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Deixa com o Beque !!

sexta-feira, maio 20, 2005



HOT-LINKS BRAZUCAS

- Viviane Araújo, sempre vale a pena ver !
- Feira erótica de S.Paulo no Club
- Fabiana Schunk do Zorra Total da Globo
- Alguém que parece a Solineusa da Diarista
- Sonia Braga ainda rendendo um caldo.
- Vivi Fernandez com uma Banana (video)
- Vivi Fernandez com uma escova (video)
- Regiane Alves nua no filme "Onde anda você"
- O famoso vídeo da Bruna do Objetivo...
- Angela Bismarck em um vídeo explícito
- Video da Flavia Monteiro (cena da lambidinha)
- Making of do ensaio da Analice Nicolau
- Melhor cena do filme da Rita Cadillac
- Making of do ensaio da Juliana Paes

*Publicado por Dhuvi-Luvio 1:27 PM




HOT LINKS DA SEX-TA-FEIRA

- O eterno retorno da rainha lolita Luba
- As caseiras do Arquivosex com muitas novidades...
- Uma festa daquelas: comemoração da revista Hustler...
- Um videozinho de hardcore: coceira nas amigdalas...
- Não dá mesmo para crer que ela existe de verdade.
- Veronica Zemanova, nunca é demais vê-la de novo.
- Olha que coisa mais linda e mais cheia de graça!
- Hoje está difícil a escolha. Só tem gata e mais gata...
- Gosta mesmo de Tatoo, hem ? Fala sério !
- Caraca, esse é muito impressionante, galera...
- Aria Giovanni no Virtual Girl. Um pouco passada...
- Catalina Cruz e sua amiga, link mais pedido.
- Os famosos "catecismos", fotonovelas eróticas (italiano)
- Arte erótica em milhares de ensaios de qualidade (nota 10)
- Sonhos inocentes: todos os links funcionam...
- Essa realmente vai te deixar sem falo, quer dizer fala...
- Paris Hilton: galeria de fotos da espevitada...
- Para quem gosta de melões, ou seriam melancias ?
- Uma loira fatal pode ser mesmo fatal...
- Hardcore com uma loirinha linda de morrer.
- Hottie Galleries: uma infinidade de links ótimos.
- Num quarto de hotel, nos lençóis brancos...
- Site OnlynudeGirls : somente links de qualidade

*Publicado por Dhuvi-Luvio 10:28 AM


quinta-feira, maio 19, 2005



Dez coisas que você precisa saber sobre a Maconha
(Helena Fruet)

1- A maconha, que tem o nome científico de Cannabis sativa, é uma planta originária do norte do Afeganistão. Também conhecida como "cânhamo", é típica de regiões desérticas, mas também consegue se adaptar a outras condições climáticas.
Essa planta tão polêmica tem gêneros macho e fêmea. A flor do macho produz o pólen que fecunda a fêmea. Mas nem sempre isso acontece. Quando não é fecundada, a flor da planta fêmea solta uma resina pegajosa com vários compostos, entre eles o delta-9-tetrahidrocanabinol, ou THC. Essa substância, que atua como um filtro solar para a cannabis, é a responsável pelas alterações químicas dentro das células humanas que provocam o famoso "barato" da droga.

2- Se hoje a maconha é famosa por seu efeito psicoativo, que provoca alterações na percepção do cérebro, na Antiguidade ela tinha uma função bem mais careta. Marcas de uma corda feita de cânhamo, impressas em cacos de barro, foram encontradas na China e datadas de cerca de 12 mil anos atrás. Elas são o registro histórico mais antigo do uso da cannabis pelo homem. Por volta do início da Era Cristã surgiram os primeiros sinais de sua aplicação medicinal na China e na Índia.

3- Devido à sua versatilidade, a planta que podia ser usada tanto para tratar doenças quanto para fazer cordas e tecidos se espalhou pelo planeta. Da Índia, a maconha migrou para o Oriente Médio e de lá para a África. Na Europa, os antigos gregos, e depois os romanos, aprenderam a fabricar as velas e cordas de seus navios com o cânhamo. Mais tarde, por volta do século 15, a planta também serviu como matéria-prima para fazer o papel dos primeiros livros europeus e as telas de pintura dos gênios da Renascença.

