sabe-se, no entanto, que dessa grana R$ 66.356.168,83 foram gastos com onze entidades contratadas sem licitação, justamente ao contrário do que mandam as regras que balizam a administração pública.

É pelos fundos, literalmente, e contratos de fundações que muito dinheiro do contribuinte vira fumaça. No FECP, o Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais, procura-se qualquer traço que explique o sumiço de R$ 700 milhões. Mágica pura. Quando percebeu que havia esse buraco na prestação de contas, o deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha resolveu apertar o parafuso. O governo que nem se abalou. No dia 29 de dezembro, bem misturado com as festas de fim de ano, a governadora Garotinho produziu o decreto 36.837 e com ele retirou os orçamentos dos Fundos das vistas do público. Luiz Paulo, sem muita chance, tenta agora na Justiça anular o decreto da governadora. "Nós, deputados, descobrimos que, em 2004, o Fundo arrecadou 1,4 bilhões de reais. Era dinheiro carimbado, não podia ser gasto em outra coisa. Como não há explicação para aplicação de 700 milhões de reais, a governadora caçou um instrumento que tínhamos para fiscalizar a execução do orçamento", queixa-se Luiz Paulo.

Segundo deputados, é nas contratações sem licitação, nas terceirizações feitas através de fundos e fundações que se incluem as indicações de parlamentares da base do governo e as gorjetas. Bem somadas, diz um deputado, as terceirizações neste governo já passam de R$ 250 milhões. E contra isso não há o que fazer na Assembléia. Dos 70 deputados o governo manda em 50. Com sorte, a oposição consegue reunir 20 votos. Normalmente, não passam de 18.

Nem os acordos que faz com o Legislativo o governo cumpre. Recentemente, um desses acordos estabelecia que os deputados desistiriam de emendas individuais ao orçamento do Estado para 2005. Todas teriam de ser aprovadas por maioria e seriam, então, emendas do Parlamento. Martelo batido, as emendas foram reduzidas a 29. No último dia de março, decreto da governadora contigenciou 10 emendas, o que no jargão da administração significa que não serão executadas. E ganha uma casa dessas que a governadora distribui em época de eleição quem achar um deputado do governo que tenha reclamado.

Não espanta, então, a facilidade e a rapidez com que os governos Garotinho fazem sumir montanhas de dinheiro dos olhos do público. Ano passado, o orçamento do governo para publicidade começou em R$ 3 milhões e fechou o ano em R$ 100 milhões. De onde o prezado leitor acha que saiu a diferença? Ou por quê os hospitais da rede estadual de saúde estão aos cacos? Este ano, em apenas três meses o governo do Estado já enfiou R$ 20 milhões em publicidade.

Fica fácil, portanto, perceber o destino do dinheiro que o Fundo de Aplicações Econômicas e Sociais vai sugar da arrecadação em ICMS. O projeto de lei da governadora que criou o Fundo, com a aprovação da Assembléia, é um primor de redação. Estende o véu da obtenção de recursos para financiar o desenvolvimento do Estado e cria a fumaça por trás da qual sumirão os R$ 3,2 bilhões. No entanto, certas mágicas, como as espertezas, quando grandes demais comem o dono.

Da mesma forma que não se encontra empresário sério disposto a rasgar dinheiro, também não há quem aceite presentear governos com o que têm no bolso. Por isso, quando o projeto que cria o Fundo prevê "contribuições voluntárias de empresas interessadas em participar", estabelece que essa generosidade pode ser trocada por igual fatia da dívida fiscal em ICMS. É aí que a mágica desaparece. Trata-se apenas de grosseira manobra para desviar 20% de um imposto ? que tem destinação estabelecida por lei ? e dar-lhes o rumo que aprouver ao governo. No baixo-mundo, onde enfiar a mão no bolso alheio é prática, o nome é tunga.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:56 PM




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*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:48 PM







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