4- No Brasil, a cannabis desembarcou trazida por escravos angolenses, no século 16.
O nome "maconha" veio de um idioma falado em Angola, o quimbundo, e significa algo como "erva santa". Por quase três séculos, a droga foi tolerada por aqui e fumada principalmente em rituais religiosos. A proibição teve início em 1830, quando a Câmara Municipal do Rio de Janeiro tornou ilegal a venda e o uso da droga na cidade.

5- No início do século 20, a marginalização da erva se espalhou pelo mundo antes mesmo que qualquer pesquisa científica comprovasse seus malefícios. A causa principal da proibição foi econômica.
Impedir o uso da maconha fez com que a indústria das fibras do cânhamo fosse destruída, o que impulsionou a indústria de produtos sintéticos derivados de petróleo, principalmente nos Estados Unidos, país que liderou as campanhas de marginalização da droga.

6- Hoje a cannabis é proibida em grande parte do mundo, mas, desde que a Holanda começou a tolerá-la, na década de 1970, outros países seguiram os passos da descriminação. Na Holanda é possível comprar até 5 gramas da erva nos cafés especializados. No Reino Unido, o portador de maconha que é parado pela polícia recebe só uma advertência verbal. Recentemente, Portugal endureceu as penas para o tráfico, mas descriminou o usuário de qualquer droga, desde que ele seja encontrado com quantidades pequenas.

7- Segundo dados da Organização das Nações Unidas, 147 milhões de pessoas fumam maconha no mundo, o que faz dela a terceira droga psicoativa mais consumida do planeta, depois do tabaco e do álcool.
No Brasil, são cerca de 5 milhões de usuários. Aproximadamente metade das apreensões da erva na América do Sul é feita aqui, o que confirma que o país é um exportador da droga. Não há dados confiáveis sobre o assunto, mas as estimativas apontam que o tráfico de maconha movimenta pelo menos 20 milhões de dólares por ano no Brasil.

8- O cigarro de maconha tem praticamente a mesma composição de um cigarro comum ? a única diferença significativa é o princípio ativo. No cigarro é a nicotina; na maconha, o THC. Algo entre 6% e 12% dos usuários desenvolvem um uso compulsivo da cannabis, menos que a metade das taxas para nicotina e álcool. Cerca de 16% desses usuários crônicos têm crises de abstinência, que incluem ansiedade, insônia e crises nervosas. A maioria dos consumidores compulsivos desenvolve uma dependência menos pesada, mas ainda assim perigosa: a necessidade de usar a droga diariamente e a incapacidade de parar mesmo que a pessoa queira.

9- O principal argumento a favor da cannabis é seu milenar uso medicinal. Há registros de sucesso no tratamento de dores crônicas, náuseas, falta de apetite, rigidez muscular e espasmos que acometem pacientes de câncer, esclerose múltipla e, mais recentemente, aids. O grande desafio dos laboratórios é tentar separar o efeito medicinal da droga do efeito psicoativo ? ou seja, criar uma maconha que não dê "barato". Mas, ao que tudo indica, as mesmas propriedades químicas que alteram a percepção do cérebro são responsáveis pela ação curativa. É por isso que, por enquanto, somente na Holanda e em alguns estados do Canadá e dos Estados Unidos é autorizado o uso da maconha para fins terapêuticos.

10- O dano principal que a maconha pode provocar é na memória. Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, comprovaram que nos usuários mais pesados a memória de curto prazo fica prejudicada e o raciocínio fica mais lento. Nos adolescentes, a maconha pode causar a síndrome amotivacional, ou seja, a perda de interesse por tudo. O uso da erva também pode ser bem perigoso para quem sofre do coração, pois ela dilata os vasos sanguíneos e acelera os batimentos cardíacos. A erva tem substâncias tóxicas praticamente iguais às do cigarro, como monóxido de carbono e alcatrão, mas um "baseado" tem poder destrutivo até seis vezes maior do que um cigarro. Ou seja, a maconha também pode causar câncer.

Fonte: Maconha ? Coleção Para Saber Mais, de Denis Russo Burgierman

*Publicado por Dhuvi-Luvio 12:15 PM


quarta-feira, maio 18, 2005

*Publicado por Dhuvi-Luvio 11:31 AM





Por que marcha o MST?
(José Nivaldo Cordeiro)

Não é pela reforma agrária que marchou sobre Brasília o MST. Ela, a reforma agrária, está em curso, a despeito da sua inutilidade e do desperdício de recursos escassos em que incorre. Também não é porque os seus militantes não estejam no governo. Seus membros são "o governo", vez que o PT é a sua expressão política e tem a Presidência da República e o órgão que cuida do assunto, o INCRA, foi integralmente aparelhado pelo movimento, pondo-se a seu serviço.

Então, por quê? Por muitos motivos e aqui posso listar alguns; 1- pelo ativismo político inerente à sua dinâmica; 2- pelo palanque para a suas lideranças, que assim podem aparecer na mídia e também para o seu público interno; 3- porque essa é a sua profissão, o ativismo político. Muitos dos que marcham nunca viram uma roça de perto e até são remunerados como "marchadores", a se crer no relato da imprensa; 4- porque acreditam na revolução socialista nos termos feitos na China (maoismo); 5- porque o espetáculo fanfarrão faz parte do processo político do movimento, que se alimenta de bravatas contra ordem estabelecida; 6- porque a organização da marcha tem muito de empreitada militar e o movimento nunca descartou o recurso à força para alcançar seus objetivos, daí seus contatos e apoios com guerrilheiros da Colômbia (FARC) e a manifesta simpatia por Cuba e Fidel Castro.

Então o que se vê é uma desordem pública "organizada", que sob o império da lei não deveria acontecer. Do mesmo modo que organizam a marcha insensata, organizam invasões às propriedades privadas, rasgando a Constituição. Não podemos esquecer que se organizar em grupo para violar a lei é crime. Mais uma vez a omissão das autoridades é gritante, chegando ao inverso de governos bancarem com apoio logísticos e recursos de toda ordem a marcha da insensatez. Vemos o maior, o Poder Público, reclinar-se diante do menor, um grupo que outra coisa não pleiteia que não a destruição da ordem estabelecida.

O MST é como uma corda esticada sobre um abismo, qual o funâmbulo de Nietzsche. A qualquer momento poderá acontecer o acidente fatal, se Satã quiser repetir a peça que pregou ao filósofo amalucado: saltar sobre os marchadores, tirando-lhe o equilíbrio e precipitando a todos, e não apenas os marchadores, mas todo o País, no abismo. O Cão sempre atenta, diz o antigo brocardo.

É preocupante ver os aderentes de toda sorte, como aqueles ligados à ala esquerda da Igreja, políticos dos partidos esquerdistas de um modo geral, os bem pensantes esquerdistas de salão, que acham que assim podem acalmar a sua má consciência, tornando-se agentes da revolução, marchando alguns metros como se machassem em busca de um destino glorioso. Todos na corda bamba sobre o precipício, feitos palhaços de circo do interior, só que não há aqui salvaguardas nem rede protetora: um desequilíbrio que seja e será o fim da linha. É tudo que a comunalha deseja; é tudo que as pessoas de bem receiam e rezam para não acontecer

*Publicado por Dhuvi-Luvio 9:47 AM




Orgasmo Feminino ?
(NYT)

Estudiosos da evolução nunca tiveram dificuldade de explicar o orgasmo masculino, firmemente atrelado, como é, à reprodução. Mas a lógica darwiniana por trás do orgasmo feminino permaneceu uma incógnita. As mulheres podem ter relações sexuais e até engravidar - fazendo sua parte para a perpetuação da espécie - sem experimentar o orgasmo. Então, qual o propósito evolutivo disso?

Ao longo das últimas quatro décadas, cientistas surgiram com uma variedade de teorias, argumentando, por exemplo, que o orgasmo encoraja as mulheres ao sexo e, assim, à reprodução; ou que ele leva as mulheres a favorecer homens mais fortes e saudáveis, maximizando as chances de sobrevivência de sua prole.

Mas, em um novo livro, a filósofa de ciências e professora de biologia da Universidade de Indiana Elisabeth A. Lloyd examina as 20 principais teorias e revela como cada uma delas deixa a desejar. O orgasmo feminino, ela argumenta, não tem qualquer função evolutiva.

Em "O Caso do Orgasmo Feminino: Preconceito na Ciência da Evolução", Elisabeth A. Lloyd diz que a teoria mais convincente é de 1979. Foi concebida pelo antropólogo Donald Symons. A teoria diz que o orgasmo feminino é simplesmente um artifício - um subproduto do desenvolvimento paralelo de embriões femininos e masculinos em suas primeiras oito a nove semanas de vida.

Nesse período preliminar, são estabelecidos os caminhos de nervos e tecidos para vários reflexos, inclusive o orgasmo, lembra Lloyd. Com o desenvolvimento, hormônios masculinos saturam o embrião, e a sexualidade é definida.

Nos meninos, o pênis se desenvolve, com o potencial para orgasmos e ejaculação; as meninas, porém, "obtêm os mesmos caminhos para o orgasmo por terem, inicialmente, o mesmo planejamento corpóreo".

Nos homens, os mamilos são, igualmente, vestígios, compara a professora. Enquanto nas mulheres os mamilos têm propósito, os mamilos masculinos parecem ser simplesmente restos de um estágio inicial de desenvolvimento embrionário.

Por essa lógica, o orgasmo feminino, ela diz, "é para divertir".

A professora Lloyd diz que os cientistas insistiram em encontrar uma função evolutiva do orgasmo feminino em seres humanos, porque eles investiram na crença de que a sexualidade das mulheres tem que encontrar um paralelo exato na dos homens ou porque eles estavam convencidos de que todos os traços têm que ser "adaptações" - ou seja, têm que servir uma função evolutiva.

As teorias sobre o orgasmo feminino são significativas, acrescenta a pesquisadora, porque "as expectativas dos homens sobre a sexualidade normal das mulheres, sobre como as mulheres deveriam se comportar, são construídas com base nessas noções".

- E os homens são os que refletem imediatamente para a mulher se ela é ou não adequada sexualmente - diz a professora, que usou como um ponto central de sua tese o fato de que as mulheres não têm orgasmos freqüentemente quando fazem sexo.

Ela analisou 32 estudos, realizados ao longo de 74 anos, sobre a freqüência do orgasmo feminino durante o sexo.

Quando a relação era "não assistida" - não acompanhada pela estimulação do clitóris - apenas um quarto das mulheres estudadas experimentavam orgasmos freqüentemente ou muito freqüentemente durante o sexo, descobriu a pesquisadora.

Cinco a dez por cento delas nunca havia tido orgasmos. Ainda assim, muitas dessas mulheres ficaram grávidas.

Os números a que a professora Lloyd chegou são menores do que os detectados por Alfred Kinsey, relatados no livro "O comportamento sexual no ser humano feminino", de 1953. Na pesquisa de Kinsey, 39% a 47% das mulheres relatavam ter orgasmo sempre ou quase sempre durante a relação sexual. Mas Kinsey, explica Lloyd, incluiu orgasmos assistidos pela estimulação do clitóris.

Lloyd diz não ter dúvidas de que o clitóris seja uma adaptação, selecionada para criar excitação, levando ao sexo e à reprodução. Mas "sem uma ligação com a fertilidade e a reprodução", diz a professora, "o orgasmo não pode ser uma adaptação".

Nem todo mundo concorda. O professor de biologia John Alcock, da Universidade do Estado do Arizona, criticou uma versão preliminar da tese de Lloyd, discutida em 1987, num artigo do renomado paleontólogo e divulgador da ciência Stephen Jay Gould, na revista "Natural History".

Por telefone, Alcock disse que ele não havia lido o novo livro de Lloyd, mas que ele mantinha sua opinião de que o fato de o orgasmo "não ocorrer toda vez que uma mulher faz sexo não é prova de que não seja uma adaptação".

- Estou pasmo com a noção de que o orgasmo tem que acontecer todas as vezes para ser uma adaptação - disse o cientista.

Alcock teoriza que a mulher pode usar o orgasmo "como um meio inconsciente de avaliar a qualidade de um macho", sua adequação genética e, assim, quão apropriado ele seria como pai de sua prole.

*Publicado por Dhuvi-Luvio 8:40 AM




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